Eu e minha esposa Carla, uma moreninha safada de bunda empinada e boquinha gulosa, távamos sem grana depois da farra de Réveillon em Santa Luzia. Uber chega, motorista negão pauzudo uns 40 anos, corpo forte. "Sem dinheiro, mas ela paga com a boca.", eu disse ousado. Carla piscou pra mim: "Deixa comigo, amor. Vou deixar ele louco."No banco de trás, ela se inclinou pro banco da frente enquanto eu filmava disfarçado. "Motorista gostoso, aceita boquete em vez de pago?", ela ronronou, mão já no zíper. Ele riu grave pelo retrovisor: "Porra, casadinha puta, mama tudo que eu te levo pro Ano Novo." Ela abriu a calça e libertou o pauzão– monstro preto veiudo, 22cm latejando, cheiro de macho forte."Que pauzão delicioso!", Carla gemeu, lambendo devagar da base salgada até a cabeça inchada, língua rodando voraz. Engoliu centímetro por centímetro, garganta funda esticando, baba escorrendo pelas bolas peludas dele. "Vai, vadia casada, chupa pro teu marido ver!", ele grunhiu, uma mão no volante, outra na nuca dela acelerando. Eu pau duro assistindo: "Mostra pro negão como mama, amor!"Ela sugava alto agora, punhetando a base grossa, olhos no retrovisor dele: "Gosta da minha boquinha pagando Uber? Goza na garganta!" Carro balançando numa rua vazia, risco de farol flagrar. Ele tremeu: "Toma leite negro, puta!" Explodiu jatos quentes grossos enchendo a boca dela, porra preta transbordando no queixo. Carla engoliu tudo gulosa, lambendo limpo: "Pagamento aprovado?"Ele ofegante: "5 estrelas, casadinha. Próxima corrida grátis... com cu." Chegamos em casa, ela me beijou com gosto de porra: "Melhor Uber, amor."
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