Programmer's Wife (Esposa de Programador)- Continuação: Sabor Proibido
Ainda ofegantes no sofá, com o cheiro de sexo impregnando a sala, Carla ergueu a cabeça do meu peito, olhos verdes faiscando de safadeza. Meu pau, semi-duro e reluzente de porra misturada ao mel dela, balançava entre nós. Ela olhou pra Ana, que lambia os dedos sujos do próprio gozo, e sorriu maliciosa. "Ei, corna... quer sentir o verdadeiro sabor? Vem aqui provar meu mel na pica do teu marido. Lambe tudo, devagarinho."Ana hesitou por um segundo, mas o tesão venceu – ela rastejou no sofá, joelhos no tapete, rosto colado no meu pau melado. "Vai, amor. Prova ela na minha rola", incentivei, segurando os cabelos castanhos dela. Ana abriu a boca gulosa, língua rosada lambendo a base das bolas primeiro, sugando o creme grosso que escorria. "Hmm, que delícia... teu mel é tão doce, Carla", murmurou ela, olhos revirando de prazer. Carla riu, apertando os próprios seios: "Lambe bem, vadia. Chupa a porra dele misturada comigo. É o que cornas como você merecem."Ana obedeceu como uma puta obediente, engolindo o pau inteiro agora, boquete profundo e barulhento, baba e resquícios de gozo pingando no queixo. Eu endureci de novo rapidinho, pau inchando na garganta dela enquanto Carla se masturbava assistindo. "Olha isso, Lucas! Tua esposa virando chupadora oficial da minha buceta via teu caralho. Agora me come de novo, de quatro, pra eu gozar na cara dela."Carla se reposicionou de quatro no sofá, bunda aberta e buceta ainda pingando nossa mistura leitosa. Ana ficou ajoelhada ao lado, mão na própria xota, olhos vidrados. Enfiei tudo em Carla de supetão, ela uivou: "Fode! Mais forte!" Meti como um animal, pau chapinhando no mel cremoso, bundona tremendo a cada porrada. "Sente meu pau escorregadio dela, Ana? Vai lamber de novo logo." Minha esposa gemia, dedando-se: "Quero mais do teu mel nela..."Carla gozou primeiro, esguichando forte, jatos quentes molhando minhas coxas e respingando no rosto de Ana. "Toma, corna! Meu squirt pra você!" Saí pulsando e mandei Ana: "Chupa agora, limpa tudo." Ela atacou o pau ensopado, lambendo o mel fresco de Carla como se fosse o melhor sorvete, engasgando no comprimento grosso. Carla virou vaqueira em mim, quicando selvagem, seios pulando na cara de Ana que agora chupava os mamilos dela entre os saltos. "Beija ela, Ana! Troca meu mel na boca dela!"As duas se beijaram por cima de mim, línguas se enroscando num beijo lésbico molhado, enquanto Carla cavalgava até o talo. Eu não aguentei: "Vou gozar de novo dentro!" Jatos quentes encheram Carla pela segunda vez, transbordando direto na boca aberta de Ana abaixo. Ela engoliu o que pôde, lambendo o resto da buceta pingando de Carla. "Perfeito... agora eu sinto os dois sabores", gemeu Ana, exausta e satisfeita.A noite virou uma orgia sem fim, com Ana viciada no "sabor" de Carla na minha pica.
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