Eu, Lucas, programador em Santa Luzia, MG, tava no Tinder caçando aventura pós-Carla.Achei uma perfeita uma totalmente diferente das outras.Priya, 28 anos, indiana de BH que veio pra cá trabalhar em uma fábrica de TI. Pele morena dourada, olhos pretos hipnóticos, cabelos longos negros e curvas indianas – peitões naturais, cintura fina e uma bunda indiana empinada que pedia tapa. Perfil dela: "Amo foder alto e peludinha natural. Vem provar curry de verdade." Marquei na minha casa domingo à noite.Ela chegou às 21h, cheirando a sândalo e especiarias, saia longa vermelha e top justo marcando os piercings nos mamilos. "Oi, gostoso. Tô molhada desde as fotos do teu pauzão", disse com sotaque sexy, voz rouca. Puxei ela pra dentro, beijo faminto na porta – língua dela era fogo, mãos apertando minha bunda. "Gosto de gemer alto, aviso. Vizinhos que se fodam." Tirei o top dela: seios marrons fartos, mamilos escuros duros. Ela rasgou minha camisa, unhas cravando: "Mostra essa pica brasileira!"No sofá, despi a saia: calcinha minúscula enfiada na buceta peluda black, pelos grossos e cacheados saindo pros lados, lábios grossos inchados pingando mel indiano. "Lambe minha selva, Lucas. Adoro língua no pelo." Me ajoelhei, nariz no matagal úmido, lambendo os lábios carnudos por baixo dos fios. Sabor exótico, salgado-doce como masala. Priya jogou a cabeça pra trás e berrou: "AIIII, CARALHO! Lambe mais fundo, seu puto! Minha xota peluda tá pegando fogo!" Ela gemia alto mesmo, ecoando na casa vazia – "OHHH YEAH, CHUPA ESSE CLITÓRIS INDIO!"Meu pau latejava na calça. Ela abriu minhas pernas e engoliu tudo, boquete guloso com garganta profunda, baba escorrendo pelos pelos pubianos dela. "Quero essa pica me arrombando agora!" De quatro no tapete, bunda indiana aberta, buceta peluda piscando. Enfiei devagar, pelos roçando minhas bolas, parede interna quente e apertada engolindo 19cm. "FODE! FODE MINHA PUTA INDIANA!", gritou ela, rebolando pra trás como uma vadia profissional. Meti forte, tapas na bunda morena deixando marcas vermelhas, estalos molhados misturados aos berros: "MAIS FORTE, LUCAS! ARROMBA ESSA SELVA PELUDA! AI MEU DEUS!"Virei pra vaqueira: ela quicou selvagem, peitões balançando na minha cara, pelos pubianos roçando meu abdômen suado. "Olha como engulo tudo! Geme comigo, porra!" Seus gemidos eram pornô ao vivo – "OHHH FUUUCK, TÔ GOZANDO! MINHA XOTA PELUDA TÁ ESPREMENDO TUA PICA!" Esguichou jatos quentes pelos pelos, molhando minha virilha toda. No missionário final, pernas dela nas costas, meti fundo mirando o colo do útero, buceta peluda chapinhando. "Enche de porra brasileira, seu safado! Quero levar pra meu marido na India!"Gozei explosivo, jatos grossos enchendo a selva até transbordar, creme branco grudando nos fios cacheados. Priya urrou no orgasmo final: "GOZA NA MINHA PUTA PELUDA! AIIIIII!" Desabou gemendo rouca, lambendo o pau melado pra limpar.Marcamos mais – ela vira puta fixa pra gemer alto na minha casa.
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