Fodendo a Indiana da Buceta Peluda - Continuação: A Corna Escondida
Eu e Priya távamos no auge, eu socando missionário na buceta peluda dela, gemidos altos dela enchendo a sala: "AI CARALHO, MAIS FUNDO NA MINHA SELVA!" O que nem ela nem eu sabíamos: Ana tinha voltado cedo de uma saída com amigas, espiando tudo pela fresta da porta entreaberta da sala. Minha esposa corna, viciada em me ver foder outras, se escondeu no canto escuro atrás do sofá, saia levantada, dedinhos enfiados na xota raspadinha, masturbando furiosa assistindo o matagal indiano devorar meu pau."Porra, que delícia essa indiana peluda gemendo assim", sussurrava Ana pra si mesma, dois dedos fudendo o cu enquanto via os pelos pubianos grudados de mel e pré-gozo. Priya gozava de novo, esguichando: "TÔ GOZANDOOOO, LUCAS! ENCHE ESSA XOTA!" Mas Ana não aguentou – o cheiro de sexo exótico, os gemidos roucos, a visão da buceta peluda transbordando... ela rastejou pra fora do esconderijo e caiu de boca direto na ação.Bem no momento que eu saía pulsando pra gozar, Ana lambeu os lábios grossos peludos de Priya, sugando o clitóris inchado por baixo dos fios cacheados. Priya arregalou os olhos pretos, corpo travando de susto: "QUE PORRA É ESSA? QUEM É VOCÊ?!" Tentou se afastar, mas meu pau ainda roçando sua entrada e a língua quente de Ana no mel indiano fizeram o tesão gritar mais alto. "Calma, gata... é minha esposa corna. Ela adora provar buceta alheia", expliquei rindo, empurrando Priya de volta pro sofá.O susto virou fogo: "Então lambe, sua puta brasileira! Chupa minha selva peluda!" Priya abriu as pernas morenas, mãos nos cabelos de Ana, empurrando a cara dela no matagal encharcado. Ana devorava como louca – língua enroscando nos pelos, sugando os lábios carnudos, bebendo o mel salgado-doce misturado ao meu pré-gozo. "Hmm, que buceta peluda gostosa! Geme alto pra mim, indiana!", provocava Ana entre lambidas. Priya berrou mais alto que nunca: "AI MEU DEUS, DUAS LÍNGUAS NA MINHA XOTA! CHUPA MAIS, CORNA!"Eu me juntei, pau enfiado na boca de Ana enquanto ela lambia Priya – garganta profunda dela engolindo meu pau melado de indiana. Priya gozou na cara de Ana, esguichando forte pelos fios pubianos: "GOZOOOO! TOMA MEU SQUIRT PELUDO!" Ana engasgou de prazer, dedando a própria xota. Finalizei enfiando na buceta peluda de Priya de novo, com Ana lambendo nossas uniões – bolas, clitóris e pelos. "Enche ela, amor! Quero lamber a porra no matagal!"Gozei jatos quentes dentro, creme branco grudando na selva black. Ana lambeu tudo: buceta peluda pingando, pelos ensopados, até dividir com Priya num beijo lésbico selvagem. "Volta sempre, indiana. Meu mel é viciante", gemeu Priya, exausta.Threesome surpresa virou rotina – Ana amava a selva peluda.
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