Eu, o corno manso João, sentei na cadeira do quarto com pauzinho preso num cage de castidade, olhos grudados na minha esposa safada Larissa – loira peituda de 30 anos, bundona siliconada balançando. Ela tava de joelhos pro Motoqueiro, macho alfa tatuado com pauzão de 24cm veiudo e grosso, cheiro de couro e suor. "Assiste quieto, corno. Vou mama gostoso pro macho de verdade.", ela mandou, voz submissa pra ele.Larissa tirou tudo devagar – sutiã caindo pros peitões saltarem, calcinha melada pro chão –, empinando a bunda pra mim ver o cuzinho piscando. "Olha pro teu marido patético enquanto engole meu pau.", Motoqueiro grunhiu, mão na nuca dela. Ela abriu a boquinha gulosa, lambendo da base salgada até a cabeça inchada: "Hmm, que pauzão alfa... mil vezes melhor que o do corno."Garganta profunda submissa: Engoliu centímetro por centímetro, olhos lacrimejando de tesão, baba escorrendo pelos peitos. "Vai, puta casada, engole até as bolas!", ele socou fundo, garganta dela esticando visível, gemidos abafados vibrando no pau. Eu tremia no cage, pauzinho pingando pré-gozo: "Boa, amor... mama submissa pro macho."Ela acelerou voraz, punhetando a base grossa, nariz nas bolas peludas dele: "Goza na garganta do corno assistir!" Ele explodiu jatos quentes grossos, enchendo a boca dela transbordando no queixo. Larissa engoliu tudo gulosa, lambendo limpo: "Delícia de leite alfa. Corno, lambe as sobras da minha cara."Eu obedeci humilhado, língua no rosto melado dela enquanto ela piscava: "Próxima, ele me fode na tua frente."
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