Saímos do banho rindo, enrolados em toalhas, pro cheiro de café fresco na cozinha de Santa Luzia. Clara, minha bucetinha apertadinha, preparava panquecas nua só com avental curto – bundinha redonda à mostra, peitinhos rosados roçando o balcão. "Café da manhã safado, amor? Come primeiro... ou me come?", piscou manhosa, melado de xarope pingando nos quadris.Abraço por trás, pau grande duro cutucando a entrada pequena dela: "Te como primeiro, minha delícia." Beijos no pescoço salgado de suor, mãos untando xarope nos peitinhos dela lambendo devagar: "Hmm, panqueca humana... doce tesão." Ela gemeu suave virando contra o balcão, pernas finas abertas: "Entra na minha bucetinha pequena agora, grandão... café com orgasmo!"Meti ritmado gentil, pauzão esticando ela contra a pia, água da torneira pingando como trilha sonora: "Ai, amor, que preenchida... fode suave na cozinha!" Socadas carinhosas, dedos no clitóris melado de xarope, beijos apaixonados entre mordidinhas nos lábios. Primeiro orgasmo dela veio tremendo, buceta apertando forte: "Gozo contigo no café... mais!"Virei ela de frente, pernas na bancada – penetração profunda lenta, peitinhos balançando pros panquecas: "Meu segundo, amor... me faz tua na cozinha!" Ondas intensas, esguicho molhando o piso. Meu clímax doce explodiu dentro, jatos quentes enchendo a pequena buceta até pingar misturado com xarope. Abraçados ofegantes: "Café perfeito... te amo, apertadinha."Panquecas mornas depois, dedos entrelaçados: "Matinal eterno assim
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