Café safado engolido entre beijos melados de xarope, Clara pegou minha mão rindo: "Quintal agora, amor? Sol morninho na pele nua... me ama ao ar livre." Saímos pro quintal privativo, sol de manhã aquecendo corpos nus – ela deitada na espreguiçadeira, pernas delicadas abertas, bucetinha pequena brilhando de tesão residual.Deitei suave por cima, beijos preguiçosos no sol, mãos traçando coxas grossas e peitinhos rosados dourados pela luz: "Minha pequena eterna... teu calor me derrete." Alinhei pau grande na entrada apertadinha dela, metendo devagar sentindo o sol esquentar nossas uniões: "Entra todo, amor... me preenche ao sol!" Socadas lentas ritmadas, bundinha dela rebolando na cadeira, pássaros cantando trilha sonora natural.Primeiro orgasmo dela veio como brisa, corpo tremendo ondas suaves: "Gozo contigo no quintal... céu testemunha nosso amor!" Acelerei carinhosamente, dedos circundando clitóris inchado ao sol, beijos molhados: "Mais um pra ti, minha luz." Segundo orgasmo intenso, esguicho molhando a espreguiçadeira reluzente. "Teu agora, grandão meu!", sussurrou abraçando forte.Meu gozo apaixonado jorrou dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta pequena até transbordar dourado pelo sol, abraço colado suado. Rolamos na grama rindo, nuvens passageiras: "Matinal perfeito do quintal... te amo pra sempre, apertadinha."
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