A Inquilina XLVI

No dia seguinte umas 16:00 ela me liga, me perguntando se eu poderia buscar a mãe dela na rodoviária que ela ficava preocupada dela com o menino irem sozinhos para nossa casa, eu disse que tudo bem, e fui para a rodoviária buscar os dois, cheguei e pegamos aquele transito na marginal viemos conversando e o menino no banco de trás dormindo e ai a conversa chegou ao fim do domingo.

- E ai, viu aquele cara de novo? - ela ficou vermelha, e olhando para frente, mas consentiu com a cabeça - Olha só, para quem tava em duvida já foram duas vezes - ela riu e fez um três com os dedos, eu soltei um pqp expontâneo e ela riu mais ainda, mas falou com a voz meio tímida.

- Ah, eu tenho que aproveitar né? - eu sorri e concordei com a cabeça - Mas ali é só isso, nada que valha a pena alem disso - eu sorri para ela.

- Mas você quer algo alem disso? - ela riu - E os outros falou com os outros - ela olhou para o celular - Olha só, estava tão contida e gostou da idéia.

- Eu nunca disse que não gostava só fiquei achando que poderiam pensar errado - eu encarei ela com um sorriso malicioso.

- O que é pensar errado? - e antes dela responder eu falei - Você dar para um amigo no quintal da sua casa? - ela ficou vermelha e eu continuei - Voce não fez nada de errado, garanto que se divertiu e quando ele foi até pensou que queria fazer de novo no quintal para ter a adrenalina de poder ser pega. - Ela riu roxa de vergonha.

- Para é claro que não,- falou fazendo uma cara de brava que não convencia ninguém - isso é coisa de adolescentes no cio - deu uma risada - mas sim, não no quintal mas ontem a noite, fizemos no carro na cidade ao lado. - eu olhei com um sorriso malicioso.

- Fizeram o que? - ela me olhou com olhos arregalados - ué, quando digo o que é detalhes - ela ficou vermelha - começou agora termina. - ela deu uma sorriso tímido mas malicioso e uma cara de que seu estava falando sério, eu apontei para o tempo ainda no transito no wase. - Acho que temos tempo para detalhes, já que vai demorar. - ela riu e balançou a cabeça.

- Não acredito que estou tento essa conversa com você - ela balançou a cabeça de novo - bom, fizemos - ela ficou vermelha - acho que nunca tive uma conversa assim com alguém, de verdade, nem com meu ex-marido. - eu olhei para ela, pensando, vamos ver até onde essa conversa vai.

- Nem sozinha, no banheiro lembrando que chupou o pau daquele cara no quintal da sua casa, e depois ele comeu sua buceta, enquanto estávamos na sua casa? - ela ficou roxa de vergonha e falou olhando para baixo.

- Gente que naturalidade para usar essas palavras - ela começou. A mexer na barra da saia meio nervosa mas visivelmente curiosa em manter a conversa - O que você ouviu? - ela perguntou sem olhar para mim.

- Deixa eu pensar, você quer a respostas claras, passo a passo ou um resumo? - ela riu e quando foi responder eu falei - vou te contar do lado de quem ouvia, e você completa para mim com o que sentiu e viveu, ok - de novo não deixei ela falar e continuei - Vi que você deixou ele excitado, então ele te pediu para aliviar ele, entendi que você tentou com a mão, mas ele deixou claro que demoraria e pediu para você fazer com a boca - ela olhava para baixo com um sorriso de lembrança e malicia - então ele disse que mesmo assim não ia conseguir terminar, melhor gozar, então ele pediu para introduzir e você ficou gemendo tentando se segurar, e ficou muito excitante ouvir seus miados abafados. - ela não me olhou. - E então?

- Foi isso, já sabe tudo, não tem dúvidas - olhou de lado para mim, e eu fiz uma cara de sua vez - e vocês fiaram me ouvindo e esperando? A Inquilina me ouviu? - eu ri novamente.

- Bom, vou responder de trás para frente, sim ela ouviu, não, nós não ficamos esperando, mas como você não me conta eu não vou contar o que fizemos - ela me olhou com cara de duvida - e claro que eu tenho duvidas, mas entendi que não quer falar desse assunto, vamos para o próximo, já se programou para a semana aqui? - ela ficou quieta um pouco.

- Ainda não, mas a Inquilina me contou que você já tem lugares para nós levar no fds - ela ficou quieta um pouco e novamente mexia na barra do vestido - Não é que eu não quero falar sobre o outro assunto, é que eu não sei falar, nunca falei com ninguém - ficou em silencio de novo - mas - parou outra vez - onde vamos no fim de semana? - Eu sorri e falei sobre os lugares que visitaríamos no fim de semana, pra que ela conhecesse São Paulo como turista. Ela olhou no celular e depois para mim - Quanto tempo falta para chegar?

- Uns vinte minutos - ela mexeu na barra do vestido - Porque quer falar alguma coisa? Perguntar? Explanar assuntos? - Coloquei a mão na perna dela - Somos amigos, tivemos uma empatia desde o primeiro dia a anos atras, então, relaxa. - Ela sorriu com o rosto um pouco vermelho olhando minha mão em sua perna, antes de eu tirar.

- Ta bom, você é homem, acha que eu ficaria falada se saísse com mais de uma pessoa? - ela parou e antes de eu responder continuou - porque eu sai com dois homens na semana passada só fiz sexo com um juro, mas beijei os dois. - eu fiz uma cara séria e ela ficou tensa e então eu sorri.

- Só errou em não ter feito sexo com os dois. - Ela arregalou os olhos - To falando sério, daqui a pouco você vai querer namorar, juntar, e se não testar antes como vai saber que escolheu o certo? - eu olhei par frente - Sexo é importante para você não é? - ela falou sim baixo sem olhar para mim - Você gosta não gosta de sexo? E responde e explane o tema. Nada de sim com cabeça baixa, que ai parece criança. - eu ri e ela riu em seguida me dando um tapa - Esse negócio de bater é de família. - ela riu mais ainda.

- Porque minha filha te bate? - ela riu - Sim é, sexo é importante para mim, meu casamento foi monótono, meu marido achava que fazer algumas coisas era cosias de - parou um tempo - mulher fácil e eu acabei não vivendo algumas coisas que gostaria. - ela parou de novo e eu falei.

- Tá vamos por partes, primeiro seu ex-marido achava que fazer o que era coisa de puta. - ela arregalou o olho - Desculpe, sexo você precisa falar no popular se não fica parecendo professora de Educação sexual. - ela riu - Então tenta falar no popular, o que você sentia falta? - ela ficou vermelha de novo olhando para frente

- Ah, oral - eu encarei ela, ela riu e falou - é foi tipo professora, entendi, bom, chupar até o fim e ser chupada - ela me olhou para ver seu aprovava a forma que falou e eu sorri encorajando ela - fazer fora de casa, fora da cama, correr risco sabe, de ser pega, entrar num sex shop - ela riu - sei lá, tem muita coisa.

- Muita coisa é bom, e tudo que disse é até fácil de fazer, e nada de PUTA, só uma mulher querendo matar seus desejos - eu pisquei para ela - mas você precisa se soltar mais, acho que você pode conversar com a Inquilina sobre esses assuntos, ela não vai de recriminar e vai te apoiar. E eu to sempre aqui quando precisar - virei o carro na rua do prédio.

Quando descemos do carro, ela pegou o menino no colo e eu peguei as malas, e vi que ela ficou olhando perdendo que eu estava de pau duro com a conversa, no elevador ela deu umas duas esbarradas, uma com a coxa e uma com a bunda, eu não sei se foi sem querer mas eu ignorei o fato, mas meu pau ficou mais duro, a Inquilina já estava em casa, cumprimentou a gente pegou o menino no colo e ficou brincando com ele, levei as malas da mãe dela e do menino para o quarto que eles iam ficar e fui direto para o banheiro da suite. Quando tirei o pau para fora para mijjar. E pensando em me aliviar sozinho, ouvi a porta abrindo. Fiquei até tenso. Mas era a inquilina.

- Amor, posso fazer xixi rapidinho? - Olhei para ela e sorri malicioso - sai da frente dela e ela se sentou no vaso, eu coloquei meu para para fora ela sorriu para mim - Nossa amor, duro assim me vendo fazer xixi - e coloquei o pau próximo a sua boca -Não, minha mãe tá aqui fora - eu alisei seu cabelo e fui puxando ela em direção ao meu pau, o barulho do xixi foi bem momento que seu labio tocou meu pau e ela lambeu meu pre-semem dando um sorriso e depois colocando ele na boca.

- Hummm, ué não disse que não porque sua mãe estava aqui. - ela deu um tapinha na minha coxa sorrindo com meu pau nos lábios e movimentando rápido a cabeça, eu segurei seu cabelo e comecei a fuder sua boca, ela se segurava para não ir até o fundo da garganta já que fez um barulho de molhado quando deu a primeira estocada, eu tirei meu pau para fora todo babado e bati com ele em seu rosto, quando ouvi os últimos barulhos do seu xixi e ela começou chupar meu saco, e me punhetar - Ta querendo que eu goze rápido é - ela sem tirar uma das minha bolas da boca fez um sim me olhando nos olhos, e acelerou a punheta - eu vou encher sua boquinha? - um novo sim, só que movendo a boca em uma lambida desde o saco até a cabeça. Ela começou a me punhetar virando a mão que acompanha seus boca, ela foi aumento a chupada, o lábio dela estava em costado em sua mão, o que permitia para ela apertar meu pau com a mão e mover a língua pela cabeça. Eu alisei seu rosto e segurei ele com uma das mãos om a outra tirei seu mão que estava no meu pau e comecei a fuder sua boca, ela me olhava e olhava par ao meu pau deixando eu enfiar até o fundo então segurei ela só com a cabeça entre seu lábios ela me olhou nos labios.

- Adoro te dar prazer meu amor - comecei a gozar, ela sugou as duas primeira estocadas e depois deixou o restante pingar na privada e me olhou engolindo o que estava na boca. Pegou um papel limpou meu pau, e depois secou a buceta me olhando - para ela sentir o gostinho - e riu - levantou colocando o short e calcinha. Foi no meu ouvido - A noite vou querer mais. - e saiu do banheiro. Eu entrei no chuveiro pensando. Para quem ia bater uma punheta foi muito melhor.


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Ficha do conto

Foto Perfil amigointimooculto
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Nome do conto:
A Inquilina XLVI

Codigo do conto:
255006

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
19/02/2026

Quant.de Votos:
3

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