Os irmãos J1 e J2

Eu prometo que esse conto vai fazer vocês sentirem um tesão do crlh.
Essa história começa muitos anos atrás. Eu frequentava a igreja com minha família, e lá também ia a família da esposa do meu tio. Ela tinha três filhos — dois meninos e uma menina — e nós três viramos inseparáveis. Éramos praticamente os “três mosqueteiros” da igreja.

Fazíamos tudo juntos. A única diferença era o gosto, no esporte, por exemplo: um preferia vôlei, o outro futebol… e eu definitivamente não gostava de queimado. Mas fora isso, éramos grudados.
Com o tempo, a vida aconteceu. Cada um foi para um lado. Um entrou para a carreira militar, outro virou bartender e começou a viajar o mundo, eu segui meu caminho. A igreja ficou para trás. E, aos poucos, o contato também. Mas existe uma coisa sobre a adolescência que não se apaga: hormônios à flor da pele, curiosidade, aquelas brincadeiras que ficam no limite. Dormir de conchinha, encostar mais do que devia, risadas nervosas. Nada declarado. Mas havia algo ali.
Corta para janeiro de 2026, mais de dez anos depois.
Reencontrei um deles por acaso. Foi alegria pura. Conversamos por horas, rimos, relembramos histórias. E decidimos marcar o reencontro oficial dos três mosqueteiros.
Fomos a um restaurante aconchegante. Conversa vai, conversa vem, bebida na mesa… e o clima começou a mudar. Debaixo da mesa, pernas encostando, mãos passando discretamente pela coxa. O curioso é que quem estava recebendo aquilo tudo era eu.
E eu senti. Senti o ar ficar mais quente. Senti aquela tensão das antigas reaparecer, só que agora, consciente.
Minha mão começou a subir devagar, quase em tom de brincadeira. Um toque aqui. Um deslizar ali. Olhares cúmplices. Nenhum de nós verbalizava, mas todos sabiam.
Na hora de ir embora, J1 — o mais alto, 1,87, corpo forte de academia, peito largo, braços marcados — me ofereceu carona de moto. J2 — com seu jeito mais maduro, corpo forte também, olhar intenso de predador calmo — se despediu com um sorriso diferente.
Na esquina da minha casa, J1 soltou:
— Eu não sabia que nossa química ainda ia bater assim.
Aquilo ficou no ar. Antes de ir embora, ele sugeriu:
— Podíamos marcar um sabadão. Nós três. Mas de um jeito diferente. Você topa?
Eu não respondi de imediato. Mas o sorriso entregou.
O Sábado (21/02/2026)
Nesse dia, eu trabalhei até tarde. Quando saí, J1 estava me esperando de moto.Eu já estava levemente alterado por conta do vinho do trabalho — solto, animado, quente.
Subi na moto e abracei a cintura dele. Perguntei onde íamos.
— Surpresa. - respondeu J1
O vento batia no rosto, e o contato do meu corpo colado ao dele era provocação suficiente. Minha mão explorava devagar, sentindo o calor, a respiração dele mudando.
Chegamos a um lugar simples, bonito, reservado. J2 já estava lá. Regata leve, short de dormir. O cheiro dele era inebriante. Me recebeu com um abraço demorado demais para ser só amizade. Perguntou se eu queria tomar banho, enquanto J1 guardava a moto. Aceitei.
Entrei no banheiro, ainda processando tudo. Quando terminei e me virei… os dois estavam ali. O olhar já não era de brincadeira.
O que começou no banheiro rapidamente (J1 e J2 fizeram um sanduíche de mim, um beijava minha boca de forma firme e demorado - que beijo gostoso- enquanto o outro beijava meu pescoço e ia descendo mordendo minha bunda e me linguando) precisou de mais espaço. No quarto, o jogo de olhares virou toque. O toque virou entrega. Um me beijava enquanto o outro me explorava com calma. Suspiros e gemidos tomaram conta daquele lugar.
Eu me senti desejado de um jeito inexplicável. Ao sair do banheiro J1 se adiantou e deitou na cama com as pernas abertas e com aquela piroca grossa e pulsante. J2 me conduziu até a cama me colocou se quatro e li foi muito meu cu, enquanto eu mamava a piroca, brincando com minha língua na cabeça, nas bolas e naquele cuzinho suculenta.
A dinâmica mudava o tempo todo — ora eu conduzia, ora era conduzido. A tensão antiga, que nasceu lá atrás na adolescência, agora era adulta, decidida.
O quarto ficou pequeno para a intensidade.
Corpos suados, respirações descompassadas, mãos que já não tinham pudor, piroca estralando, uma piroca babando mais que a outro e eu me fazendo naquele lugar.J2 me beijava com uma vontade, com gosto, aquilo parece que estava preso ah muito tempo. O clima de reencontro virou algo muito maior que nostalgia. Já não havia mais dúvida.
Depois de mamar os dois começamos a brincar. Eu ficava no meio sempre. Começamos a pincelar uma piroca no cu do outro aquilo me fez chegar no ápice uma onda forte — coletiva, intensa de puro gozo.
- vou gozar - avisei.
Foi insano. Eles me viraram de barriga pra cima e começaram a me mamar, foi gostoso e puro tesao vê os dois dividindo minha piroca.
Foi inesperado. Gozei.
Logo não perdi tempo:
- deita.
J1 deitou.
Eu intensifiquei:
- os dois.
Então comecei a mamar os dois. Eles gemiam tão gostoso que não dava vontade de sair dali.
Quando fiz os dois gozarem, pra mim foi uma das experiências mais marcantes daquele reencontro.

Foto 1 do Conto erotico: Os irmãos J1 e J2


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Comentários


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afrodito Comentou em 26/02/2026

Sim Kaike! Que delícia viu. EmBreve vou trazer mais atualizações (vai ter muitas. Pois já marcamos um rolê pra esse domingo)

foto perfil usuario kaikecamargo3

kaikecamargo3 Comentou em 26/02/2026

Que tesão cara que gostoso, mas só ficou na chupada? Estou lendo lambendo o dedo o pre-gozo




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Ficha do conto

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afrodito

Nome do conto:
Os irmãos J1 e J2

Codigo do conto:
255569

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/02/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
1