Um dia na obra

Finalmente realizei um “sonho” que eu tinha há um tempo: transar numa obra.

Mas vamos à história.

Aqui perto de onde eu moro está acontecendo a reforma/construção de um condomínio. Os pedreiros são super gente boa, simpáticos… mas tem um em especial que chama minha atenção. Um pretinho charmoso, corpo forte de quem trabalha pesado, usa óculos de grau e tem aquele ar misterioso.
Sempre que eu passava por ali, dava um jeito de procurar por ele.
No começo era só uma olhadinha/desejo. Mas há umas duas semanas ele passou a me cumprimentar — principalmente quando eu volto da academia.
Um dia parei no ponto de ônibus que fica ao lado da obra. Nossos olhares se cruzaram e eu senti aquele calor subir na hora. George — o pretinho da obra, com seus 1,82 de altura e aquele corpo forte — me deu bom dia, me olhou de cima a baixo e seguiu para o trabalho.
A bermuda que ele usava desenhava tudo. Aquele rabo, as pernas fortes… e marcava bem a piroca.
Aquilo me deixou com água na boca. Quase gozei.
No dia seguinte, saindo para correr, acabei encontrando com ele na rua. Ele estava de camiseta, segurando um copo de café.

— Bom dia, vizinho — disse ele.
Eu ri e respondi. Ele perguntou se eu ia correr. Disse que sim.
Então ele soltou:
— Da próxima vez me chama.
Aquilo me atravessou de um jeito… até meu corpo reagiu.
Aproveitei a coragem e disse que também costumava correr à noite. Ele gostou da ideia e comentou que nos dias de plantão dele — quando dormia na obra — daria para ir.
Pegamos os dias e combinamos.
Fomos correr na rua da feira e seguimos até o Horto do Fonseca. Quando chegamos lá, ele brincou:
— Tu não me trouxe aqui pra gente fuder, não né? Já ouvi histórias daqui…
Eu fiquei meio sem graça, pois era isso que pensei, mas disse que não.
Corremos mais um pouco e voltamos pelo mesmo caminho. No meio da volta ele disse que precisava caminhar um pouco porque estava sem muito fôlego, já que estava muito tempo sem correr. Encostamos numa parede.
De repente ele me puxou e me beijou com uma vontade que me deixou tonto. Um beijo quente, firme, cheio de desejo.

Quando parou, apertou minha cintura e sussurrou no meu ouvido:
— Você não sabe o quanto eu queria isso.
A voz dele grave no meu ouvido me arrepiou inteiro.
Logo depois ele perguntou:
— Na sua casa… ou lá na obra?

Eu fiquei sem reação.
Ele riu:
— O gato comeu sua língua?
Depois completou:
— Por mim a gente resolvia aqui mesmo nesse escuro… mas você merece coisa melhor. Já ficou com alguém numa obra?
Respondi que não.
Ele sorriu.
— Então vai ser sua primeira vez.

Chegamos lá e ele disse para entrarmos pela lateral, porque alguns amigos dele ainda estavam por ali.

Assim que entramos, ele me puxou pela cintura e me beijou de novo. Eu abracei aquele corpo forte e senti a química entre nós dois aumentar ainda mais. Ele pegava no pau de um jeito inexplicável, me beijando ele tirou minha bermuda e minha piroca saltou pra fora.
Ele me colocou sentado numa tábua que estava improvisada como banco e começou a me provocar com calma, cheirava meu pentelhos, sugou minha bolas, até o ponto de levantar minhas pernas e linguar meu cu. Aquilo me deixou louco. Ele começou a beijar da minha piroca, me deixando louco. Não demorou muito pra ele mamar. Na hora que eu ia soltar um gemidao ele tampou minha boca e disse xiu!
O clima ficou intenso rápido demais. Entre provocações, beijos e carícias, a gente se perdeu naquele momento escondido entre materiais de construção e paredes ainda cruas.
George me pôs deitado sentou na minha cara com a aquela piroca veiuda, que ficou minha cara. Eu comecei a deixar ele louco de tesão de tanta linguada que eu fui dando nele. Sugava suas bolas, brincava com a sua cabeça que estava toda babada. E assim eu ia deixando ele louco. Esse gostoso começou a rebolar enquanto linguava aquele rabo suculento.
Já estava no auge, não consegui segurar mais gozei, com aquele rabo enterrado na minha cara. Quando George sentiu que eu havia gozado, ele gozou também.
Quando finalmente nos acalmamos, ajeitamos a roupa e saímos.

Na porta, um dos amigos dele estava acordado e viu George saindo.
— Tava aprontando, né safado? — brincou o cara.

George riu sem graça enquanto eu ficava escondido.

O amigo dele soltou outra piada e entrou de volta. Quando saímos dali, George fez questão de me levar até em casa.Na porta, nos beijamos de novo. Eu não resisti e perguntei se ele queria entrar.

Ele aceitou.
Passamos mais um tempo juntos, rindo, conversando, ouvindo música e dividindo uma comida japonesa — que ele nunca tinha provado. Abrimos um vinho que eu tinha em casa e a noite foi ficando cada vez mais leve.
Ficamos ali, entre conversa, carinho e provocações, até que já passava de meia-noite.
Ele disse que precisava ir embora.
Perguntei se não queria ficar e dormir ali.
Ele abriu um sorrisão e aceitou.
Dormimos abraçados.
E agora, sempre que eu passo pela obra, ele abre aquele sorriso largo e me
Cumprimenta com um olhar de quero mais

Eu achei que seria só uma aventura…
mas acabou sendo um encontro muito mais gostoso do que eu esperava.

Foto 1 do Conto erotico: Um dia na obra


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Ficha do conto

Foto Perfil afrodito
afrodito

Nome do conto:
Um dia na obra

Codigo do conto:
256792

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/03/2026

Quant.de Votos:
3

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