Por aqui a vida anda uma correria sem fim, mas isso não significa que eu tenha esquecido de vocês. Muito pelo contrário. Sinto falta das mensagens, das conversas e de ler tudo o que vocês me mandam.
Será um prazer conversar com vocês.
Agora vamos ao conto de hoje.
Essa história começou de um jeito completamente inesperado e terminou de uma forma que, até hoje, me faz sorrir e ficar de pau duro quando lembro.
Tudo começou no desfile da campeã do Carnaval de 2026. Eu fui com minhas irmãs e primo assistir à apresentação da Unidos do Viradouro na Amaral Peixoto. Depois, seguimos para o terminal rodoviário de Niterói. Como ainda era cedo para ir embora, paramos em um dos quiosques para beber alguma coisa, colocar a conversa em dia e aproveitar o restante da noite. O terminal estava cheio. Música, gente rindo, aquele clima gostoso de fim de festa.
Em determinado momento comecei a sentir aquela sensação de que alguém me observava. Olhei discretamente algumas vezes, mas preferi não dar importância. Achei que fosse coisa da minha cabeça e continuei curtindo a companhia da minha família e dos amigos que apareceram por lá.
Quando já passava das 2:00h da manhã, resolvi ir embora. Entrei no ônibus praticamente vazio. Logo depois embarcaram um amigo meu e outro rapaz que estava com ele.
Sentamos próximos e começamos a conversar. O papo fluiu tão naturalmente que nem vi o tempo passar. Aos poucos, percebi que o amigo dele não desviava os olhos de mim. Meu amigo percebeu antes mesmo de eu entender o que estava acontecendo e, dando uma risada, perguntou se ele queria trocar de lugar comigo.
Ele aceitou na hora.
Foi aí que tudo mudou.
Um preto retinto, baixinho, devia ter entre 1,69 m e 1,70 m, aproximadamente 43 anos, sorriso bonito, um rabao suculento e um jeito tímido que contrastava completamente com a intensidade do olhar.
A conversa foi ficando cada vez mais próxima. Entre um comentário e outro, nossos ombros se encostavam. Depois vieram as mãos, os sorrisos e, quando percebemos, nossos lábios também. A piroca dele lateja, nosso beijo fez o tempo parar, eu queria fuder ele ali mesmo no ônibus, que até então seguia vazio. Ele colocava a minha mão na sua piroca, e enquanto a dele já me masturbava pelo short.
Aos poucos outras pessoas começaram a embarcar. Aquela pequena bolha de intimidade precisou acabar antes que fosse longe demais.
Trocaram-se os últimos sorrisos.
Depois, os números de telefone.
E cada um seguiu seu caminho.
Só que a conversa não terminou ali. Nos dias seguintes passamos a conversar praticamente o tempo todo. As mensagens eram constantes e parecia que aquele encontro rápido tinha deixado um gosto de continuação para nós dois.
Algum tempo depois ele apareceu para me buscar no trabalho.
Conversamos bastante, caminhamos, nos abraçamos e nos beijamos de novo e mais uma vez pegamos fogo. Era impressionante como existe uma química entre nós. Bastava um beijo para o resto do mundo desaparecer.
Mas, curiosamente, também não foi naquele dia que nossa história ganhou um novo capítulo.
Mais uma semana passou.
Numa quinta-feira à noite ele me mandou mensagem perguntando onde eu estava.
Respondi que acabava de sair do trabalho.
— Então vem pra cá. Estou te esperando num barzinho bem perto do seu trabalho.
Fui. Sem cueca. Na intenção.
Ele estava sozinho, tomando uma cerveja e esperando por mim.
Sentei ao lado dele. Conversamos sobre trabalho, sobre a semana, rimos de histórias bobas e, como sempre acontecia, a distância entre nós foi diminuindo naturalmente. Ele foi colocando a sua mão na minha piroca. Eu disse:
- se essa piroca ficar dura vou botar você pra mamar seu puto.
Ele ignorou minhas palavras continuou me punhetando, e pra fechar me olhou com cara dec quem quer piroca.
Sorriu.
Aquele sorriso dizia muito mais do que qualquer palavra. Fechamos a conta.
Quando saímos do bar, antes mesmo de chegar em casa, caminhamos, as ruas já estavam quase vazias, iluminadas apenas pelos postes e pelo silêncio típico das madrugadas de quinta-feira.
Encontramos um canto mais reservado e foi ali que eu coloquei minha piroca pra fora e falei pra ele mamar. Nosso beijo ficou tão intenso que ele gemia. Foi atrás do caminhão, a adrenalina de estarmos na rua tornava tudo ainda mais marcante, que ele mamou minha piroca até sair todo leite. Esse puto me deixou fraco e ainda pediu mais. E claro eu obedeci!