Meu nome é Ana Lúcia, mas todo mundo me chama de Lucinda. Meus netos me chamam de Vó Lu.
Moro em Minas, num bairro de classe média, com quintal, pé de limão e som de samba até tarde. Sempre fui de roda de samba, cervejinha gelada e homem no colo. Seu Jorge, meu marido por 22 anos, era um coroa charmoso, boêmio, galanteador. Até que se encantou por uma morena mais nova e vazou.
Não tenho história triste pra contar, não. Sofri dois dias, no máximo. No terceiro já tava no bar, batendo papo, e não demorou pra aparecer homem da minha idade trocando ideia. Uns só beijinho, outros uma transa casual. Sempre fui aventureira, nunca me prendi a nada nem a ninguém.
Depois que seu Jorge foi embora, Arthur virou minha companhia. Meu neto, filho da minha única filha, a Patrícia, que é casada com engenheiro e mora num condomínio de luxo. Arthur e a irmã, Luana, nasceram em berço de ouro, mas ele sempre foi diferente.
Luana é linda, mas cresceu na bolha. Mimada, superficial, vive no celular. Me ama distante, sem jeito.
Arthur sempre foi meu. Desde pequeno, sentava no chão da cozinha enquanto eu cozinhava, pedia ovo frito, tomava café na caneca velha. Ia comigo pra cachoeira, pro parque aquático, pra roda de samba. Cresceu colado em mim.
Quando seu Jorge saiu de casa, Arthur ficou do meu lado. Brabo com o avô, deu preferência total a mim. E não vou negar: eu adorava aquilo. Ter um neto homem me escolhendo, me protegendo, me fazendo companhia. Meu ego feminino agradecia.
Hoje Arthur já é um rapaz de 22 anos. Ainda vem me ver, ainda me idolatra. Luana aparece no Natal, no Ano Novo, traz presentes caros e passa o dia no celular. Não julgo. Cada um ama como pode.
Amor de avó não é igual. É único pra cada neto. O meu por Arthur é identificação de alma, é cumplicidade, é um afeto que vai além do sangue. O meu por Luana é um amor que espera. Espera o dia em que ela vai cansar do condomínio e sentar no chão da minha cozinha.
Se esse dia chegar, eu vou estar aqui. Com café passado, ovo frito, um sorriso no rosto e o mesmo corpo saliente de sempre. Porque Vó Lu não perde o gingado nunca.
Capítulo 1 – O Shortinho Vermelho de Lycra
Arthur chegou numa sexta de janeiro, calor de derreter. “Vou ficar até quarta, vó. Tô precisando de uns dias de paz.” Eu sorri, bati palmas e já fui pro quarto me trocar. Escolhi o shortinho de legging lycra vermelho — aquele bem fininho, colado, que parece uma segunda pele. Subia um pouco na bunda, marcava cada curva, cada prega. Olhei no espelho e até eu fiquei impressionada: a lycra brilhava, o vermelho gritava, a carne da bunda transbordava um pouquinho nas laterais. Perfeito pro calor.
De manhã cedo já tava suando. O shortinho ficou molhado de suor, grudando mais ainda. Eu percebi na cozinha, enquanto fazia o almoço: o tecido transparente em alguns pontos, colado na pele, marcando até o contorno da calcinha fio-dental por baixo. Arthur me elogiava e me enaltecia sempre, mas os olhos dele tavam diferentes. Demorados. Eu fingi que não vi, mas senti um quentinho subir pela espinha.
À tarde, no banheiro, fui pegar roupa pra lavar e encontrei o shortinho vermelho no cesto — o mesmo que eu tinha usado no dia anterior. Dentro dele, manchas brancas grossas, secas, grudentas. Porra. Cheiro forte de macho jovem, recente. Meu coração acelerou. Ele tinha gozado dentro do meu shortinho. Guardei escondido na minha gaveta, sentindo a boceta pulsar só de imaginar ele se masturbando com ele no rosto ou enrolado no pau.
Noite de domingo, calor insuportável, ligamos o ventilador e colocamos um filme de ação no sofá. Eu de shortinho vermelho de novo, deitada de lado. Arthur atrás, em conchinha. No meio do filme, ele encostou mais. Primeiro o peito nas minhas costas. Depois a mão na minha cintura. Depois… o pau duro roçando minha bunda. Encoxadas lentas, firmes, o volume grosso deslizando entre as nádegas por cima da lycra fina. Eu sentia ele latejar, quente, crescendo a cada movimento. Não falei nada. Só deixei. Ele respirava pesado no meu pescoço, quadril dando umas estocadinhas curtas, quase gemendo baixo. Fiquei molhada pra caralho, mas não mexi.
De madrugada acordei com um peso quente. Arthur tinha se mudado pro meu quarto “porque o ar do hóspedes tava ruim”. Estava de bruços, rosto afundado na minha bunda. O shortinho tinha subido durante o sono, deixando metade da nádega de fora. Ele respirava fundo, quente, nariz colado bem no vinco. Deu uma cafungadinha lenta, inspirando meu cheiro, a boca entreaberta roçando a pele. Parecia que tava dormindo, sonhando… ou talvez não. Ficou no ar aquela dúvida gostosa. Eu fiquei quietinha, sentindo a boceta latejar, mas não confirmei nada. Deixei ele ali, cheirando, aproveitando.
O dia da piscina foi a comprovação que mudou tudo.
Tarde de segunda, sol de rachar. Enchi a piscininha inflável de plástico no quintal. Eu de shortinho vermelho de lycra (agora já molhado da água gelada da mangueira). Sentei no colo dele dentro da água, de costas, “pra refrescar”. O shortinho encharcado virou quase transparente, colado na bunda como se eu estivesse pelada. Comecei a mexer devagar, rebolando sutil, só testando.
Ele endureceu na hora. Pau grosso, latejando forte contra minha bunda, cabeça inchada marcando por baixo da bermuda. A respiração dele ficou ofegante, pesada, mãos apertando minha cintura. Eu senti ele pulsar, crescer, quase escapar da roupa. Dei uma reboladinha mais firme, sentindo a cabeça roçar bem no meio da minha bunda molhada.
— Vó… porra… — ele sussurrou rouco, voz tremendo.
Não passou disso. Mas passou da dúvida. Ali, com o shortinho vermelho encharcado grudado na pele, eu tive a comprovação clara: meu neto me desejava. E eu, Vó Lu, tava adorando cada segundo.
Capítulo 2 – A Noite da Quermesse
No dia seguinte Arthur acordou com aquele olhar diferente, mas não falou nada. Eu também não. O shortinho vermelho de lycra ficou guardado na gaveta, com a lembrança da piscina ainda quente na minha cabeça. À noite ele sugeriu:
— Vó, tem quermesse na igreja da praça. Vamos?
Eu ri, botei um vestidinho leve florido, sem sutiã, e saí com ele de braço dado. A quermesse tava lotada: luzes coloridas, cheiro de churrasco, som de sanfona e viola. A gente dançou um forró bem coladinho. Meu corpo encostando no dele, bunda roçando na frente da bermuda, mão dele firme na minha cintura. Depois compramos pipoca doce, sentamos num banco de madeira e ficamos rindo como dois adolescentes.
— Vem, vó, carrossel! — ele puxou minha mão.
Subimos no cavalo duplo. Eu na frente, ele atrás, braços me envolvendo. Enquanto girava, o vento levantava meu vestido, a mão dele descia devagar pela minha coxa. Não falamos nada. Só sentíamos.
Depois do carrossel a gente sentou num canto mais quieto, com duas cervejas geladas na mão. A conversa fluiu natural, madura, fraternal. Eu abri o coração:
— Sabe, Arthur… depois que seu avô foi embora eu fiquei sozinha de verdade. Não é falta de homem, não. Tem sempre alguém querendo. Mas é aquela solidão de não ter alguém que te conheça de verdade. Que saiba que eu gosto de café forte, que eu canto desafinado no banho, que eu choro com novela brega. Vocês, netos, são minha família… mas você, meu bem, sempre foi mais que isso. Você me escolheu. E isso me salvou.
Ele me olhou sério, olhos brilhando com as luzinhas da quermesse.
— Eu sei, vó. Pra mim você nunca foi só avó. Você é minha referência. Minha casa. Quando o mundo lá fora fica pesado, eu venho pra cá e tudo faz sentido. Eu te admiro pra caralho. Sua força, sua alegria, esse corpo que não envelhece… — ele parou, corou, mas continuou — …e essa vontade que eu tenho de te proteger, de te fazer sorrir, de… te cuidar como você cuidou de mim a vida inteira.
A gente se abraçou forte. Um vínculo mais profundo se fechou ali, entre cerveja e luzes piscando. Não era só desejo. Era amor misturado com fogo.
Depois de mais duas cervejas e um prato de churrasco com farofa, eu senti a bexiga cheia.
— Ai, meu filho, preciso ir no banheiro.
Fomos até os banheiros químicos. O cheiro era insuportável, uma fila enorme, gente reclamando.
— Não vou entrar aí nem morta — eu disse rindo. — Vem comigo.
Puxei ele pela mão, saímos da multidão, atravessamos o estacionamento até um canto escuro entre dois carros grandes. Ninguém por perto, só o barulho distante da festa.
— Fica aqui no meio, Arthur. Tampe pra ninguém ver.
Ele ficou de frente pra mim, corpo largo me protegendo. Eu me abaixei devagar, de frente pra ele, pés afastados. Levantei o vestido, puxei a calcinha fio-dental pro lado com dois dedos. Minha buceta carnuda, lisinha, já um pouco inchada do dia inteiro de tesão, ficou totalmente exposta pra ele. Os lábios grossos, rosados, brilhando levemente de umidade. Comecei a mijar, jato quente, forte, fazendo barulho no chão de terra.
Arthur arregalou os olhos. O pau dele marcou na bermuda na hora, duro, latejando visível.
— Poxa, vó… desse jeito você me mata — sussurrou, voz rouca, sem tirar os olhos da minha buceta aberta.
Eu sorri safada, ainda mijando, olhando bem nos olhos dele.
— Tá gostando da vista, meu neto? Olha como a vó tá molhadinha… não é só de mijo, não.
— Caralho, vó… você é linda pra porra. Tão carnuda, tão… perfeita. Eu fico louco imaginando o gosto disso aí.
— Imagina só, hein? Imagina você ajoelhado aqui, lambendo devagar enquanto eu seguro sua cabeça… ou imagina eu sentando devagar em cima desse pau duro que você tá escondendo aí.
Ele gemeu baixo, apertou a bermuda com a mão, pau pulsando visível.
— Vó… se você continuar falando assim eu vou gozar só de olhar. Eu quero tanto você… quero te chupar até você tremer, quero sentir essa buceta apertando meu pau… mas aqui, agora… a gente pode só… brincar um pouco?
Eu terminei de mijar, sacudi de leve, passei o dedo devagar pelos lábios molhados e levei até a boca dele. Ele chupou meu dedo, gemendo.
— Só brincar, meu bem. Por enquanto. A vó quer sentir você inteiro… mas devagar. Quero saborear cada pedacinho.
Ele me ajudou a levantar, puxou minha calcinha de volta no lugar, mas deixou a mão ali um segundo a mais, sentindo o calor. A gente se beijou de leve na boca — primeiro beijo de verdade —, língua roçando de leve, promessa de muito mais.
Voltamos pra festa de mãos dadas, coração batendo forte, desejo queimando baixo. A noite ainda não tinha acabado… mas a gente sabia que o próximo passo ia ser em casa.
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Capítulo 3 – O Conflito e a Volta
Naquela noite, depois da quermesse, voltamos pra casa com o corpo pegando fogo. O beijo leve na porta quase virou loucura. Arthur me prensou contra a parede, mão apertando minha bunda, pau duro roçando minha coxa, respirando pesado no meu pescoço. Meu corpo todo pedia: “Deixa rolar, Lucinda, senta nele agora”. A boceta latejava, molhada, seios duros roçando o peito dele. Mas minha cabeça entrou em guerra pesada. “Ele é seu neto, caralho. Isso é proibido. Errado. O menino que você trocou fralda, que sentava no seu colo pra comer ovo frito… o que você tá fazendo?” O desejo era forte demais, mas o conflito moral ganhou. Parei ele com as duas mãos no peito, dei um beijo demorado na testa e sussurrei:
— Boa noite, meu bem. Amanhã a gente conversa.
Fui pro meu quarto sozinha. Rolei na cama a noite inteira, mão entre as pernas, imaginando ele me comendo, mas não tive coragem de chamar.
No dia seguinte de manhã ele ainda tentou. Me pegou pela cintura na cozinha, deu vários beijinhos quentes no meu pescoço, beliscões leves que me faziam arrepiar e rir ao mesmo tempo.
— Vó… você tá cheirosa demais hoje — murmurava no meu ouvido.
Eu correspondia, roçando de leve, mas não deixava passar do flerte. À tarde Arthur pegou o ônibus de volta. A casa ficou quieta de novo. Só nos vimos quatro meses depois.
Quando ele voltou, em maio, o outono já tinha chegado mais fresco. Ele desceu do ônibus com aquele sorriso que derrete qualquer uma. Passamos o dia normal: café, conversa, risada. Mas o ar tava carregado, o desejo latente.
À noite, depois do jantar, eu vesti de propósito o shortinho vermelho de lycra — o mesmo que sabia que mexia com a cabeça dele. Sentamos no sofá pra assistir TV. Nem dez minutos e ele explodiu:
— Porra, vó… você não tem ideia de como esse shortinho me deixa louco.
Passou a mão de leve na minha coxa, me puxou pro colo dele. Eu ri baixinho, virei o rosto e dei um beijo demorado no pescoço dele, sentindo o cheiro de macho jovem misturado com perfume.
Ele não aguentou. Começou a passar a mão por cima do tecido, bem na minha buceta. Dedos pressionando de leve, sentindo o calor e a umidade que já tinha começado a vazar. Eu arrepiei toda, boceta ficou encharcada na hora, o shortinho marcando a fenda carnuda. O tesão subiu rápido, mas o conflito também: “Isso é errado… ele é sangue do meu sangue… mas como é bom sentir essa mão aqui…”.
— Calma, Arthur — repreendi, tirando a mão dele com carinho, mas firme.
— Porra, vó, olha como você me deixou… aí sacanagem — reclamou, voz rouca, quase desesperada.
O pau dele tava pulando pra fora do calção, cabeça grossa brilhando, veias saltadas, latejando no ar como se pedisse socorro.
Eu olhei, mordi o lábio… e não resisti. Tirei o pau dele todo pra fora, me posicionei de costas no colo dele, levantei o shortinho só um pouquinho e direcionei aquele pau quente pro meio da minha bunda, por cima do tecido fino da lycra. Comecei a esfregar devagar, subindo e descendo, sentindo a cabeça grossa deslizar entre as nádegas, marcando o shortinho, roçando bem no meu cuzinho e na entrada da buceta.
Ele gemia no meu ouvido, mãos apertando minha cintura, quadril subindo involuntário. Não se conteve. Gozou forte, jatos quentes e grossos espirrando nas minhas costas, escorrendo pela coluna, molhando o vestido e o shortinho. O cheiro de porra fresca encheu a sala inteira.
Eu tremi inteira, boceta latejando sem ter gozado, mas sentindo um poder absurdo.
— Seu gostoso… — sussurrei, virando o rosto e dando um beijo profundo na boca dele, língua roçando a dele, saboreando o momento.
Depois levantei devagar, ainda sentindo o esperma quente escorrendo nas minhas costas, dei mais um beijo na testa dele e fui pro meu quarto. Sozinha. Tomei banho, me toquei pensando nele, mas o conflito ainda tava lá, forte: “Isso não pode virar rotina… ou pode?”.
Sete meses se passaram até eu ver aquele ônibus parando na frente de casa de novo.
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Capítulo 4 – A Cachoeira
Sete meses depois, Arthur avisou que vinha passar uma semana inteira. Meu coração deu um salto. Dessa vez eu quis fazer diferente. Liguei pra minha irmã, que mora na cidade vizinha, e marquei uma visita. “Vamos passar o dia lá, Arthur. Depois a gente volta pra casa.” Ele topou na hora.
Chegamos na casa da minha irmã de manhã, almoçamos, conversamos besteiras. Mas eu tava ansiosa. À tarde, quando ela foi tirar soneca, eu puxei ele pelo braço:
— Vem, meu bem. Vamos conhecer aquela cachoeira que eu te falei. Só nós dois.
Eu tinha separado o biquíni fio-dental vermelho — o de baixo era quase um fio sumido entre as nádegas, deixando minha bunda carnuda toda à mostra. O top mal segurava meus seios fartos, o tecido fino ameaçando deixar os mamilos saltarem a qualquer movimento. Quando Arthur me viu saindo do banheiro, os olhos dele escureceram de desejo.
A cachoeira ficava a uns vinte minutos de carro, num lugar quase deserto. Chegamos, descemos a trilha curta e… ninguém. Só o barulho da água caindo, o sol batendo nas pedras quentes e o verde em volta. Perfeito.
Entrei na água primeiro. O fio-dental molhado grudou ainda mais, marcando tudo. Arthur veio atrás, só de sunga, corpo jovem, pau já marcando o tecido. Ele me olhava como se eu fosse a coisa mais gostosa do mundo.
— Vó… você tá uma delícia. Essa bunda… esses peitos… caralho, você é gostosa pra porra.
Ele se aproximou, me prensou contra uma pedra lisa e fria, água batendo na cintura da gente. Começou a chupar meu pescoço, lambendo devagar, mordendo de leve, depois subiu pra orelha, chupando o lóbulo enquanto sussurrava:
— Gostosa… minha Vó Lu gostosa… você me deixa louco desde sempre.
Eu gemi baixinho, corpo todo arrepiado. Ele puxou o top do biquíni pra baixo com os dentes, meus seios pesados saltaram livres. Mamilos duros, escuros, apontando pra ele. Arthur não perdeu tempo: abocanhou um, chupando forte, língua rodando, mão apertando o outro. Eu tava entregue. As pernas bambas, boceta latejando dentro do fio-dental.
Chega de conflito. Chega de lutar contra o que eu queria há tanto tempo.
Tomei as rédeas. Desci a mão, puxei a sunga dele pra baixo e libertei aquele pau grosso, latejando, cabeça inchada brilhando. Segurei ele na mão, sentindo o calor, o peso.
— Olha o que você faz comigo, Arthur… — sussurrei, olhando nos olhos dele.
A gente parou um segundo, testa colada, respiração misturada com o barulho da cachoeira.
— Eu te quero inteiro, meu neto. Mas isso fica só entre nós dois. Pra sempre. Ninguém nunca vai saber. É nosso segredo, nossa loucura.
Ele sorriu, olhos brilhando de paixão e tesão:
— Só nós dois, vó. Pra sempre. Eu te amo… e te desejo pra caralho.
Eu me ajoelhei na água rasa, peguei aquele pau na boca. Chupei devagar no começo, lambendo a cabeça, sentindo o gosto salgado, depois engoli fundo, garganta apertando, mão massageando as bolas. Arthur gemia alto, mão no meu cabelo molhado:
— Porra, vó… assim… que boca gostosa…
Não demorou. Ele gozou forte, jatos quentes enchendo minha boca. Eu engoli tudo, olhando pra cima, sentindo ele tremer inteiro.
Depois foi a vez dele. Me levantou, me sentou na pedra lisa, abriu minhas pernas e puxou o fio-dental pro lado. Minha buceta carnuda, molhada, inchada de tesão ficou exposta. Arthur se ajoelhou, lambeu devagar, língua passando pela fenda, chupando o clitóris, enfiando a língua dentro. Eu segurei a cabeça dele, gemendo alto, quadril rebolando contra a boca dele. Gozei forte, tremendo, esguichando um pouco na cara dele, água da cachoeira misturada com meu mel.
A gente se abraçou na água, beijando devagar, corpos colados, coração batendo junto.
— Isso foi só o começo, né? — ele perguntou, sorrindo.
Eu ri, mordendo o lábio:
— Só o começo, meu gostoso. A semana inteira ainda é nossa.
Voltamos pra casa da minha irmã de mãos dadas, corpo ainda formigando, segredo selado.
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Capítulo 5 – A Noite no Sofá da Sala
Pela noite, minha irmã, sempre prestativa, disse:
— Lucinda, vou tirar as meninas do quarto pra vocês ficarem à vontade na cama.
Eu ri, balancei a mão:
— Não tem importância, mana. Nós podemos dormir no sofá da sala, né? Arthur é grande, cabe nós dois. Por mim sem problemas, vó sabe que sempre fui simples.
Minha irmã riu, piscou:
— Minha irmã disparou -- diferente da sua irmã, né Arthur? Ela nunca ousou dormir aqui, kkk.
-- Ela tinha costume de apagar tudo e dormir cedo, afinal era assim que vivia na roça. Por volta das dez horas a casa tava escura, todo mundo dormindo.
Eu deitei no sofá com minha camisola fina de algodão, fio dental por baixo. Arthur se ajeitou atrás de mim, braço me envolvendo. O sono veio rápido… até que, por volta de uma hora da manhã, senti beijos quentes no meu pescoço. A respiração dele já ofegante, quente no meu ouvido.
— Vó… posso fazer igual aquele dia que você deixou eu esfregar o pau na sua bunda com o short vermelho?
Eu sorri no escuro, corpo acordando na hora. Deixei. Mas não imaginava que sairia do controle tão rápido. Aquele toque, o perigo da casa cheia, me deixou completamente ensopada, boceta latejando de tesão.
Ele levantou a camisola, esfregou o pau duro entre minhas nádegas por cima do fio dental. Eu gemi baixinho.
— Porra, Arthur, desse jeito você me quebra… olha como tô.
Peguei a mão dele e levei direto pra minha buceta. Os dedos deslizaram fácil, molhada pra caralho.
— Me fode logo… só vai devagar pra não acordar o povo.
Ele gemeu no meu ouvido. Eu virei o rosto:
— Tapa minha boca, gostoso.
Ele cobriu minha boca com a mão grande. Eu guiei o pau dele, puxando o fio-dental pro lado, até a entrada da minha buceta. A cabeça grossa pressionou e entrou devagar, me abrindo, me enchendo centímetro por centímetro. Eu mordi a mão dele pra segurar o gemido, olhos revirando de prazer.
Comecei a rebolar devagar, ajudando o movimento, sentindo ele fundo, o sofá rangendo bem baixinho. O risco de acordar minha irmã ou as meninas só deixava tudo mais intenso. Gozei horrores, corpo convulsionando, boceta apertando ele como um punho, sem poder fazer barulho nenhum. Foi uma merda segurar, mas foi bom demais, o orgasmo mais forte da minha vida.
Ele não aguentou muito depois. Gozou dentro de mim, jatos quentes enchendo minha buceta, transbordando pelo fio dental.
De manhã, acordei com a porra dele ainda escorrendo pela minha coxa. Arthur dormiu até tarde, exausto e sorrindo no sono.
A semana ia ser inesquecível.
Capítulo 6 – O Motel da Estrada
Os dias na casa da minha irmã acabou rápido demais. No domingo de manhã, Arthur e eu nos despedimos dela com abraços apertados, promessas de voltar logo e um sorriso cúmplice que só a gente entendia. Entramos no carro, eu no volante, ele no banco do passageiro, mão já descansando na minha coxa por cima do vestido leve.
A estrada de volta pra casa era longa, umas três horas, mas nenhum de nós queria chegar logo. O tesão da noite anterior ainda queimava. Uns quarenta minutos depois de sair da cidade dela, vi o letreiro piscando na beira da estrada: “Motel tu ki sabes – 24h”.
Olhei pro lado, sorri safada.
— Tá afim de uma paradinha, meu neto?
Arthur apertou minha coxa, pau já marcando na bermuda.
— Porra, vó… eu tô louco pra te foder de novo. Sem pressa, sem silêncio forçado.
Entrei no motel sem hesitar. Pagamos o quarto simples com hidro e garagem privativa. Mal fechamos a porta, a gente já tava se atacando.
Quatro horas inteiras ali, sem relógio, sem mundo lá fora. Só nós dois, corpos suados, gemidos abafados pela música ambiente baixa.
Começamos na cama king size. Ele me jogou de costas, levantou meu vestido, arrancou o fio-dental e me comeu de quatro, devagar no começo, depois forte, batendo fundo. Eu gemia alto, sem medo de acordar ninguém. “Me fode, Arthur… me enche de novo…”. Ele gozou dentro, quente, escorrendo pelas minhas coxas. Descansamos uns dez minutos, beijando, rindo, mão dele brincando nos meus seios.
Depois eu tomei a iniciativa. Sentei no colo dele, cavalguei devagar, rebolando, sentindo cada centímetro dele me abrir. Ele chupava meus mamilos, mordia de leve, mãos na minha bunda apertando. Gozei forte assim, tremendo em cima dele, boceta apertando até ele gemer rouco. Ele gozou de novo, enchendo minha buceta mais uma vez.
Descansamos. Tomamos banho na hidro juntos, água quente, espuma, eu de joelhos chupando ele debaixo d’água, engolindo fundo enquanto ele segurava meu cabelo molhado. Ele gozou na minha boca, eu engoli tudo olhando nos olhos dele.
Saímos da banheira, secamos um ao outro com toalha, mas não aguentamos. Voltamos pra cama. Ele me deitou de lado, entrou por trás devagar, uma mão no meu clitóris, a outra apertando meu seio. Fodemos assim, ritmado, beijos no pescoço, sussurrando sacanagens: “Você é minha, vó… só minha… essa buceta é minha…”. Gozamos juntos dessa vez, corpo colado, suor misturado.
Descansamos de novo. Pedimos uma água e uns lanches pelo interfone. Comemos na cama, nus, rindo das besteiras. Ele me contou como fantasiava comigo desde adolescente. Eu contei como o shortinho vermelho foi o gatilho pra mim também.
Mais uma rodada: boquete longo, eu de quatro chupando ele enquanto ele lambia minha buceta de baixo. Depois sexo de missionário, pernas abertas, olhos nos olhos, devagar, intenso. Ele gozou no meu peito, eu espalhei com a mão, lambi os dedos.
Quatro horas se passaram assim: sexo, gozo, descanso, carinho, sexo de novo. Intercalado, sem pressa, sem limite. Quando saímos do quarto, pernas bambas, corpos marcados de chupão e arranhões leves, o sol já tava baixo.
No carro, voltando pra casa, mão dele na minha coxa de novo.
— Melhor parada da vida, vó.
Eu ri, beijei a mão dele.
— E tem mais semana inteira pela frente, meu gostoso.
Chegamos em casa já anoitecendo, corpos exaustos, mas sorriso no rosto. A porta mal fechou e a gente já tava se olhando com aquela fome de novo.
Final – O Que Valeu a Pena
Anos se passaram desde aquela semana louca. Arthur hoje tem 28 anos. Mora a poucos quarteirões daqui, num apartamento simples que ele mesmo paga com o salário de engenheiro júnior. Arrumou uma namorada há uns dois anos — uma moça bonita, educada, da mesma turma da faculdade. Eles saem juntos, postam foto no Instagram, vão pra praia, viajam. Todo mundo acha lindo o casalzinho perfeito.
Mas a verdade é só nossa.
Eu continuo aqui, na mesma casa com quintal, pé de limão e som de samba até tarde. O shortinho vermelho de lycra ainda tá na gaveta, guardado como relíquia. Arthur aparece “pra tomar um café”, “pra ajudar com alguma coisa no quintal”, “pra ver se a vó tá bem”. A namorada dele nem desconfia. Ele chega, fecha a porta, me puxa pro quarto ou pra cozinha, e a gente se entrega como no primeiro dia. Às vezes rápido, às vezes devagar, às vezes na hidro que ele instalou no banheiro pra mim de presente de aniversário. Sempre com cuidado pra não dar na cara, mas sempre com fogo.
Ele é meu amante. Eu sou a amante dele. E isso não tem prazo de validade.
Às vezes, deitada na cama depois, com o corpo dele colado no meu, suor secando na pele, eu paro e penso: valeu a pena? Todo o conflito moral, as noites de dúvida, o medo de ser descoberta, o peso do “errado” que a sociedade joga na gente… valeu?
Sim. Valeu cada segundo.
Porque o que a gente tem não é só tesão. É cumplicidade profunda, é carinho que começou quando ele era pequeno e sentava no chão da minha cozinha, é identificação de alma que virou desejo adulto. É prazer sem mentira, sem fingimento, sem cobrança. É o único lugar onde eu posso ser totalmente eu: a Vó Lu safada, gostosa, livre, sem neuras. E ele pode ser o homem que me deseja sem filtro, sem julgar, sem medo.
A gente transa até hoje. Não todo dia, mas quando bate a vontade, a gente arruma jeito. Ele vem, eu abro a porta sorrindo, e o mundo lá fora some. Depois ele vai embora, beija minha testa, diz “te amo, vó”, e eu fecho a porta sabendo que amanhã ou depois ele volta.
Não tem casamento, não tem filhos juntos, não tem futuro “oficial”. Tem só isso: um amor proibido que virou o mais verdadeiro da minha vida. E eu não trocaria por nada.
Porque, no final das contas, a vida é curta demais pra não viver o que queima por dentro. E o que queima entre mim e Arthur… queima bonito. Queima forte. E queima pra sempre.
Fim.





Bom dia seu conto e muito excitando, parabéns, estou a disposição.