Depois de muito conversar com a minha tia e com o meu pai, decidi ficar em casa dela, uma vez que ela estava sempre em casa eu não ficaria sozinha de noite e o meu pai ia lá visitar-me (e foder-me) todos os fins de semana.
A casa da minha tia era a mais moderna na aldeia, quase todas as casas eram velhas, antigas, mas todas grandes e eu orgulhava-me de viver lá. Podia fazer tudo, ir para todo o lado, mal havia carros, na aldeia toda havia 6, só não podia era falar da casa a ninguém, a minha tia havia-me pedido para não dizer nada porque lá havia muita inveja.
Fui para a escola local, os meninos vestiam-se todos com calças de pano pretas ou cinzentas camisolas de lã também escuras e gastas, eu ia sempre vestida com saias novas, cores vivas, meias brilhantes… era a atração da escola, sempre que eu passava toda a gente parava para me ver, e eu pavoneava-me com aquilo, gostava de me sentir sexy…
Um dia cheguei à casa e a minha tia pediu-me para ir a casa da irmã buscar um eletrodoméstico que ela lhe havia emprestado. Eu estava feliz com a minha nova saia rodada vermelha, bem curta, a mostrar umas meias de liga pretas com fita aderente e umas sapatilhas brancas, bem sexy, como sempre. Cheguei à casa dela e só estava o meu tio, pedi o que queria, e ele disse para eu ir à cozinha buscar olhando-me de forma estranha. Eu não sabia onde aquilo estava guardado, ainda procurei um bocado, mas não encontrei. O meu tio veio ter comigo a cozinha porque eu estava a demorar muito.
-Então, não encontra? Queres uma ajuda?
-Não, tio, já procurei em todos os armários, menos aqueles de cima que eu não chego.
-Vai lá que eu pego em ti a colo, porque eu não sei que eu estás a procurar.
Virei-me de costas para ele, pronta para ele me levantar, ele agarrou-me e levantou-me um pouco. Abri um armário e não vi o que procurava, disse que não estava ali ele colocou-me no chão e disse:
-Tens uma roupa muito bonita, adorei ver, até fio dental e tudo… estás à espera de alguma coisa?
Não tive tempo de responder, ele levantou-me a saia, tirou o caralho das calças, bem duro já e sem pedir licença enterrou-se todo dentro do meu cu faminto com uma estocada que me fez saltar de tão forte e funda que foi.
-Não faça isso, tire o pau do meu cu, eu não quero foder consigo, está muito fundo, deixe-me ir embora.
Mas os meus pedidos de nada valeram, ele estava dentro e não havia nada que o fosse brigar a tirar.
-És uma puta como a tua tia, e vais levar nesse cu até eu me cansar. Vens para cá armada em menina, vais levar nesse cu até te rasgar ao meio, uma puta tem de ser tratada como puta, se dás ao meu irmão, vais-me dar a mim também.
E o pau já deslizava para dentro e para fora do meu buraco traseiro que se abria para o caralho. Por muito que eu dissesse que não queria, o pau estava dentro bem fundo e eu estava a adorar. Encostada ao armário, o pau empurrava-me para a frente, com força, entrando todo para dentro de mim que já abria as nádegas com as mãos e empinava ligeiramente o cu para o pau entrar todo. Se o meu pai tinha o caralho grande e grosso, este era ainda maior, e também estava todo enterrado dentro de mim, mesmo até os colhões me baterem nas nádegas, e como o irmão, este também não sabia o que era fazer amor, também este fodia forte e fundo de modo a rasgar tudo.
-Merda tio, estás cada vez mais fundo e mais duro, assim vais abrir-me toda, e com essa força vou gritar…-mas ele nem ouviu, estava decidido a violar-me, a castigar-me por eu ser puta, mas como puta que sou não vou nunca dizer que não a um bacamarte grosso bem dentro a empurrar-me as entranhas. Mas não estava tão dentro como ele queria, ele esforçava-se, mas não dava tudo.
-Pões-te de quatro cadela puta, quero entrar mais fundo- sem ele tirar fiz o que me pediu e senti de imediato a trancada forte lê no fundo e dei um grito alto, e ele recomeçou a foder. De cima para baixo, enterrar tudo bem fundo, eu abaixei a cabeça de forma a empinar o traseiro e ele ainda entrou mais. Parecia que o pau tinha crescido meio metro, eu sentia-o bater lá no fundo, doía, mas era muito bom, e eu não queria que ele parasse, estava em estado puta já.
- Vai cabrao, rebenta isso tudo, tens de fazer melhor que o teu irmão, mete tudo, rasga-me caralho!!! Já estou a ver que a tua mulher também te manda bater punheta, cona para ti nada!
Ele fodia com vontade, com muita fome, muito rápido e fundo é o meu buraco dilatava para a grossura do mastro dele. Literalmente em cima de mim, eu sentia a piça toda deslizar para fora e para dentro e estava a amar.
Fodeu-me de pé contra o armário, sempre que se enterrava, por eu ser tão baixinha, eu saltava, de quatro no chão, em cima da mesa com as pernas em cima dos ombros dele… muita pica dentro do meu cu… até o sentir começar a tremer, percebi que estava quase a vir-se e disse-lhe para continuar, para ele se esporrar dentro, mas ele não quis isso. Tirou do meu cu e meteu na minha boca, onde largou parte do leite… o resto foi para a cara, para as mamas, barriga… um banho de esporra. E saiu do pau com tanta força que até no nariz tive esporra… desci da mesa, devagar, as pernas estavam dormentes… a esporra a escorrer na cara, a roupa também… fui para casa até me esqueci do que lá tinha ido fazer… enquanto caminhava, sentia o cu aberto… largo…
E claro que, depois de uma foda dessas, tive de repetir… muitas vezes!!
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