Ainda era novo quando o meu pai decidiu fazer de mim uma menina, uma mulher, uma puta!
Quatro filhos (duas mulheres e dois homens) na altura do divórcio as duas mulheres já tinham seguido vida, restava eu e o meu irmão (mais velho) e eu fui “empurrado” para casa do pai.
Os primeiros dias, primeira semana tudo correu bem, ele era sempre preocupado comigo, a semana acabou, tudo mudou. Ele chegou a casa, eram quase oito da noite e disse-me para ir tomar banho para depois jantar. Tirei a roupa, entrei no chuveiro e comecei a molhar-me. Ele entrou, não era normal, mas era o meu pai, não havia problema e perguntou se precisava de ajuda, e antes de eu responder começou a passar a esponja pelo meu corpo a descer até chegar as minhas nádegas onde pôs mais sabão. De repente senti alguma coisa forçar a entrada no meu cu, tentei desviar-me, mas ele segurou-me e disse “calma, temos de lavar tudo, não vai doer” e com um empurrão mais forte, o chuveiro entrou e ele empurrou-o todo para dentro de mim. Não tive dores, apenas uma sensação estranha, um arrepio nas costas… de seguida ligou a água morna para ela correr dentro de mim até sair limpa. Tirou o chuveiro do meu cu, limpou-me bem e como eu estava descalça pegou em mim e levou-me para a sala. Pousou-me no sofá e disse “põe-te de gatas aí e fecha os olhos, vou fazer uma brincadeira contigo “. Eu fiz o que ele pediu e ouvi-o a desapertar o cinto, depois o fecho e ele disse “não te mexas agora” agarrou as minhas ancas encostou o caralho no meu cu, deu um empurrão leve dele e a cabeça grossa entrou, com alguma dificuldade, mas entrou. Depois foi empurrando devagar até que acabou por enterrar o pau todo dentro do meu cuzinho virgem que se abriu completamente para aquele monstro fazendo-me sentir outro arrepio que correu a espinha toda… uma sensação tão boa… e nada de dores. Depois do caralho estar todo dentro do meu cu, ele perguntou se tinha doído eu disse que não, perguntou se podia continuar a brincar, eu (sem saber o que era) disse que sim. Ele tirou o pau até meio agarrou-me nas ancas e esperou-o bem fundo com uma só estocada muito forte. “Doeu?” Não, não tinha doido absolutamente nada… “faz mais, eu gostei” e ele fez, mais um estocada forte e funda… e eu gemi um bocado, e agora ele não parou mais, continuou assim, até começar a sentir o meu cu mais lubrificado. Pegou em mim ao colo, com o pau bem enterrado “vamos para a cama, lá é mais divertido” e enquanto íamos para o quarto ia-me fodendo.
Tirou fora, deitou-me de barriga para cima, frango assado, pernas nos ombros dele e meteu outra vez agora bem fundo e com força recomeçando a foder forte e fundo aumentando o ritmo á medida que me fodia escancarando-me bem para meter tudo “não me acredito que nunca levaste neste cu, estás bem aberta minha puta” e martelava fundo. O pau dele era bem grosso no meu cu apertado, veio-se rápido, começou a gemer, empurrou tudo para dentro e o leite inundou as minhas entranhas com rajadas quentes. Quando acabou, tirou o pau bem devagar, o meu cu chupava o pau para ele não sair. Quando saiu fez um barulho parecido com uma rolha de uma garrafa, e imenso leite saiu com o caralho grosso. Senti o meu buraco fechar-se devagar… e ao mesmo tempo uma sensação estranha de vazio…. O meu coração ainda batia forte, eu tremia, mas estava feliz. “pai podes fazer mais, gostei muito, quero mais”, mas ele já não aguentava, respondeu “hoje não amor, mas amanhã quando acordares vais levar mais. Prometo que nunca mais te vai faltar pau nesse buraco…
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