Andava sem pau há bastante tempo, estava já a trepar paredes, procurava na internet, mas na hora da verdade ninguém aparecia, por isso decidi colocar pés ao caminho e procurar na rua, nas duas salas de cinema porno ou nos sítios obscuros da cidade. Escolhi um fim de semana, altura em que muita gente esta em casa e os machos famintos procuram buraco para enterrar o caralho.
Sábado, acordei, pequeno-almoço rico e fui para a banheira, para um banho bem relaxado, para enterrar o meu dildo bem fundo…lavagem interna também e depois, roupa. Tinha de ser algo sexy, quase puta para os machos verem o que eu procurava. Comecei pela lingerie, preta com bordados vermelhos, cueca de fio dental para ser mais fácil, sutiã e cinto de ligas com seis ligas que prendiam umas meias pretas bem brilhantes. Por cima um vestido que eu amo e uso muito, de lycra, branco bem justo e curto para mostrar a liga rendada das meias e uns sapatos bem femininos com um tacão pequeno porque ia caminhar bastante. Unhas pintadas de vermelho sangue, lábios também… e estava pronta para o meu dia.
Comecei pelo cinema do centro comercial Brasília, estacionei o carro no parque e fui para o cinema. No centro comercial no piso do cinema, estava tudo vazio, as lojas estavam todas fechadas, e a meio do caminho cruzei-me com um velhote, devia ter uns setenta anos, a olhar para mim com olhos de “predador”, e muito estranho, o dia estava quente e ele estava com uma gabardine comprida… decidi dar a volta e passar por ele novamente, desta vez a caminhar mais devagar, mais sensualmente. Quando estávamos mesmo frente a frente ele abriu a gabardine, e um pau comprido e um pouco grosso, bem teso, bem duro apareceu fora das calças, já um pouco babado.
- É isto que procuras puta? Está mesmo aqui, toca-lhe, não tenhas medo…
Nem lhe respondi, caí de joelhos e engoli-o todo, garganta funda, não sei como consegui, mas a pica enorme entrou toda na minha boca, mesmo até os tomates, estava dentro da minha garganta mesmo ali, no corredor do centro. Fiz um broche bem requintado, chupava forte mesmo com fome, ele estava tão excitado que bastaram uns minutos, poucos, para ele me inundar a boca de leite que foi directa para o estômago. Quando acabou de se esporrar, tirei-a da bica devagar e vi ainda um caralhao bem teso, bem duro a pedir a porta traseira. Levantei-me, de costas para ele contra a parede, levantei a saia e abri as nádegas com as mãos a convidá-lo a entrar, e ele entrou. O leite lubrificou que ainda estava na pica serviu como lubrificante para o meu buraco e entrou toda até ao fundo com uma estocada muito forte. Segurei-me a um corrimão na parede do centro, empinei um pouco o traseiro e ele começou a foder como se não houvesse amanhã, forte e fundo e muito rápido. Sentia o pau dentro de mim entrar e sair com força, a rasgar tudo por dentro, eu gemia e ele pedia-me para eu me calar, mas era difícil, aquela pica grossa dentro de mim estava a deixar-me louca, era o que eu precisava, ser bem encavada. O ambiente silencioso era quebrado pelo “paft paft” da pele dele contra a minha e do meu gemer. Infelizmente, mais uma vez, ele não aguentou muito, uns cinco minutos, empurrou tudo para dentro e descarregou mais litros de esporra dentro de mim, as rajadas fortes e quentes batiam dentro de mim, e eu estava louca. Só aí é que me lembrei que ele estava a foder ao natural, sem camisa, mas era assim que eu gostava. Quando a esporra acabou ele tirou a piça de dentro de mim, eu virei-me para ele para a chupar e limpar o resto da esporra… e vi que A PUTA DA PIÇA AINDA ESTAVA DURA!!!
-Tomaste Viagra cabrão? Ainda a tens bem grossa, quero-a dentro outra vez.
Ele sorriu, fechou a gabardine com o pau fora das calças como estava quando o vi e disse:
- Calma minha puta, Ainda não acabou quero rebentar esse cu mas agora vai ser na rua, vamos passear os dois, e eu vou meter sempre que me apetecer… vacas como tu têm de ser tratas assim. Claro que, como nunca digo não a um desafio, fui com ele... e ele fodeu-me mais seis vezes… conto na próxima…
Querem a continuação?
Votem… comentem…

