Serviço miitar

Com dezoito anos, altura de nos irmos apresentar nas forças armadas, aquilo a que se chama “dar os sinais” não faço ideia porquê, basicamente é passar um dia num quartel a fazer exames e a ouvir o que são as várias corporações. Claro que eu também tive de o fazer, como todos os da minha idade.
Tinha de estar do quartel, no Porto às oito em ponto, tive de acordar bem cedo e fui de táxi para ter a certeza que chegava a horas. Após um bom banho relaxado, vesti uma lingerie vermelha composta por um corpete com quatro ligas que prendiam umas meias pretas brilhantes e umas cuecas asa delta bem metidas nas nádegas. Por cima umas calças de ganga brancas e uma camisa preta de seda um pouco justa e os dois botões de cima desapertados, mostrando um pouquinho do corpete vermelho. Calcei uns sapatos ligeiramente femininos, bastante perfume e fui para o meu dia na tropa.
Eram oito em ponto quando os portões se abriram e nos fizeram entrar, levando-nos para uma sala grande onde tinha várias secretárias para nós entregarmos a carta de recrutamento, o bilhete de identidade e o boletim de vacinas. As mulheres que lá estavam introduziam os nossos dados no computador, faziam algumas perguntas e passávamos á sala seguinte, um anfiteatro enorme onde o representante de cada força militar falava do seu grupo. Depois veio a parte pior… exames médicos. Passamos para uma sala de espera onde eramos chamadas pelo nosso número de identificação e entravamos para outra sala onde nos pediam para tirar a roupa ficando apenas de cuecas. Fiz o que pediram, fiquei com as cuecas sexy bem enterradas no rabo e fui para o consultório onde estava uma médica bem bonita por sinal, que quando me viu sorriu, e brincou, “nunca vi um soldado tão atraente… assim até eu fico louca, que lingerie sexy”, e começou os exames. Quando acabou, voltei a vestir-me e fui para o parque esperar a hora de almoço.
Findo o almoço voltamos a fazer testes, desta vez testes básicos físicos, nada de muito esforço, apenas provas de resistência. Numa das provas baixei-me e as cuecas vermelhas evidenciaram-se nas calças brancas e o militar que me estava a ajudar viu. Senti que de repente algo mudou com a maneira como ele me tratava, e quando acabaram ele disse para ir para a sala de espera e quando passei por ele, senti-o apalpar-me o cu e chamou-me putona.
Cerca de meia hora depois chamaram para entrar para saber os resultados dos exames e das provas e quando entrei vi o militar que me tinha acompanhado nos testes físicos, de pé e disse-me para trancar a porta. Quando me voltei para ele, vi-o sem calças, com um mangalho bem grosso na mão. “tira a roupa, quero ver a puta que tenho á minha frente, agora vais fazer a prova final” claro que perante uma ordem dessas tão direta não havia com contestar, as minhas calças e a camisa desapareceram bem rápido, ajoelhei-me e abocanhei a piroca grossa cheia de veias, engolindo-a o mais que podia, garanta funda como eu adoro e faço sempre que posso. O pau bem enterrado na garganta, eu a engasgar-me, mas ele continuava a empurrar para o fundo aquele caralho grande, mas fazia com tanta força que eu não conseguia chupar… ele queria meter o pau todo dentro da minha boca, mas já estava na garganta, eu já estava a sufocar … empurrei-o para trás e consegui tirar aquilo da boca, já aflita. Ele riu-se e disse “puta do caralho, não entra á frente, entra atrás, vira-te minha puta, agora é que vais ganir. Mal me virei, debrucei-me na secretária, ele baixou-me as calças e mandou o caralho todo para dentro do meu cu, bem forte com uma estocada só, bem duro. Eu dei um grito, abri mais as nádegas para ele entrar com tudo… e ele meteu até os colhões, começando logo a foder forte. A cada estocada eu quase que empurrava a secretária tal era a força que o pau entrava em mim, mas era assim que eu gostava, forte e fundo.
Não contava levar uma foda daquelas, muito menos ali, num quartel militar, mas um caralho grosso é algo que eu nunca rejeito, seja onde for, embora ali não estivesse muito confortável, de pé, com as calças a prender as pernas, (não estava acostumada a levar no cu vestida com aquele tipo de roupa), mas já que estava dentro, ia até ao fim. E o macho continuava a martelar, a enterrar o mais fundo que podia, a chamar-me puta, cabra, badalhoca, que eu adoro, excita-me ser tratada por nomes porcos, excita-me ser humilhada enquanto me fodem o cu, mas o que me excita mais veio a seguir, aquela palmada bem forte, aquela palmada que me faz saltar e que me pisa, mas que manda a minha excitação para cima, fico completamente perdida, pronta para tudo o que o macho me queira fazer, naquela posição ele não conseguia enterrar fundo, por isso trocamos de posição. Tirei as calças para conseguir abrir as pernas, deitei-me em cima da secretária de barriga para o ar, pernas nos ombros dele e aí é que começou a foda de verdade, ele enterrou tudo, mesmo fundo, senti o pau todo dentro de mim como eu quero sempre “acordaste a puta, agora usa-a, rebenta-me o cu todo, tens uma puta ao teu dispor.” Ele agarrou nas minhas ancas para se apoiar e começou a bombar, agora mesmo todo dentro. Eu pus a mão na boca, já sabia que ia gemer, mas ele mandou tirar,” quero-te ouvir gemer minha puta, vais gritar com o caralho enterrado” e fodia com força e bem fundo. Sentia o pau entrar e sair de mim, deslisar dentro das minhas entranhas e queria mais, sou puta insaciável, quero sempre mais, e ele enterrava. Eu estava deliciada com aquele pau a abrir-me toda…, mas o que é bom acaba depressa... ele começou a gemer, a torcer-se, eu percebi que ele ia acabar “enterra fundo e dá-me esse leite todo dentro, engravida-me” e ele fez, com a pica grossa bem fundo o leite inundou o meu ventre com rajadas fortes…
Quando acabou, tirou a pica do meu cu e eu levantei-me e metia na boca para acabar de a limpar. Depois vesti-me, ele deu-me outra palmada forte no cu “grande puta, vou fazer de tudo para fazeres a tropa aqui… a levar nesse cu todos os dias…”
Mas infelizmente não fui… passei á reserva… e nunca mais senti esse caralho que nunca mais me saiu da memória.

Todas estas histórias são verdadeiras.. se querem que vos conte mais... comentem... votem...


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Ficha do conto

Foto Perfil elanasilva
paulinhacd

Nome do conto:
Serviço miitar

Codigo do conto:
251891

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/01/2026

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