Estava há vários meses a trepar paredes, precisava de sexo urgentemente. Como a internet já não dava, fui procurar na rua. Um sábado, quando os machos famintos procuram buraco para enterrar o caralho. Banho perfumado, lavagem interna, dildo bem fundo para abrir.
Vesti-me bem puta para ser bem comida: lingerie preta com bordado vermelho, fio dental engolido pelas nádegas, sutiã igual, cinto de ligas com seis ligas a prender meias pretas brilhantes. Por cima, um vestido de lycra branco, bem colado, quase segunda pele, curto — a renda das meias piscava a cada passo, unhas e boca vermelho-sangue.
Escolhi o cinema porno no C.C. Brasília, um que eu conhecia bem. O corredor estava vazio, a caminho aparece um velhote de gabardine. 70 anos, mais ou menos, olhar de predador. Quando eu passo ele abre a gabardine e o caralho salta: comprido, grosso como o meu pulso, veias a latejar, cabeça roxa de tão inchada, um fio de baba a cair da cabeça linda e brilhante….
— É isto que procuras, puta? Parei a olhar aquele monstro… o coração a 1000 à hora… ele diz: mama-o! Caí de joelhos. Abri a boca e desci a fundo na primeira metida. Garganta aberta, nariz enterrado nos pentelhos grisalhos, tomates pesados a bater-me no queixo. Ele agarrou-me a cabeça com as duas mãos e começou a usar-me. Entrava e saía com força, batia-me na úvula, eu engasgava e voltava a abrir. Babava-me toda, escorria pelo queixo, pelo pescoço, manchava o vestido. Cada estocada era mais funda — sentia a glande grossa a alargar-me a garganta por dentro.
— Engole tudo, cabra, até aos tomates. Obedeci. Relaxei, respirei pelo nariz e deixei-o usar-me como ele queria. Dez, quinze, vinte estocadas fundas, sem tirar. O pau inchou ainda mais dentro da minha boca, pulsou contra a minha língua e explodiu. O primeiro jorro bateu-me no fundo da garganta e desceu direto. O segundo encheu-me a boca, espesso, salgado, quente. O terceiro, quarto, quinto — não parava. Esporra grossa a transbordar pelos cantos da boca, a pingar para o chão, para as minhas mamas. Ele só parou quando esvaziou os tomates. Tirei a boca devagar, um fio de porra ainda a ligar a minha língua à pica dele. Engoli o resto e mostrei-lhe a língua limpa. Mas o filho da puta continuava teso, duro, a latejar, mais grosso do que antes.
Levantei-me a tremer, encostei de costas à parede, puxei o vestido até à cintura, abri o cu com as duas mãos, fio dental para o lado.
— Arromba-me. Quero sentir tudo.
Cuspiu na mão, esfregou na cabeça do caralho e encostou no meu cu. Empurrou, a glande enorme forçou o anel, abriu-me centímetro a centímetro. Ardi, gemi, mas não fechei. Depois meteu a fundo numa estocada só — 20 e tal centímetros de pau grosso a desaparecerem dentro de mim. Senti a barriga encher, o ar a faltar. Agarrou-me pelas ancas e começou a bombar. Longo, lento, a sair quase tudo e a enterrar até aos tomates. “Paf… paf… paf”. Cada volta as veias dele raspavam-me por dentro, a cabeça do caralho batia-me na próstata. Depois acelerou. Rápido, bruto, sem dó. O barulho de pele contra pele ecoava no corredor vazio. Eu arranhava a parede, pernas a fraquejar, cu continuava a engolir aquele monstro.
— É fundo que tu gostas, não é puta? Toma. Toma tudo. E eu aguentava cada centímetro, cada pulsação, cada veia. Ele saía até ficar só a cabeça dentro e socava com toda a força, a enterrar-me os tomates contra o rabo. Dez minutos, quinze. Eu já nem gemia, uivava. O cu dilatado, a aceitar, a pedir mais.
Quando ele rosnou, soube que se esporrava. Enterrou até ao fundo, ficou lá cravado e descarregou. Senti o primeiro esguicho quente a bater lá dentro, forte. Depois outro, e outro, e outro. Jorros grossos, pesados, a encherem-me as tripas. Ele gemia e esporrava, esporrava e gemia. O meu cu já transbordava, escorria porra pelas coxas, pelas meias. Quando tirou, fez “ploc” como uma rolha e um rio de esporra branca escorreu de dentro de mim para o chão, a formar poça. Virei-me, de joelhos outra vez e limpei-o com a boca. Chupei devagar, a saborear a mistura da minha saliva com a esporra dele. E no fim, a puta da pica ainda estava dura. A latejar, babada, pronta para a segunda ronda.
- Mete mais, enraba-me outra vez bem fundo, Ele fechou a gabardine com o caralho de fora e puxou-me pelo cabelo.
— Calma, minha puta. Ainda tenho os tomates cheios. Vou encher-te esse cu mais vezes, mas agora vai ser na rua. Vamos passear e vais levar no cu sempre que me apetecer. Percebeste?
Percebi. Com a esporra a escorrer pelas coxas levantei-me e com ele. Ele fodeu-me mais seis vezes, todas dentro. Em todas me deixou a pingar.
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