Inspecção militar 2

Meses depois, recebi uma carta em casa: “Serve a presente para o informar que se deve apresentar no quartel no próximo dia 01/06 às 8:30, pavilhão C. Motivo: inspeção médica”. Tremi de tesão .... Foda-se! Já vou levar no cu outra vez!!!
Voltei ao quartel do Porto na data indicada desta vez farda de puta, mas sem fingir, era para ser pita, tinha de ser puta: lingerie vermelha rendada, corpete com seis ligas que prendia umas meias pretas bem brilhantes, fio-dental engolido pelo rego. Por cima, vestido preto de malha semitransparente justo, curto, que quando eu caminhava subia e mostrava o meu cu de puta faminta, sapatos de salto bem alto para mostrar as coxas, muito Perfume, bem reles, batom vermelho carregado. Cheguei, e as pernas já falhavam a tremer.
Na portaria, mostrei a carta, ele encaminhou-me para gabinete 6. Bati a porta, entrei e vi o mesmo filho da puta sentado na secretária. Fardado, crachá “Sargento Martins”. Olhou-me de cima a baixo e lambeu os lábios.
-Olha a puta rameira furada. Ainda te lembras de mim, estás pronta para mais um exame anal? Pronta para levar no cu até caíres para o lado?” Não respondi. Ele levantou-se, trancou a porta pegou-me pelo braço e puxou-me, encostando-me à parede de costas para ele. Levantou-me o vestido com uma mão, o fio branco já estava molhado, o cu a piscar.
-Já vieste pronta badalhoca, estás pronta para eu te encher este buraco e deu-me duas chapadas fortes nas nádegas, para eu saber o meu lugar.
-Tira essa merda. Quero ver a minha puta. Obedeço e Tirei o vestido, ficando só com as meias de liga, o corpete e o fio dental.
-De quatro no chão, ajoelha-te e chupa este caralho que te vai rebentar outra vez. Ajoelhei-me, pus as mãos no cimento, Ele baixou as calças. E aquele caralho Grosso, torto, com veias a pulsar, cabeçorra roxa de tesão, apareceu a minha frente. E a metê-lo na boca, mas ele foi para trás de mim e em errou-o fundo, Sem preliminar, sem cuspe, mesmo a seco. O cu abriu-se, eu gritei.
-Calada, porca nojenta, não tens direito a berrar, abre esse bordas para eu enterrar mais o caralho neste cu nojento. E Enterrou até os colhões baterem com força nas Minhas nádegas, começando logo a marrar como quem bate bife. Os meus joelhos esfolavam no chão, mas eu abria-me mais e gemia.
- Caralho, está tão fundo… rebenta-me toda! Sou mesmo puta e tu não me deixas esquecer. De repente A porta abriu, outro fardado, mais novo, entrou, caralho de fora já duro, grosso também, mais grosso que o do Sargento.
-Sargento disseram-me que tinha um buraco fundo aqui. Vim ajudar na inspeção. O meu macho não tirou a piça de dentro, olhou para mim, com o caralho dele bem dentro, riu-se e disse.
-Enterra já, quero esse caralho dentro com o meu, ela aguenta dois caralhos no cu. O novo cuspiu na mão, lambuzou a cabeçorra e encostou no meu cu, ao lado da pica do Sargento que já estava enterrada até os colhões a foder loucamente a fazer-me gritar de prazer. Forçou a entrada, mas não conseguia meter, não cabiam dois postes gigantes. Eu gritava, mas ele continuava a forçar
-Abre este cu caralho, relaxa este buraco ou eu rasgo-te ao meio vaca do caralho! Não relaxei, Não consegui, mas Ele forçou tanto que a cabeçorra dele entrou com o caralho do Sargento, alargando-me toda. Eu berrei com dores para ele tirar, mas sem sucesso.
-CALADA PUTA, estão os dois caralhos dentro e vão-te rebentar este cu nojento, badalhoca do caralho. O Sargento segurou-me pelos cabelos, e o novo agarrou-me nas ancas. E entraram, os dois ao mesmo tempo. A borda do meu cu cedeu, rasgou, ardeu. Duas picas grossas a esmagarem-se dentro de mim, a disputar espaço, a esticar a tripa até eu achar que ia partir ao meio.
-AIIII, CARALHO vocês vão-me rasgar toda! O grito saiu agudo, de puta.
-É isso, sua porca furada! D.P. é para buraco de verdade!”, rosnou o Sargento enquanto bombava junto com o outro. Descompassados no início, uma entrava enquanto a outra saía, mas depois acertaram o ritmo. Marravam sincronizados, duas toras a socar fundo, os quatro colhões baterem nas minhas nádegas ao mesmo tempo. Ploc, ploc, ploc. O barulho de carne a ser destruída, da minha carne. Eu babava no chão, ranho, lágrima, sem ar.
-Estás a sentir, minha vaca? Dois caralhos no cu de uma vez! É para isso que tu serves! Para ser rasgada!
            O prazer de ser destruída, ser só um buraco com capacidade dupla. Dois caralhos dentro a rebentar-me toda… e eu a gritar de prazer, as lágrimas corriam, o prazer era gigante e só queria era ser rebentada.
O Sargento rosnou primeiro.
               -Vou-te encher o buraco, vais levar a esporra dos dois! Enterrou até os colhoes e descarregou. Segundos depois o novo grunhiu e gozou também, os dois caralhos a pulsarem dentro de mim, a inundar as tripas com jorros grossos, quentes, a misturarem dentro de mim. Senti a barriga a aquecer por dentro, cheia de leite dos dois.
            -Engravidamos o cu da puta! O novato saiu devagar seguido pelo sargento, as duas picas a fazerem vácuo. O cu fez um estalo molhado, ficou aberto, bem arreganhado, babando esporra, num fio grosso e contínuo. Não fechava, eu tentava fazer força, ele Ardia e latejava de tão rebentado. O Sargento deu-me duas chapadas no cu, com força.
            -Olha para isto, Buraco de puta que levou duas picas e ainda está pedindo mais…D.P. anal agora é padrão para ti. Todas as inspeções vão ser é dupla.”
O novo cuspiu dentro do meu cu aberto.
-Para lubrificar para a próxima. Com dificuldade, voltei a puxar o vestido para baixo, ajeitei as cuecas … as pernas a tremer... o sargento olhou-me nos olhos a coxear, com o cu escancarado a escorrer leite dos dois pelas pernas abaixo.
            -Dispensada, badalhoca. Volta mês que vem, buraco duplo tem de ser usado senão fecha.
Voltei para casa, sentada de laMeses depois, recebi uma carta em casa: “Serve a presente para o informar que se deve apresentar no quartel no próximo dia 01/06 às 8:30, pavilhão C. Motivo: inspeção médica”. Tremi de tesão .... Foda-se! Já vou levar no cu outra vez!!!
Voltei ao quartel do Porto na data indicada desta vez farda de puta, mas sem fingir, era para ser pita, tinha de ser puta: lingerie vermelha rendada, corpete com seis ligas que prendia umas meias pretas bem brilhantes, fio-dental engolido pelo rego. Por cima, vestido preto de malha semitransparente justo, curto, que quando eu caminhava subia e mostrava o meu cu de puta faminta, sapatos de salto bem alto para mostrar as coxas, muito Perfume, bem reles, batom vermelho carregado. Cheguei, e as pernas já falhavam a tremer.
Na portaria, mostrei a carta, ele encaminhou-me para gabinete 6. Bati a porta, entrei e vi o mesmo filho da puta sentado na secretária. Fardado, crachá “Sargento Martins”. Olhou-me de cima a baixo e lambeu os lábios.
-Olha a puta rameira furada. Ainda te lembras de mim, estás pronta para mais um exame anal? Pronta para levar no cu até caíres para o lado?” Não respondi. Ele levantou-se, trancou a porta pegou-me pelo braço e puxou-me, encostando-me à parede de costas para ele. Levantou-me o vestido com uma mão, o fio branco já estava molhado, o cu a piscar.
-Já vieste pronta badalhoca, estás pronta para eu te encher este buraco e deu-me duas chapadas fortes nas nádegas, para eu saber o meu lugar.
-Tira essa merda. Quero ver a minha puta. Obedeço e Tirei o vestido, ficando só com as meias de liga, o corpete e o fio dental.
-De quatro no chão, ajoelha-te e chupa este caralho que te vai rebentar outra vez. Ajoelhei-me, pus as mãos no cimento, Ele baixou as calças. E aquele caralho Grosso, torto, com veias a pulsar, cabeçorra roxa de tesão, apareceu a minha frente. E a metê-lo na boca, mas ele foi para trás de mim e em errou-o fundo, Sem preliminar, sem cuspe, mesmo a seco. O cu abriu-se, eu gritei.
-Calada, porca nojenta, não tens direito a berrar, abre esse bordas para eu enterrar mais o caralho neste cu nojento. E Enterrou até os colhões baterem com força nas Minhas nádegas, começando logo a marrar como quem bate bife. Os meus joelhos esfolavam no chão, mas eu abria-me mais e gemia.
- Caralho, está tão fundo… rebenta-me toda! Sou mesmo puta e tu não me deixas esquecer. De repente A porta abriu, outro fardado, mais novo, entrou, caralho de fora já duro, grosso também, mais grosso que o do Sargento.
-Sargento disseram-me que tinha um buraco fundo aqui. Vim ajudar na inspeção. O meu macho não tirou a piça de dentro, olhou para mim, com o caralho dele bem dentro, riu-se e disse.
-Enterra já, quero esse caralho dentro com o meu, ela aguenta dois caralhos no cu. O novo cuspiu na mão, lambuzou a cabeçorra e encostou no meu cu, ao lado da pica do Sargento que já estava enterrada até os colhões a foder loucamente a fazer-me gritar de prazer. Forçou a entrada, mas não conseguia meter, não cabiam dois postes gigantes. Eu gritava, mas ele continuava a forçar
-Abre este cu caralho, relaxa este buraco ou eu rasgo-te ao meio vaca do caralho! Não relaxei, Não consegui, mas Ele forçou tanto que a cabeçorra dele entrou com o caralho do Sargento, alargando-me toda. Eu berrei com dores para ele tirar, mas sem sucesso.
-CALADA PUTA, estão os dois caralhos dentro e vão-te rebentar este cu nojento, badalhoca do caralho. O Sargento segurou-me pelos cabelos, e o novo agarrou-me nas ancas. E entraram, os dois ao mesmo tempo. A borda do meu cu cedeu, rasgou, ardeu. Duas picas grossas a esmagarem-se dentro de mim, a disputar espaço, a esticar a tripa até eu achar que ia partir ao meio.
-AIIII, CARALHO vocês vão-me rasgar toda! O grito saiu agudo, de puta.
-É isso, sua porca furada! D.P. é para buraco de verdade!”, rosnou o Sargento enquanto bombava junto com o outro. Descompassados no início, uma entrava enquanto a outra saía, mas depois acertaram o ritmo. Marravam sincronizados, duas toras a socar fundo, os quatro colhões baterem nas minhas nádegas ao mesmo tempo. Ploc, ploc, ploc. O barulho de carne a ser destruída, da minha carne. Eu babava no chão, ranho, lágrima, sem ar.
-Estás a sentir, minha vaca? Dois caralhos no cu de uma vez! É para isso que tu serves! Para ser rasgada!
            O prazer de ser destruída, ser só um buraco com capacidade dupla. Dois caralhos dentro a rebentar-me toda… e eu a gritar de prazer, as lágrimas corriam, o prazer era gigante e só queria era ser rebentada.
O Sargento rosnou primeiro.
               -Vou-te encher o buraco, vais levar a esporra dos dois! Enterrou até os colhoes e descarregou. Segundos depois o novo grunhiu e gozou também, os dois caralhos a pulsarem dentro de mim, a inundar as tripas com jorros grossos, quentes, a misturarem dentro de mim. Senti a barriga a aquecer por dentro, cheia de leite dos dois.
            -Engravidamos o cu da puta! O novato saiu devagar seguido pelo sargento, as duas picas a fazerem vácuo. O cu fez um estalo molhado, ficou aberto, bem arreganhado, babando esporra, num fio grosso e contínuo. Não fechava, eu tentava fazer força, ele Ardia e latejava de tão rebentado. O Sargento deu-me duas chapadas no cu, com força.
            -Olha para isto, Buraco de puta que levou duas picas e ainda está pedindo mais…D.P. anal agora é padrão para ti. Todas as inspeções vão ser é dupla.”
O novo cuspiu dentro do meu cu aberto.
-Para lubrificar para a próxima. Com dificuldade, voltei a puxar o vestido para baixo, ajeitei as cuecas … as pernas a tremer... o sargento olhou-me nos olhos a coxear, com o cu escancarado a escorrer leite dos dois pelas pernas abaixo.
            -Dispensada, badalhoca. Volta mês que vem, buraco duplo tem de ser usado senão fecha.
Voltei para casa, sentada de lado, porque o cu continuava aberto e a vazar.
Cheguei à casa, tirei o vestido, mas não limpei nada, caí na cama, de bruços e deixei a esporra escorrer nos lençóis. É marca de uso. Dois caralhos bem grosso. E eu sou só isso: um cu com coleira, testado e aprovado pra D.P. anal. Funda… forte…



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Ficha do conto

Foto Perfil elanasilva
paulinhacd

Nome do conto:
Inspecção militar 2

Codigo do conto:
261901

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/05/2026

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