fodi para ser chefe

O emprego que eu tinha estava a gastar as minhas energias. Todos os dias o mesmo, duas folgas separadas, não davam para sequer descansar, muito menos para foder e o meu buraco já pedia pau. O dia em que contrataram outro gajo de fora assumir a chefia, passando por cima de mim, foi a gota de água... Eu era dos mais antigos, engoli anos de “paciência” e o obrigado foi um estalo de luva branca.
Naquela noite não dormi. Deitei-me na cama, de cueca asa delta preta rendada e corpete vermelho, muito apertado com a renda a marcar-me a pele, peguei no computador e comecei a mandar currículos. Os dedos a tremer de raiva, apetecia-me fazer sei lá o quê… mas aguentei a fúria. Respondi para Rent a Car e só para cargos superiores, Supervisor, chefe, até um de gerente a rir-me, sabia que era impossível alguém me escolher…mas por incrível que pareça foi o primeiro a responder. Recebi uma chamada às nove da manhã com uma voz feminina:
-Entrevista amanhã às dez. Pode ser? - Claro. Estava de turno, mas caguei. Desliguei, olhei-me ao espelho… só de lingerie, com as ligas a morderem-me as coxas, e disse: “Vou sair desta empresa de qualquer maneira!
               Acordei às sete da manhã com a boca seca e o corpo a pedir sexo. Liguei o chuveiro, água bem quente, entrei sem tirar a roupa. A renda preta colou-se às coxas no segundo em que molhou. O corpete ficou pesado, a apertar mais, cada alça a morder fundo o ombro. Passei o gel devagar. A espuma escorria pela barriga, parava na curva da cueca asa delta e escorria para dentro. Afastei o tecido com dois dedos só para a água bater direto na pele. O gemido saiu baixo, abafado pelo vapor.
As ligas não alargavam, puxei uma, bem esticada, larguei, e ela estalou na coxa. Ardeu. Gostei. Repeti do outro lado. O nylon das meias ensopado colava na banheira, fazia aquele som molhado quando eu mudava o peso do corpo. Saí a pingar, nem me sequei direito. A toalha roçou os mamilos por cima da renda do sutiã e eles ficaram duros na hora. Depois sequei-me bem e vesti-me para aquela entrevista de eu podia mudar a minha vida. Lingerie vermelha composta por um corpete com seis ligas que prendiam umas meias de liga pretas com liga vermelha muito brilhantes e umas cuecas asa delta iguais, por cima, uma camisa preta de seda com os dois botões de cima abertos e uma calças de ganga brancas. O tecido, ficou transparente, a cueca vermelha e a liga vermelha gritavam por baixo. Olhei-me no espelho, o corpete marcava a cintura, a calça colava nas coxas, a renda aparecia inteira. Passei a língua nos dentes e pensei: estou pronta, desta vez sou eu, sem mentira, sem esconderijos.
Cheguei ao local, a recepcionista, loira bonita, batom vermelho forte, vestido tão curto que a liga das meias piscava a cada passo. O tecido colado desenhava-lhe a calcinha e o fio do cu. Sorriso lindo, voz de mel:
- O chefe espera por si. Entrei, o patrão era um mulato musculado, tronco de touro. As calças de fato esticam no meio das pernas e marcam um cacete cavalar que me deixa sem saliva. Tento não olhar, mas é impossível. Aquela pica grossa hipnotiza. Sentamo-nos num sofazão. Ela traz dois cafés, debruça-se eu vejo as mamas redondas sem sutiã, ela pisca-me um olho e sai. Falamos da empresa, de mim e do nada ele dispara:
— Desculpa perguntar fora da entrevista... mas usas lingerie há muito tempo? Nota-se tudo por baixo dessa roupa. Engoli em seco, mas respondi na lata:        
— Desde puto. Só vim de calças por causa da entrevista. Normalmente ando de saia ou vestido. Ele olha-me de cima a baixo, vejo o volume a crescer nas calças. O cacete dele fica duro que parece que vai rasgar o tecido.
— Então vais fazer um favor de tirar essas calças de merda. Não és tu. Vou mandar trazer uma saia. Vais vestir e continuamos. Aceitei logo. A loira levou-me para outra sala e mostrou-me três saias: uma branca de freira, uma preta sem graça, e uma azul de couro, curta, justa, que me aperta o cu e deixa as ligas a provocar. Escolhi a vermelha, claro. Para completar, pinta-me os lábios passa faz-me uma maquilhagem leve e diz:
— Assim estás pronta para ele, vai com tudo, bem-vinda á empresa.
Voltei á sala e ele está ainda no sofá, mas agora com a pica de fora. Puta que pariu, era um monstro. Grossa, veias a pulsar, cabeça roxa a babar. Travei a respiração e sem uma palavra ajoelhei-me e enfiei aquela tora na boca. Mal cabia, forcei, entrou garganta funda, até me virem as lágrimas. Ele agarrou-me o cabelo e meteu mais. Engasguei-me, babei-me toda, mas não parei. Queria aquele veneno.
Em segundos senti jatos grossos de leite quente a disparar direto para o estômago. Engoli tudo, mas queria mais, queria aquela vara a arrombar-me o cu. Levantei-me, puxei a saia para cima, desviei a cuequinha de renda para o lado e pus-me de quatro no chão, cu a apontar para ele:
— Arromba-me. Mete tudo até eu gritar. Ele cuspiu-me no buraco e enfiou a cabeça com força e eu fiquei sem ar. Parou uns segundos, agarrou-me nas ancas e empurrou o resto. Rasgou-me por dentro. Começou a bombar com força, sem dó e os colhões dele batiam-me no rabo a cada estocada.
— Vi logo que eras uma puta quando entraste. Vais levar com ele até eu me fartar — rosnou-me. E eu a abrir-lhe o cu com as mãos:
— Mais fundo, cabrão. Parte-me toda! Mudou-me de posição. Atirou-me para cima da secretária, pernas nos ombros dele, cu escancarado. Entrou outra vez a seco. Doeu, senti-lhe a piça no estômago. Gemia, babava-me:
— Ahhh caralho, que pica gostosa! Não me dês emprego nenhum, só quero esta foda! Sou tua puta! Ele ria e estocava mais bruto:
— Vou encher-te esse cu de leite, sua cadela. Vou-te engravidar por trás!
E senti os jatos dentro de mim, quentes, grossos, a inundar-me as tripas. Ficou enterrado até esvaziar tudo. Quando tirou fez “ploc”, o buraco ficou a pingar. Tapei com a mão, peguei num copo da secretária e enchi com o leite que escorria de mim. Depois bebi e lambi os beiços.
Vestimo-nos. Eu com esperma a escorrer pelas coxas, meias coladas e sentámo-nos. A loira entrou com um contrato que ele me pede para assinar.
— Bem-vinda à empresa. És a nova gerente no aeroporto. Só tens de vir aqui uma vez por mês pelo menos, esse cu precisa de manutenção. E é de saia que vais trabalhar sempre.
Fiquei tão a feliz que montei nele outra vez. Desta vez a loira juntou-se. Chupou-me as mamas enquanto ele me enchia o cu de novo e também levou cm ele na cona…, mas isso é outra história…
Agora venho cá todas as semanas. Alimentar o monstro. Matar a fome


Foto 1 do Conto erotico: fodi para ser chefe

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Ficha do conto

Foto Perfil elanasilva
paulinhacd

Nome do conto:
fodi para ser chefe

Codigo do conto:
260462

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/04/2026

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