No dia seguinte vesti-me bem sexy por baixo da minha roupa para ir para a escola, uma tanguinha fio dental bem enterrada no rego e uns collants pretos brilhantes, daqueles que brilham com a luz, que roubei da gaveta da minha irmã. Queria sentir-me puta, cadela, fêmea. De hora a hora ia à casa de banho, trancava a porta, baixava as calças do fato de treino e ficava a ver-me ao espelho. A tanguinha sumia-me no cu, os collants marcavam-me as coxas. Era um tesão do caralho pensar que a qualquer momento um gajo da turma podia entrar e apanhar-me assim, de pau meio rijo, vestido de puta.
Nas aulas não ouvi merda nenhuma nas aulas. A professora chamou-me três vezes e eu só acenava, com a cabeça na foda de ontem e no que ia acontecer depois das aulas. O meu cu ainda estava largo, a arder, cheio de restos de porra do caralho gigante do Valdemar. Cada vez que me mexia na cadeira sentia o leite dele a ameaçar escorrer.
No intervalo o Valdemar veio ter comigo atrás do pavilhão, com aquele caralho de cavalo.
-Mostra-te, cadela. Quero ver como vieste hoje. - Olhei para os lados, não vi ninguém, baixei as calças até ao joelho, a tanguinha vermelha desaparecia-me no cu e os collants brilhavam. O pau dele ficou logo um ferro a marcar as calças de treino.
-Filha da puta... - Puxou-me contra a parede fria, baixou-me os collants e cuspiu nos dedos que enfiou no cu sem dó. Eu mordi-me para não gritar.
-Tás cheio de leite meu, puta, mas ainda cabe mais, desapertou as calças, tirou aquele monstro, veias a pulsar, cabeça roxa a pingar, encostou na minha entrada, que já piscava de tesão, e meteu fundo num empurrão só, bruto, sem piedade. O estalo da barriga dele contra o meu rabo ecoou. Eu engasguei-me, e gemi com aquele tronco dentro.
-Shhh, cala a boca ou chamo a turma toda para te ver a levar no cu. Começou a bombar de pé, contra a parede de betão. Pac, pac, pac. O barulho da pele a bater, o meu arfar de vergonha para não gritar por mais piça enterrada fundo no cu, cada estocada entrava até os colhões, a cabeça do caralho a bater-me na próstata. Eu debruçada para abrir mais, as pernas a tremer, a esporra que estava dentro já a escorrer… não aguentei.
-Mais, caralho, parte-me toda, mete fundo, abre-me toda, vem aí alguém e vais ter de me partilhar…
-Quero que venham. Quero que vejam que a minha piça está bem enterrada neste cu de puta que é meu. Fodeu-me, rápido, animal, sem carinho nenhum. Vi que alguns colegas estavam já a ver aquele pistão bem enterrado no meu cu de puta e desejei que eles se juntassem a festa, mas esses tinham vergonha, ficaram só a ver. Entretanto. Senti-o inchar dentro de mim e descarregou jatos grossos, quentes, fundos. Encheu-me o cu que já estava cheio da noite anterior com mais leite quente. Quando tirou, a esporra escorria-me pelas pernas, deslizando na seda brilhante das minha meias.
-Limpa-me o caralho – Ajoelhei-me, ainda de calças nos joelhos, e meti o caralho bem melado na boca. Tinha sabor a cu e a esperma e chupei até ficar limpo. Depois ele guardou o pau eu levantei-me e levei uma chapada no cu bem forte.
-Às 6 na casa. Vou-te engravidar a sério. Vou-te foder tanto que vais ficar sem conseguir andar, vais ficar com tanta esporra que vais engravidar. Esse buraco é para ter leite meu...
Passei o resto das aulas a sentir a esporra dentro de mim, sempre que me mexia sentia-a a mexer, a querer sair, mas eu aguentava-a dentro.
Cheguei à casa a arder, com muito tesão. Fui à casa de banho e despejei o máximo que podia, ia ter mais leite novo, tinha de ter espaço… comi rápido, caguei nos TPC, e corri para a casa. No caminho só pensava na roupa que ele ia ter para mim já que a mãe dele, era uma toura de 55 anos, corpo de milf, vestia sempre minissaia, tinha coxas grossas e sexys e tops justos para mostrar as mamas redondas. Uma vaca que devia amar ter uns bons caralhos enterrados nos buracos…
Cheguei, ele não estava, mas na cama do quarto tinha meias de liga pretas brilhantes, cinto de ligas, sutiã vermelho de renda, cuequinha asa delta vermelha, minissaia preta de lycra, e um top vermelho. Roupa de puta cara e um bilhete que dizia; “Veste-te e espera por mim”
Despi-me toda e comecei a preparar-me para ele, primeiro a cuequinha, bem enterrada nas nádegas, depois o sutiã, não enchia, mas marcava os mamilos. Calcei as meias, as pernas brilhavam imenso, tentei prender o cinto, mas como não sabia mexer na merda dos ligueiros ficaram só pendurados, mas as meias colavam à perna. Fiquei um pouco só de lingerie no meio do quarto, a ver revistas porno que estavam lá. Posições, garganta funda, dupla penetração...queria fazer tudo com ele, depois vesti a mini saia que não tapava a liga das meias, e sempre que eu caminhava subia mostrando o cu… pintei os lábios com um batom que eu tinha e sentei-me no sofá a espera do meu macho.
Um pouco depois ouvi a porta, encostei-me, de costas para a porta ligeiramente debruçada para ele ver o meu cu faminto, de forma sensual como tinha visto na revista, a porta abriu.
-Olá, querido, a tua puta está pronta para ti, quero esse mangalho todo dentro de mim… engravida-me, sou tua. – virei-me e quem é que eu vi? A D. Helena, mãe dele. Olhos pintados de preto, batom vermelho, saia justa e curta a mostrar a liga vermelha das meias, tacão alto a evidenciar as coxas grossas, decote até ao umbigo… fiquei gelada, ali vestido de mulher de frente para ela…nem sabia o que dizer… Ela sorriu, entrou e fechou a porta.
-Olá, boneca. O meu filho contou-me que tinha uma namoradinha puta e que lhe ia rebentar o cu, vocês são novos, não sabem foder direito, e eu vou ajudar. Se é para foder, tem de ser uma foda a valer! Agarrou-me no queixo e deu-me um beijo na boca, bem lento, com língua dentro da minha boca, eu derreti.
-Anda, vamos deixar-te bonita para o teu macho. Levou-me para o quarto, ajoelhou-se, prendeu-me as ligas nas meias como deve ser com a mão a acariciar-me as coxas. Depois acabou a minha maquiagem: base, sombra preta, delineador, pestanas, blush, batom vermelho matte. Quando olhei para o espelho estava uma puta completa.
-Pronta?
-Sim... - Ela agarrou-me a cara, olhos nos olhos e perguntou:
-Queres mesmo dar o cu ao meu filho? Aguentas aquele poste? Ele tem pica de homem, não de puto. Cheia de tesão, já quase em formato puto sem pudores respondi:
-Já o tive bem enterrado aqui ontem e hoje na escola, já estou acostumada a levar com ele, mas agora quero ser bem fêmea e dar-lhe tudo o que ele merece, sem limites, sem tabus…. Quero ser a mulher dele. Quero o leite dele dentro de mim todos os dias. - Ela mordeu o lábio, sorriu e meteu-me a língua na boca outra vez. Beijo molhado, fundo, de fêmea para fêmea.
-Então vamos, boneca. Hoje fazemos de ti uma mulher.
Fomos os dois para o outro quarto onde o meu macho já estava deitado todo nu, de pau em riste, a bater uma bem devagar. Caralho bem grosso a babar, a brilhar, quando me viu toda montada, de batom, lingerie, saltos, saltou da cama.
-Foda-se... que puta!!!! Não perdi tempo pus-me de quatro entre as pernas dele, agarrei-lhe o caralho, quente, pesado, e comecei a chupa começando pela cabeçorra grossa, metendo-a toda na boca, salgado, cheirava a macho. Comecei a mamar, para cima e para baixo, mas só entrava metade, a mãe sentou-se ao meu lado.
-Assim não entra toda amor. Abre a garganta, deixa-a descer devagar. Colocou a mão na minha cabeça e começou a empurrar para baixo devagar, o caralho começou a afundar na minha garganta e eu comecei-me a engasgar. Ela riu-se:
-Respira pelo nariz e relaxa - Tentei outra vez. Empurrei, empurrei, e ele deslizou. Metade, depois mais. Os olhos a lacrimejar, o vómito a forçar até o nariz bater nos pentelhos dele, toda dentro, ele gemeu grosso.
-Tá toda dentro, puta, vou abrir-te toda. 20cm de caralho na garganta, -o pai começou a pulsar. Ele não aguentou muito, agarrou-me a cabeça com as duas mãos, enterrou forte e gozou. Jatos grossos direto para o estômago e eu engoli tudo, a garganta a trabalhar. Quando tirou, o caralho saiu a pingar baba e pré-gozo. Lambi a cabeça, limpei tudo.
-Agora quero no cu. Quero sentir. A mãe deitou-o de costas, chupou o pau dele para o molhar melhor, puxou-me para cima dele:
-Senta nele, cowgirl. Quero ver este caralho entrar bem fundo, quero ver esse caralho desaparecer a rasgar esse buraco.
-Senta bem devagar, boneca, isso tem de entrar tudo. Olhei para o caralho lindo, bem grosso a brilhar, baixei-me até ele encostar no meu cu e comecei a sentar-me. Centímetro a centímetro ele foi desaparecendo dentro do meu buraco, a alargar, a entrar. Quando os colhôes dele bateram no meu rabo, soltei o ar todo. Tinha 20cm de caralho dentro de mim de mim outra vez.
-Agora mexe. Comecei a subir e descer, devagar, o caralho entrava e saía, grosso, a rasgar-me as pregas. A mãe segurava-me pela cintura para ajudar. Numa das subidas, ela largou-me de propósito e caí com o peso todo em cima do pau que entrou de uma vez até ao fundo. Gritei, de dor e tesão misturados.
-Foda-se!
-Gostaste, puta? Outra vez. Ela levantou-me e largou. Outra estocada seca até às bolas. E outra. E outra. O quarto só tinha o som de pele a bater, dos meus gemidos, da cama a ranger.
-Muda... não aguento... as pernas... O Valdemar gemeu, virou-me de quatro como uma cadela e enterrou por trás. Sem aviso, até ao fundo. Agarrou-me as ancas e começou a bombar. Forte, rápido, fundo. A cama a bater na parede. Pac! Pac! Pac! Olhei para o lado, a mãe estava de pé, já sem blusa, Sutiã de renda preto, com mamas grandes a saltar para fora. Desapertou a saia, que caiu deixando-a Só de corpete, ligas, meias e fio dental. Tirou o sutiã, veio para a frente, e meteu-me uma mama na boca. Chupei o mamilo duro, a salivar. Abriu às pernas a minha frente, pegou na minha mão direcionando-a para a cona dela e disse:
-Já sentiste uma cona por dentro? Enterra a mão toda, abre-me toda, também quero ser aberta. Empurrei a mão para cima e ela rapidamente começou a deslizar para dentro. Ela estava a pingar, quente, aberta e gemeu alto.
-Mais, mete mais. Sou larga. Com o Valdemar a arrebentar-me o cu por trás, enfiei a mão toda na cona dela. Rapidamente a deslizou bem fundo até o antebraço. Ela gritou, agarrou-me o cabelo.
-Isso, puta! Abre-me a cona enquanto o meu filho te fode o cu! Sente-me por dentro! Éramos três animais sedentos de sexo, ele a bombar o meu cu, eu de punho na cona da mãe dele, ela a gemer e a beijar-me a boca, o quarto cheirava a sexo, a suor, a esporra. Entretanto comecei a sentir que ele me fodia mais devagar, mais fundo, e ele gemeu:
-Vou-me esporrar todo dentro deste cu, vou-te engravidar outra vez. - E o leite começou a jorrar dentro de mim com rajadas fortes e quentes. Ao mesmo tempo que se vinha dava estocadas que e faziam ver estrelas, estava muito fundo, eu estava a delirar quando ele me dava esticadas eu forçava a mão dentro da cona da mãe dele fazendo-a gritar e abrir mais as pernas. Quando acabou de se esporrar, a piça começou a ficar mole, ele tirou-a bem devagar e ao Mesmo tempo eu tirei a mão da cona da mãe. O meu buraco ficou a piscar, bem aberto com leite a escorrer. Ela deitou-me de costas, abriu-me as pernas e enterrou a cara no meu cu, lambendo-me o buraco, engolindo a esporra que escorria de mim.
Eram 18h30. Estávamos os três na cama, suados, melados. Eu de lingerie, batom borrado, cu a arder e a babar. Ela de corpete aberto, cona a pingar. Ele no meio, de pau mole, mas ainda grande, sorrindo.
-Agora es minha mulher para sempre, vou-te encavar todos os dias.
-Sou tua para sempre, podes-me foder quando e onde quiseres. Quero o teu leite sempre dentro do meu corpo. Ela olhou-me feliz, beijou-me, com sabor a mim e a ele e disse:
-Amei ver o meu filho dentro de ti, tu és linda. Vou fazer de ti mulher, e vou-te ensinar tudo para aprenderes o que é ser fêmea para um macho… amo-te e vou-te dar tudo que precisas, desde lingerie, roupa sensual... tudo o que uma puta tem direito.
Levantei-me, vesti o fato de treino por cima da lingerie, limpei a maquilhagem e fomos os três para casa, eu a de mão dada com a D. Helena, e a sentir a esporra a escorrer pelas pernas. E já estava com tesão outra vez.