Carnaval 2

Não tinha acabado de me recompor e já sentia olhos em mim. Um macho, alto, de barba por fazer, casaco de cabedal, cheiro a cerveja e testosterona. Encostou-se como se a rua fosse dele e eu fosse a parede.
— Ainda estás a pingar da enrabadela que levaste, não estás, puta? -rosnou-me ao ouvido, mão direta ao meu rabo, dedos a enfiarem-se entre as nádegas sem pedir licença. Não respondi, só empinei. O fio dental já estava encharcado, eu sentia-o e gostava. Ele puxou-o para o lado com um estalo forte nas minhas nádegas e cuspiu-me no cu. O cuspe misturou-se com a esporra do outro e aquilo fez um barulho obsceno quando ele enfiou três dedos de uma vez. Abri a boca, arfava como animal e mexi as ancas para trás para os dedos entrarem mais fundo
— É isso, fode-me os dedos, sua vaca — mandou, e rodava-os lá dentro, a escancarar-me toda. A música abafava os meus gemidos, mas eu já não queria conter. Queria que me ouvissem a ser desfeita. Tirou os dedos, lambeu-os, e sorriu como porco:
— Sabes a macho, a puta bem usada. Vou-te rasgar com o meu pau.
Desapertou as calças ali mesmo, no meio da multidão e um caralho venoso, torto para cima, grosso que nem o meu pulso entrou nas minhas entranhas. Não houve preliminares. Agarraram-me as ancas com força de quem parte loiça e enfiou-me a seco, a rasgar. Gritei. Juro que gritei, mas saiu um grunhido abafado porque a dor e o prazer fodiam à facada lá dentro. Ele não queria saber. Começou a bombar, estocadas curtas e violentas, a bater-me com os tomates nas coxas. Cada pancada ecoava nos ossos.
— Puta, mas apertada… de tanto levar no cu ainda estás apertada, sua cabra… — dizia entre dentes, e dava-me chapadas no rabo que me deixavam marcas vermelhas por cima da liga. Agarrei-me a um corrimão qualquer, vestido enrolado na cintura, rabo todo à mostra para quem quisesse ver. E viram. Um outro aproximou-se, encostou-se à frente, desabotoou-se e fez-me debruçar para lhe engolir o pau.
— Cala essa boca de cadela com isto — cuspiu. Cheirava a mijo e a suor. Engoli-o até à garganta, a babar-me, a engasgar, rímel a escorrer.
Ali estava eu: cu empinado a levar marrada forte e fundo, boca a ser usada como cona, no meio de centenas de bêbados a cantar. Uma puta pública, um buraco com pernas. E eu estava a adorar cada segundo. O de trás puxava-me o cabelo, usava-me como boneca empurrando-me para o da frente que me agarrava a cabeça e fodia-me a garganta fundo, até eu soluçar.
— Vais mamar tudo, sua porca. Vais levar porra nos dois buracos — rosnava o de trás, e aumentou o ritmo, animal, descontrolado. Sentia-lhe as bolas a bater com força, o caralho a inchar. O da frente igual, enfiava fundo também, eu sentia as bolas dele encostarem na minha boca e vieram-se quase ao mesmo tempo. O de trás empurrou tudo para dentro e descarregou outra vez dentro do meu cu, jorros a bater no fundo, a misturar-se com a porra do primeiro. Senti-me encher, transbordar. O da frente agarrou-me a nuca e esporrou-me na garganta, jatos espessos, amargos. Obrigou-me a engolir, tapando-me o nariz.
— Engole tudo cadela. Não quero o meu leite desperdiçado no chão
Engoli. Lambi, deixei escorrer pelo queixo. Quando me largaram, fiquei dobrada, a arfar, baba e esperma a pingar para o chão. Mais uma vez vestido subido, cu a latejar bem aberto, a verter esporra pelas pernas. As meias brilhantes já não tinham brilho — tinham era leite seco e mel de puta. Levantei-me a tremer, joelhos fracos. Um deles deu-me uma palmada no cu e desapareceu. O outro limpou o pau ao meu vestido, riu-se e também foi embora. Olhei em volta, ninguém parou para ajudar. Uns olhavam, outros gravavam, outros só queriam ser os próximos. Alisei o vestido como deu. Estava encharcada por dentro e por fora. Cheirava a sexo, a suor, a macho. Passei a língua pelos lábios vermelhos borrados e soube-me a porra e a batom. A noite ainda ia a meio, o Carnaval não perdoa. E eu ainda tinha um buraco para acabar de destruir!
        Não demorou nada…fui para o outro lado da cidade, ali estava demasiado barulho. Tinha dois caminhos, uma viela escura e a rua principal… por onde é que fui? Claro, pela viela. Ia ter piça de certeza.
        Não tinha chegado a meio do caminho e três machos cruzaram-se comigo, eu a caminhar devagar para sentir a esporra deslizar pelas pernas….mas isso fica para a proxima


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Ficha do conto

Foto Perfil elanasilva
paulinhacd

Nome do conto:
Carnaval 2

Codigo do conto:
261905

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/05/2026

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