Carnaval

No ano 2000, decidi estrear-me no Carnaval da cidade. Já andava há anos com vontade disso, e esta era a noite perfeita para sair vestida de puta assumida, daquelas putas que não pede licença nem desculpa. Queria rua, suor, mãos na carne e pau bem enterrado a decidir por mim.
Às seis da tarde, começou o ritual, banho demorado, água a escaldar, lavagem interna sem dó, enterrei o enema bem fundo, bem grosso, a rasgar-me por dentro para lavar e saciar ao mesmo tempo. Ia para a rua, tinha de estar pronta para ser muito usada. Saí, sequei-me, perfume reles abundante, tipo puta no pescoço, atrás dos joelhos. queria cheirar a fêmea no cio. Depois o “uniforme” de guerra: lingerie vermelha, corpete a esmagar-me as mamas, quatro ligas a morder as coxas, a prender meias pretas de brilho indecente com renda vermelha. Fio dental engolido pelo rego do cu. Por cima, vestido de lycra branco, justo como segunda pele, tão curto que a liga das meias piscava a cada passo que eu dava. Sapatos de tacão bem alto (12 cm), unhas e boca pintados de vermelho-puta. Maquilhagem q.b. Olhei-me ao espelho: estava um vício ambulante, pronta para ser estragada.
Dispensei o carro. O autocarro cheio era melhor, roçar, cheiro, tentação. Uma loira sentou-se ao lado — saia vermelha, curta até dizer chega, meias brilhantes, coxas grossas de abrir o apetite. Tinha de arranjar maneira de lhe falar, um motivo:
— Desculpa-me a lata, mas essa saia… onde é que uma puta como eu compra uma arma dessas? Ela riu-se, abriu as pernas um pouco, vi-lhe as cuecas azuis, disse que adorava saias e disse que como puta que também era. tinha coleções inteiras e que tinha muito gosto em mostrar-me todas, uma por uma, e se calhar mostrar mais ainda.... Trocámos números, prometemos noites de vadiagem…, mas essa é outra história para contar depois.
Cheguei à cidade e fui direita aos tascos que cheiram a tripas e vinho verde. Enchi a barriga com comida do Norte, ia precisar de estômago para aguentar o que vinha. Cidade a rebentar de gente, música a vomitar das colunas.
Andei até ao centro, ia haver concerto de uma banda qualquer que eu nem sabia quem era. A brisa de fevereiro metia-se-me debaixo do vestido, lambia-me o cu já húmido, arrepiava-me os poucos pêlos. Puta de sorte, gente a mais, corpo contra corpo, suor contra suor. Pensei ir para outro lado, odeio aperto…, mas senti uma sombra colar-se nas minhas costas. Mão grande, agarrou-me o cu com posse, dois dedos a afundarem na carne, gemi baixinho:
— Isto é fantasia de Carnaval ou és mesmo uma cadela a implorar por um ferro enterrado até às bolas?
Virei só o pescoço, voz de puta com cio:
— Isso é para eu saber e tu descobrires. Mas se começares, tens de acabar. Eu não levo meia foda. Não respondeu. Levantou-me o vestido, puxou-me o fio dental para o lado, cuspiu nos dedos e enfiou dois de uma vez no meu cu, a rodar, a escancarar, a fazer-me arfar. Quando me sentiu a abrir, tirou o caralho das calças e encostou a cabeçorra no meu buraco e começou a empurrar bem devagar, o filho da puta, queria saborear cada milímetro do meu cu a ceder. A glande entrou e parou, a alargar-me, a dizer-me quem mandava. Empinei, escarrei um “mete fundo” e ele afundou tudo numa estocada de partir. Vi estrelas, gritei, mas o barulho foi engolido pela música alta. Aquele caralhão bateu-me no fundo, naquele ponto que me desliga o cérebro e me liga o cu e as nádegas com as duas mãos, a oferecer-me toda:
— Viste? Já sabes o que sou. Agora fode. Fode até me desfazeres, quero fundo e forte, sem medo, eu aguento. E ele obedeceu. Puxava até a cabeça grossa daquele caralhao quase sair e voltava a martelar até às bolas, ritmado, animal. Cada estocada era um soco nas tripas. Queria gritar “parte-me toda, rasga-me, faz-me tua cadela!”, mas trincava os lábios e gemia para mim. Centenas de pessoas à volta, luzes, música, e eu ali, no meio, a ser enrabada como se não houvesse amanhã com as lágrimas a correrem pela face… de felicidade e prazer. As coxas tremiam, o mel escorria-me pelas pernas, as meias brilhantes mostravam o quão puta eu sou…, mas ele não era máquina. Ao fim de meia hora — ou uma vida inteira — senti-o inchar dentro de mim. Rosnou-me na nuca e descarregou jorros grossos, quentes, a bater-me por dentro. Esporradela após esporradela, a encher-me até vazar pelas bordas. Vim-me pelo cu a mamar-lhe o leite todo, pernas a falhar.
Tirou o pau com a mesma pressa com que o meteu, escorregou, pesado, babado, e desapareceu na multidão como um fantasma tarado. Fiquei ali, de vestido para cima, cu a mostra, a latejar, para quem queria ver, esporra escorrer coxa abaixo…. Puxei o fio dental para o sítio, ajeitei o vestido, e sorri com a boca vermelha.
Não soube nome, cara, idade. Não interessava, apenas que me tinham aberto, usado e enchido. Mas queria mais, muito mais. E a noite ainda estava a começar… porque aquela não foi a única enrabadela que levei.
Puxei o vestido para baixo com a mão a tremer. Sentia o leite dele a escorrer-me pela coxa, quente, grosso, a descer as meias brilhantes. Cada passo que dava era uma lambidela do meu próprio cu a dizer “foste usada, cadela”. E eu feliz por isso…

Foto 1 do Conto erotico: Carnaval

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Ficha do conto

Foto Perfil elanasilva
paulinhacd

Nome do conto:
Carnaval

Codigo do conto:
261902

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/05/2026

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