Sou puta faminta por um pau duro e grosso bem enterrado e nunca estou satisfeita, acho que sou um bocado (muito) ninfo. O meu vizinho que me encava quase todos os fins de semana, com aquele pau de 28cm de comprimento e oito de grossura abre-me as entranhas, e me enche de esporra que eu amo, deu-me um presente… um cão. Os pais dele têm um casal de Rottweiler que tiveram filhotes, e ele escolheu um macho para me dar. “Para te fazer companhia e daqui a uns tempos te rebentar esse cu de puta” foram as palavras dele. O animal era muito bonito, sempre pronto para fazer asneiras, sempre brincalhão, foi uma prenda maravilhosa, eu vivia sozinho e ele fazia-me companhia. O tempo passou, ele cresceu e eu comecei a ensiná-lo o que era sexo, comecei a mexer-lhe no pau, a bater-lhe punheta, o pau dele, co um ano já era bem grande e bastante grosso eu olhava para ele e pensava como seria bom ter aquilo enterrado bem fundo, mas tinha de ir devagar. Um dia, depois da punheta, pau estava bem duro, aquele pedaço de carne rosado e grosso, fazia-me tremer de tanta excitação que me fazia, pus-me de quatro, ele saltou para cima e …nada! Fiz várias tentativas, mas parecia que ele não gostava de me encavar, por algum motivo, quando chegava a parte de ele meter… ele subia, mas o pau ficava mole, e ele ia embora, acabei por desistir, mantendo-me só na punheta que ele parecia gostar, ficava com a pica bem dura, abria as patas e largava rios de esporra, E eu “chorava” por aquele leite saboroso ir para o chão e não para dentro de mim. Estive assim com ele, na base da punheta, ele parecia que pedia, e eu satisfazia as vontades dele. Um dia, acordei cedo, excitada, vesti umas cuecas fio dental pretas, bem enterradas nas nádegas, um sutiã igual às cuecas e uma saia bem curta e muito justa. Fiz lavagem anal e enterrei um dos meus oito vibradores, (mais comprido para sentir bem fundo) dei umas quantas estocadas e comecei a arrumar a casa ao mesmo tempo. Estava a aspirar o quarto, uma coisa foi para debaixo da cama e para conseguir ir buscar, pus-me de quatro com o cu empinado, a saia subiu e deixou tudo a mostra. O meu buraco bem aberto e lubrificado, como que a convidar quem quisesse entrar, e o cão aceitou o convite. Não sei se por causa do cheiro, ele saltou para cima das minhas costas e afundou o mangalho todo bem fundo dentro do meu cu. O caralho grosso abriu-me o cu mais do que era normal, começando a foda logo como se não houvesse amanhã. Agarrei-me a um dos pés da cama e aguentei aquele monstro dentro de mim bem fundo, com uma força brutal e muito rápido enquanto fazia força com as patas da frente nos meus ombros espetando as unhas fortemente como que para me puxar para enterrar mais fundo, chegando a arranhar-me e fazer sangue, mas aquilo era que eu mais queria, ser dele, por isso tinha de aceitar ser tratada como a cadela que ele queria que eu fosse. A piça dele estava dentro de mim muito fundo, eu gemia, tentava impedir que ele entrasse tão fundo, mexia as ancas para o lado, mas nada adiantava, aliás só piorou, numa das vezes que mexi as ancas abri mais as nádegas e o nó entrou de uma só vez… gritei de dores…as lágrimas invadiram-me os olhos, mas nada havia a fazer, ele estava completamente enterrado dentro de mim, o nó era grande, parecia uma bola de ténis… tudo dentro. Sentia-me cheia, invadida, e ele ainda dava pequenas estocadas que me faziam gritar mais ainda -Atila, para com isso imediatamente, está quieto, estás a rasgar-me toda meu filho da puta… - mas nada que eu dissesse valia dalguma coisa, ele estava em transe de me rebentar as entranhas, e começava a largar leite, muito abundante, muita quantidade… e as estocadas aumentavam… sempre que saía leite ele estocava, não muito forte mas já não havia espaço dentro de mim para aquilo, a esporra era muita e já começava a sair por não ter espaço dentro… e ele desceu de cima de mim ficando encostado a mim cu com cu, a piça enterrada e ele a tentar ir embora. andei um bocado atras dele para ele não puxar até conseguir agarrar-lhe as patas para o segurar. Aguentei-o dentro durante uns vinte minutos, senti o nó a ficar mais pequeno, a pressão dentro de mim a reduzir, larguei-lhe as patas e ele com um puxão que ainda me fez gritar, tirou a piça do meu buraco faminto. a sensação de vazio era enorme, parecia que me tinham esvaziado tudo…. Ele virou-se e lambeu-me o cu que me deu arrepios até à espinha…. E foi embora. Eu fiquei ali deitada no chão com o leite a escorrer-me do cu, sem força nas pernas…. Mas feliz, agora era cadela dele… já tinha um macho para me foder sempre… Uns minutos depois, com esforço levantei-me para ir à casa de banho e ele veio alegre atras de mim, a lamber-me as pernas com a esporra dele… Depois desse dia o pau dele usou o meu buraco milhares de vezes…
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