Quando era mais novo, costumava ir para a casa do mudo. Ele já era velho, vivia sozinho no meio do mato, uma casa isolada, sem ninguém por perto, a filha acabou por levá-lo para casa dela e nós ficamos com a casa, estava equipada com tudo, até frigorifico e televisão tinha, mas já não tina corrente elétrica…, mas dava para nós nos divertirmos e fazermos as nossa coisas.
Eu já usava lingerie por baixo da roupa há muito tempo, sem ninguém saber e ia para a casa para vestir as saias que guardava lá, collants brilhantes, cuecas asa delta… ficava bem feminina, adorava sentir o tecido nas coxas e ir passear pelo mato assim, na esperança de ser apanhado por alguém…
Numa arrumação achámos bastantes revistas porno num armário. O Valdemar adorava aquilo, passava horas a revirar aquilo, acho que já as conhecia de cor…
Um dia, como muitos, fui para lá sozinho. Troquei as calças por uma saia bem curta uns collants brilhantes e dar a minha volta pelo mato, as pernas a brilhar com o sol e eu com uma vontade gigantesca de sentir alguma coisa no cu enorme. Já tinha experimentado meter vários objetos, mas um caralho verdadeiro nunca, e andava desejoso por isso. Voltei para casa quase uma hora depois, sem encontrar nada nem ninguém e quando me aproximei, vi o Valdemar na sala, com uma revista aberta e o caralho grosso e duro na mão, a bater uma. Fiquei ali, parado, a olhar. Nunca tinha visto uma piça assim tão perto, muito menos uma assim tão grande e tão grossa, tinha a cabeça inchada, veias marcadas, e brilhava. Senti um calor estranho subir por mim acima, apetecia-me entrar e ajudá-lo com aquele pau gigante, mas não podia. Sem querer, bati num ferro, ele viu-me pela janela, assustou-se e guardou o mangalho nas calças esquecendo-me da saia, entrei, estava cego, queria o pau. Mal entrei, ele olhou para mim, arregalou os olhos quando viu a saia e as minhas pernas sexys com os collants. Não fugi. Sentei-me ao lado dele e disse baixo:
-Continua. Não conto a ninguém. Se quiseres, eu ajudo - Meti a mão por dentro das calças dele e tirei aquele monstro para fora. Ainda estava duro, quente, a latejar. - Vai ser o nosso segredo, e comecei a punhetar devagar. Sem uma palavra, puxou as calças mais para baixo para eu ter acesso total ao pau e eu meti-o na boca. Salgado, grosso e mal cabia. Ele gemeu, agarrou-me o cabelo e começou a foder-me a boca. Eu abri a garganta, para ele entrar fundo, a chupar com força como se fosse a última piça da vida. Ele não aguentou muito, senti o leite inundar-me a garganta em pouco tempo, quente, abundante e eu fiz tudo para engolir o leite, o meu primeiro leite, não podia perder nada... sem tirar os olhos dele- quando acabou o caralho continuava bem duro. Levantei-me, pus-me de quatro no chão de madeira. Puxei a saia para cima, desci os collants até ao meio da coxa e mostrei-lhe o cu.
-Agora é a tua vez. Enterra esse caralho todo aqui dentro. Quero sentir. -Ele veio por trás, cuspiu na mão, passou na cabeça e na minha entrada, encostou e empurrou. A falta de experiência fez com que ele metesse tudo de uma vez, quase a seco, a abrir-me todo. Gritei, com dor e tesão misturados.
-Caralho, vais-me rasgar toda, fode-me, não pares, por favor. Ele começou a bombar, primeiro devagar, depois ganhou ritmo. A casa velha rangia a cada estocada. O pau dele entrava forte, batia no fundo, saía quase todo e voltava a estraçalhar. Eu empinava o cu, pedia mais.
-É isso, abre-me, fode essa puta, tira-me a virgindade, sou tua para sempre. Ele calado, só ofegante, mandava o caralho para dentro com força. De repente, PÁ, deu-me uma palmada forte na coxa. Ardeu, mas com isso o meu cu apertou o caralho dele com mais força. Fiquei maluco.
-Mete mais, marca-me todo. Sou tua puta. - O calor dentro de mim era absurdo, nunca tinha sentido nada igual. Cada estocada parecia que me ia partir ao meio e eu só queria mais. Ele começou a gemer mais alto, a meter mais fundo e mais devagar.
-Vou-me vir outra vez. Vou encher esse cu de esporra. Queres?
-Quero. Enche. Marca-me por dentro. Ele enterrou bem fundo e sem mexer senti os jatos. Quentes, grossos, a inundar-me por dentro. Ficou uns segundos enterrado, a gozar, a tremer. Quando saiu, fez um estalo e senti a porra a escorrer pelas coxas, a molhar os collants. Levantamo-nos e fomos para o quarto. Ele disse:
-Arranja-te, quero-te como as putas que vejo nos vídeos e espera que eu te chame. - Subi os collants, ajeitei a saia, bem justinha e esperei. E ele chamou:
-Anda cá, puta. A minha piça está à espera desse cu. Entrei a rebolar, ele estava todo nu, pau duro outra vez, em pé ao lado da cama. aproximei-me dele, ele puxou-me, atirou-me para o colchão, levantou-me as pernas, baixou-me os collants e meteu a piça de uma estocada só. Já não doeu, só ardeu de tesão. Ele fodia e dava estalos no meu rabo.
-Grita, puta. Vou-te alargar este cu até nunca mais fechar. Vai ser só para o meu caralho. - Eu gritava, abria as nádegas com as mãos para ele entrar mais. –
-Parte-me, fode-me até eu não andar. Fodeu forte e duro outra vez, desta vez entrava mais fundo ainda e eu gemia empalada com aquele caralho saboroso a rasgar-me as entranhas. Infelizmente não durou muito. Ele enterrou até ao fundo, e gozou outra vez. Mais esporra, mais fundo. Ficou em cima de mim, com o caralho a pulsar dentro, a esvaziar. Quando amoleceu, saiu e um fio de esperma veio atrás.
Levantei-me a tremer. Sentia a esporra a escorrer pelas pernas. Fui à casa de banho limpar-me, voltei e sentei-me ao lado dele. Ele passou a mão pela minha coxa, a sentir a suavidade dos collants, e perguntou:
-Quando é que fodemos outra vez? - Sorri, com a boca ainda a saber a ele:
-Quando quiseres. Sou tua. - Ele riu-se: “
-Amanhã, depois da escola vou trazer roupa da minha mãe para tu vestires e vais ser minha mulher aqui. Vou-te escancarar esse cu todos os dias.