Arranquei devagar, com a saia subida, a liga vermelha à mostra e os tacões a fazerem peso nos pedais. Tinha pagado para ter muitos caralhos no cu… e tive. E ia para casa vestida assim, para a cama saber exatamente onde eu tinha estado. O cabedal do banco estava gelado, mas eu estava a ferver. O fio dental encharcado roçava-me no cu a cada curva, chegava a doer, mas eu merecia. A saia tinha subido toda, presa na cintura. A liga vermelha da perna esquerda piscava cada vez que mudava de mudança, e vi… estava sem combustível, tinha de abastecer para chegar à casa. Entrei no primeiro posto que encontrei e encostei na bomba mais afastada, debaixo do néon que fazia as meias cor da pele brilhar ainda mais. Desliguei o motor, as luzes do posto refletiram no batom vermelho borrado do espelho. Saí do carro, os tacões bateram no chão manchado de óleo. Puxei a saia para baixo um pouco, mas o vento fazia-a levantar. A camisa vermelha estava aberta até ao terceiro botão, sutiã amarelo rendado à mostra. Meti a mangueira no depósito e comecei a encher. Foi aí que os vi, dois machos numa carrinha branca, parados na bomba ao lado. Um de boné, cigarro na boca, outro de barba mal feita. Pararam de falar quando me viram e o de boné deu uma cotovelada no outro. Não desviei o olhar e inclinei-me um bocado para confirmar que a mangueira estava bem colocada no deposito, de propósito. Uma rajada de vento e a saia levantou toda mostrando o meu cu já bem fodido, assim como a liga vermelha e o cimo da meia brilhante. Ouvi um “foda-se” baixinho e a mangueira clicou. Tanque cheio. Em vez de ir pagar direto, virei-me para eles. Andei até à carrinha, tacões a fazerem barulho no alcatrão. Parei na janela do condutor, o de barba mal feita, inclinei-me para dentro. A camisa abriu mais, o sutiã amarelo empurrou os peitos para cima. -Posso saber para onde é que estão a olhar? Nunca viram uma puta bem usada? perguntei. A voz saiu rouca, de sono e de tanto gemer. O de boné, no banco do passageiro, engoliu em seco. - Nada, não estávamos a olhar para nada… quer dizer… boa noite. Ri-me. Boa noite o caralho. Eu vi que estavam a olhar para baixo da minha saia levantada pelo vento, a ver as minhas coxas e o meu cu aberto, - passei a mão pela coxa, por cima da meia, parei no cimo da liga vermelha - estavam a pensar no que eu estive a fazer, não estavam? O de barba rala limpou as mãos às calças de ganga, já tinha o volume do caralho grosso a marcar. - A gente… desculpa lá se incomodámos. - Não incomodaram - Cheguei a cara mais perto da dele. O cheiro a tabaco e a homem misturou-se com o que eu trazia da sauna - mas esse caralho teso mostra que têm outras ideias comigo e agora eu vou querer experimentar. Olharam um para o outro, o de boné foi o primeiro a abrir a porta. - Onde? Apontei com o queixo para trás da loja das bombas. Era uma zona escura, com alguns caixotes do lixo e uma parede de cimento. Fui à frente, ouvi as portas da carrinha a bater. Os meus tacões ecoavam, a saia rodava e continuava a levantar a cada passo. Parei na parede e virei-me para eles. Encostei as costas ao cimento frio, a diferença de temperatura arrepiou-me. -Quem é o primeiro? O de barba rala não respondeu, baixou as calças e o boxer de uma vez e o pau saltou duro, grosso, com veias marcadas. Eu debrucei-me e abocanhei aquele pau lindo e grosso, metendo-o bem fundo na garganta. Ele torcia-se com o meu broche, e empurrava a piça bem para o fundo tentando metê-la toda. Eu facilitei e abri a boca para ele conseguir. Agarrava-me na cabeça para meter a piça dentro da boca, para me foder a garganta, a piça estava já toda dentro da minha boca. Naquela posição com o vento a levantar-me a saia o colega dele não perdeu tempo, por trás, cuspiu-me no cu e a piça invadiu o eu cu já bem aberto e esporrado. Gemi abafado com a piça na boca e ele começou a bombar-me contra a parede, duro, rápido, a bater-me com a barriga nas nádegas a empurrar-me para a frente fazendo-me engolir o caralho que estava na boca. Fiquei dobrada ao meio, cu a levar forte, boca a engolir fundo… Um batia-me na garganta a cada estocada que o outro me dava por trás usando a piça chegava a minha próstata. De repente, a luz da bomba desligou-se, ficamos às escuras, agora era só sentir: o cimento a raspar-me as costas, a liga vermelha a repuxar, o fio dental a roçar, e dois caralhos bem grossos a usarem-me ao mesmo tempo sem dó nem piedade, e eu abria-me o mais que podia para eles me foderem bem. O que estava na boca veio-se primeiro, agarrou-me pelo cabelo, mantendo o caralho bem fundo e descarregou na garganta fazendo o leite descer direto para o meu estomago, mas era muito, engasguei-me, engoli o máximo que pude, e algum escorreu pelo canto da boca borrada de batom. Quando acabou de se esporrar, saiu, a arfar. O outro aguentou mais três, quatro estocadas. Puxou-me pelas ancas, tirou o pau quase todo e voltou a enterrar com um urro. Senti-o a pulsar, a encher-me outra vez. Quando acabou, ficou dentro uns segundos, a tremer, deu-me duas palmadas bem fortes e tirou o poste do meu buraco cansado, mas ainda faminto. Fiquei encostada à parede, a respirar. O cansaço era muito já, as pernas já quase não queriam andar, tremiam como varas verdes, as forças já eram poucas… arranjei a saia, o fio dental estava na altura dos joelhos, puxei-o para cima com dificuldade, o leite escorria-me pelas duas pernas, por cima das meias brilhantes. Não limpava nada. Alisei a saia com as mãos. O de barba rala já estava a subir as calças, a evitar olhar-me nos olhos o de boné já estava pronto e foram embora rapidamente sem uma palavra cm esse tivessem acabado de cometer um crime, entraram para a carrinha sem dizer nada e arrancaram com os pneus a chiar. Voltei para o meu carro, os tacões a baterem no alcatrão, ou a arrastarem ta era a falta de forças. Entrei, sentei-me, o cabedal agora estava quente e sujo. Liguei o motor e arranquei devagar. Olhei para mim… A liga vermelha tinha rasgado. A meia estava a desfazer-se. O sutiã tinha uma nódoa nova. O batom? Já não existia. Arranquei da bomba. Tinha pagado para ter muitos caralhos no cu. E naquela noite, tive mais dois que não estavam no menu... Cheguei a casa, caí na cama e adormeci. Sem tirar a roupa, sem me lavar…nada. Cansada, mas feliz de tantos caralhos dentro de mim….
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