Um dia, estando em casa, sem nada para fazer, viajava pela net a procura de bares gays no porto e encontrei uma sauna gay. Pesquisei mais sobre isso, preços, condições… enfim, tudo o que me interessava para decidir fazer uma visita. No dia seguinte, acordei cedo tomei um banho, lavagem anal e vesti-me com lingerie bem sexy e vistosa, cuecas fio dental amarela, sutiã do mesmo conjunto rendado e um cinto de ligas que prendia umas meias cor da pele com muito brilho. Por cima uma saia rodada curta e uma camisa vermelha e para finalizar, sapatos tacão alto e lábios pintados de vermelho. Quando lá cheguei, paguei na entrada e fui para uma sala com vários cacifos onde deixei a minha roupa quase toda (fiquei só com a lingerie e os sapatos de tacão alto), e fui visitar as instalações. Era tudo um pouco escuro, a primeira sala tinha alguns sofás, um pouco gastos, a segunda tinha duas camas, e a última era um mini cinema. Em todas as divisões tinha televisões com filmes porno e tinha três cabines em madeira que eram as cabines da sauna. O ambiente escuro, com cheiro a sexo, cheiro a esporra, dava-me mais tesão, dava-me a certeza que ali iria ter pau no cu e não demorou nada a encontrar o primeiro, na sala dos sofás. Ele continuava lá, olhos no ecrã, pau na mão. A pele do tronco brilhava com à luz azulada do porno. Sentei-me ao lado. O cheiro dele — almíscar, sexo seco — misturou-se com o da sala. Só aí estiquei a mão e agarrei-lhe no pau, não era muito grosso, mas era comprido. Daqueles que entram bem lá para o fundo e me fazem ganir. Comecei por lamber a cabeça, mais grossa que o resto, redonda como uma bola. Engoli devagar, a sentir o esforço na garganta, até metade desaparecer lá dentro. Ele torcia-se todo, empurrava a anca, e eu abria mais a boca para ele entrar. O vómito ameaçou subir, mas forcei, queria-o fundo, como eu gosto. Não aguentou muito, gemeu rouco e disparou rajadas de leite quente direto para o meu estômago. Quando acabou, tirei-a da boca — ainda dura, grossa, a brilhar de saliva — levantei-me, subi para o sofá e pus-me de quatro. O fio dental amarelo estava bem enterrado nas nádegas, mas pouco tapava ou protegia, afastei-o para o lado com dois dedos e convidei-o: —Enraba-me, mete essa piça toda dentro de mim. Ele não hesitou, pôs-se atrás de mim e, numa estocada só, a cabeça da piça desapareceu dentro do meu cu. Soltei um gemido longo. Senti os colhões baterem-me nas nádegas bem abertas. E logo começou a bombar, fundo, sem dó. A cabeça grossa a deslizar para dentro e para fora era outra coisa, nunca tinha sentido assim. Uma mistura que me fazia tremer as pernas: dor fina no anel a abrir, prazer grosso quando ele chegava ao fundo. O meu cu estava molhado, a lubrificar sozinho, e o pau entrava fácil…, mas cada vez que a cabeça passava, eu engasgava-me num gemido e pedia mais. Mas o que é bom acaba depressa, o meu cu era apertado demais. Ele fodeu fundo e forte até não aguentar, gemeu em cima de mim e encheu-me as entranhas. Não foi muito leite, mas senti cada jato quente a espalhar-se lá dentro. Tirou o pau devagar, a cabeça grossa fez pressão para sair, eu desci do sofá, puxei o fio dental de volta ao sítio, agora ensopado de mim e dele, e saí a procurar mais pau. A noite ainda agora tinha começado e eu tinha pagado para ter muitos caralhos no cu. Saí da sala dos sofás com o cu ainda a latejar e o fio dental enterrado nas nádegas, a marcar forte. O corredor era mais escuro, ouviam-se alguns gemidos abafados e o som de um porno a passar em loop. Eu caminhava devagar, sentia as nádegas húmidas, o cu quente, desejoso de mais pau. Fui para a sala de cinema, tinha cadeiras velhas, rasgadas, e dava para ver alguma esporra no chão. Sentei-me numa cadeira atrás, cruzei as pernas, com a saia a cobrir-me pouco. Na fila do meio, dois vultos, um de joelhos, o outro sentado com as calças nos tornozelos. Desci da cadeira e como puta submissa que sou, fui a gatinhar pelo tapete já gasto até lá. O cheiro a cabedal e suor era mais forte no chão. Parei entre as pernas do que estava sentado, ele nem olhou para mim, só me enfiou a mão no cabelo e puxou-me para o pau dele, grosso, curto, já babado. Chupei imediatamente, sem pressas, a ouvir o outro gemer atrás. O que estava de joelhos levantou-se, pôs-se atrás de mim, sem pedir licença, (não precisava) enfiou dois dedos de uma vez no meu buraco. Arqueei as costas, levantei a cabeça e o pau do da frente entrou na garganta. -É assim que gostas, porca? — murmurou o de trás. Não respondi, só empurrei a anca para trás, para ele meter mais fundo e ele entendeu. Tirou os dedos e meteu o pau aos poucos, a rasgar, até as ancas dele baterem nas minhas nádegas. Ele começou a estocar, seco, rápido, sem ritmo. Cada estocada empurrava-me para a frente, para o pau do outro que eu chupava. Fiquei ali, ensanduichada, a sentir-me cheia dos dois lados. O de trás agarrou-me o cinto de ligas e aumentou o ritmo. O som de pele contra pele molhada, por cima do porno estava no ar quando ele enterrava a piça toda dentro do meu cu. O meu cu apertou-o e ele gemeu, vindo-se logo a seguir, a enterrar-se até ao fundo e a encher-me. Senti o leite quente entrou nas minhas entranhas novamente para se juntar ao outro eu já lá morava. O da frente não esperou: largou-me o cabelo, e veio-se na minha cara. Fiquei de quatro no chão uns segundos, a respirar. O fio dental estava perdido entre as nádegas, ensopado. Ajeitei-o como deu, limpei a cara às costas da mão e levantei-me. Os meus tacões faziam barulho no chão de madeira enquanto eu caminhava, e eu adorava. Ainda faltava visitar as cabines. As cabines eram três, de madeira escura, com portas que não fechavam direito. Por baixo via-se tudo: pernas, joelhos no chão… escolhi a do meio. Estava vazia, com cheiro forte a sexo velho e desinfetante barato. Encostei-me à parede, a luz vinha só de uma fresta na porta. O fio dental estava encharcado, transparente. As meias brilhavam mesmo no escuro, com a liga vermelha a morder-me a coxa. Não esperei muito, a porta rangeu, entrou um macho sem falar, alto, barriga lisa, pau já duro na mão e uma tatuagem na virilha que não deu para ver bem. Aproximou-se, olhou-me de cima a baixo e cuspiu na palma da mão. Pediu-me para e virar de costas, passou-me no cu por cima do fio dental, empurrou o tecido para o lado e encostou a cabeça do pau à entrada. Nem uma palavra, entrou de uma vez, estocada forte, até ao fundo, até bater com o corpo todo no meu. Bati com a testa na madeira. O cinto de ligas esticou, ele agarrou-me pelos quadris e começou a malhar. Rápido, fundo, sem parar para respirar. Cada estocada fazia a madeira ranger e as minhas pernas tremerem dentro dos tacões. -Foi para que vieste, não foi, para seres puta e cabra dos machos daqui? a voz era rouca, baixa. -Foi, come-me esse cu, rebenta tudo, é teu e de todos os que me quiserem usar. Ele puxou-me o cabelo, obrigou-me a arquear mais. O fio dental amarelo ficou preso entre nós, a roçar no pau cada vez que ele saía e entrava. A cabeça dele era larga, sentia-a a abrir-me de cada vez que voltava a entrar. O cu já estava dormente de tanto levar, mas continuava a pedir. Ouvi mais alguém parar do lado de fora, espreitou pela fresta, mas ele não parou, pelo contrário: aumentou o ritmo. A cabine inteira abanava. As pernas falharam, mas ele segurou-me pela anca, enfiado até ao fundo. Batia fundo na próstata, dando-me uns choques que me tiravam de mim, que me faziam gemer, mas abrir mais para a sentir melhor. Veio-se logo a seguir, em jatos grossos que me aqueceram por dentro. Ficou uns segundos assim, a respirar-me no pescoço, antes de sair com um estalo nas nádegas bem forte. O leite já começava a escorrer-me pela perna, por cima da meia brilhante. Ele saiu sem dizer nada e o mecho que espreitava entrou. Puxei o fio dental amarelo de volta ao sítio ensopado e encostei-me outra vez à madeira, a noite ainda não tinha acabado. Saí da cabine com as pernas a tremer, o fio dental já não servia para nada: ensopado, colado ao corpo, a roçar na pele sensível a cada passo. As meias ainda brilhavam, mas tinham um foguete na coxa esquerda, logo acima da liga. Fui até aos cacifos, o corredor parecia mais claro agora, ou então eram os meus olhos habituados ao escuro. Cruzei-me com dois machos entroncados que entravam. Um deles olhou-me de cima a baixo, o meu batom já borrado, tacões a clicar e lambeu os lábios. Eu sorri de canto, mas sentia que já não tinha cu para mais ninguém hoje. Passei por eles de anca empinada, a sentir o leite escorrer devagar pela parte de dentro da coxa. No vestiário, abri o cacifo, tirei a mochila, meti a carteira e o telemóvel dentro. Passei um toalhete na cara para tirar o pior do batom, mas deixei um risco vermelho no canto da boca. De propósito. Passei os dedos pelo cabelo, ajeitei o sutiã amarelo vesti a camisa e a saia e empurrei a porta pesada da saída. O ar frio da rua bateu-me nas pernas por baixo da saia. Arrepiou-me a pele, o nylon das meias brilhava, eram quase 3 da manhã. O Porto estava vazio, mas a rua não. O primeiro carro que passou abrandou, o condutor olhou, mas eu continuei a bater os tacões no cimento do passeio, saia a voar a cada passo, cu a latejar e fio dental encharcado a roçar. O vento levantava-me a saia, de leve e eu não a segurava. Cheguei ao meu carro, abri a porta e sentei-me. O cabedal frio colou-se logo à parte de trás das coxas e ao que ainda escorria de mim. Liguei o motor, olhei-me no espelho retrovisor: batom borrado, cabelo despenteado, sutiã amarelo a aparecer pelo decote da camisa vermelha. Parecia exatamente o que era — uma puta bem fodida.
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