Fodendo um mendigo

Um dia destes, em casa a teclar no facebook com um macho que eu queria que me abrisse o cu com o pai colossal que ele tem, Ele fazia perguntas eu respondia... No meio da conversa, ele faz-me um- pergunta:
-Vais a caminhar na rua, bem sexy, bem puta, e vez um sem abrigo a bater uma punheta, numa pica daquelas FILHAS DA PUTA… o teu teso aumenta, não consegues descolar o olhar daquilo… e ele chama-te para brincares com o pau… o que é que fazes, vais, ou acobardas-te e continuas o teu caminho? Fiquei sem saber o que lhe responder, sem palavras, mas o coração começou a bater mais forte… acabei por mudar de assunto, mas aquilo ficou na mente…andei a semana toda a pensar naquela pergunta comecei a prestar mais atenção aos sem abrigo…a ver onde eles estavam e a fazer uma seleção dos melhores… e um chamou-me a atenção por ser negro e mostrar um papo enorme nas calças… todos os dias passava lá para o ver, todos os dias abrandava para tentar ver mais… um dia tive a sorte de o ver a mijar… QUE PUTA DE PIROCA!!!! Tinha de pesquisar mais sobre ele…no sábado logo a seguir acordei cedo e tomei um bom banho, perfumei-me muito bem. Vesti uma lingerie muito sexy vermelha composta por uma tanga muito sensual, um sutiã com renda preta, mas copas, com uma rosas nas alças, e um cinto de ligas preto que prendia umas meias cor da pele, brilhante. Por cima vesti um vestido justo, vermelho de lycra, que brilhava bastante com o sol, assim como as meias. Sai de casa, entrei no carro e encaminhei-me para o ver. No caminho, pintei os lábios, pus uma peruca loira e, quando cheguei ao meu destino estava uma mulher (puta) completa. Sai do carro e dirigi-me para o sítio onde estava o meu "sem abrigo". A minha roupa brilhava com o sol, o vestido subia com o caminhar mostrando não só as meias, mas. Um pouco das minhas nádegas e eu caminhava devagar para me verem bem e para ouvir os tacões baterem no chão. A cada passada, sentia-me mais e mais mulher. Aproximei-me devagar do meu "alvo" que estava sentado na "cama" de cartão dele. Ao ver-me passar olhou para mim e veio o piropo
       -Uma puta assim precisa de ter as pernas bem abertas, anda cá que eu tenho a chave para as abrir, entra bem fundo e faz-te rodar. Aproximei-me mais dele e perguntei-lhe se precisava de alguma coisa. Ele, olhou-me com olhos de fome e disse:
-Preciso de enterrar esta pica nesses buracos de puta bem fundo para te ouvir a uivar, minha cabra – e tirou um grande bacamarte das calcas. Fiquei tão cego com aquilo que caí logo de boca nele. Não cabia na minha boca, era grosso, e nunca iria entrar todo, era mesmo gigante. sabia a urina, mas a minha excitação era tanta que só ajudou. Ele ao ver-me abocanhar a pica empurrou-me a cabeça para a verga entrar mais ainda. Comecei a vomitar, não tinha nada no estômago, só foi cuspe. Ao sentir que não conseguia meter mais fundo na minha boca, tirou-a e puxou-me para cima dos cartões onde ele estava deitado, fazendo-me ficar de gatas. Por trás, levantou-me o vestido, baixou-me as cuecas viu que eu não tinha cona. "Ui, tu não tens cona? Pior para ti, levas com ela no cu" e ao mesmo tempo que disse isto, encostou a ponta ao meu cu e abriu bem as minhas nádegas com a mão. Encostou melhor a verga, agarrou, mas minhas ancas e disse:
       -Agora vais levar com ele, vou-te rebentar este cu, sua vaca de merda. Vou-te arregaçar toda e não te esqueças que estas na rua. Agarrou-me nas ancas e começou a empurrar aquele mastodonte para dentro, enquanto me puxava as ancas para trás. O caralho enorme entrou devagar em mim, abrindo-me bem. Eu tentava não gemer porque tinha pessoas a passarem ao lado, mas estava difícil. Elas não olhavam por causa de ser um sítio onde dormia um pobre, mas se eu gritasse, elas iriam olhar de certeza. Ele empurrava devagar o caralho grande e grosso para dentro de mim que deslizava com facilidade, mas chegou a um ponto e não entrou mais, ainda tinha um bocado de fora e ele queria-o todo bem dentro, por isso puxou-o um bocado para fora e deu uma estocadela muito forte. Os colhoes dele bateram nas minhas nádegas com bastante forca e o bacamarte bateu la bem fundo. Com ele bem enterrado, disse
           -És mesmo uma puta, até hoje ninguém tinha aguentado este monstro, mas tu estás com ele todo dentro. Agora vou ver é se aguentas ser encavada por ele. E começou a foder, bem devagar, tirava a verga até meio e voltava a enterrar de forma muito calma. Sentir aquilo tão grosso para dentro e para fora estava-me a deixar fora de mim, estava a ficar muito excitada mesmo, até que lhe disse para se deixar de merdas e para me foder direito. Ele parou um bocado, agarrou melhor nas ancas e disse:
-Tu é que pediste, agora aguenta, puta. Não vale a pena chorar porque agora só paro quando estiver satisfeito. Puxou a verga até meio para fora e com muita forca enterrou-a toda. Dei um berro, mas ele nem quis saber e com a mesma forca, começou a foder. Tirava e metia com pancadas fortes e eu tentava não fazer barulho, mas com um bacamarte daqueles assim a furar-me era impossível não gemer e quanto mais eu gemia, mais forte ele me fodia. O meu cu aberto com aquele poste gigante a fecundar-me as entranhas e rasgar a próstata a foda estava a ser dura e funda, eu aguentava aquele mastro bater no fundo e empurrar, ele já não devia foder há bastante tempo, não aguentou muito, empurrou o mastro bem para o fundo e começou a gemer. E as minhas entranhas começaram a ser inundada. Piça enterrada bem fundo e a medida que se esporrava empurrava mais para dentro. Foi aí que me lembrei “caralho ele não meteu preservativo, está a esporrar-se dentro…Ele parou de se esporrar, e começou a tirar a verga devagar como se já tivesse acabado, eu levantei um bocado o traseiro, ele deu um empurrão forte e a pica, que estava já mais de metade fora, voltou a entrar bem até ao fundo de uma só vez. Desta vez, recomeçou logo a foder, desta vez com mais forca ainda do que da última sem tirar muito. Praticamente não mexia a verga, com ela bem fundo, dava só estocadas bem fortes e eu gritava sempre que ele empurrava. Já não podia entrar mais, por isso eu sentia as pancadas bem dentro. Ele encavava sempre com o mesmo ritmo e eu não conseguia parar de gemer da forca que ele fazia. Mais uma vez, passado de um bocado, começou a gemer, abri as nádegas com as mãos e disse-lhe para meter bem fundo para o leite ficar lá. Deu um jeito para o lado, e a puta da verga entrou mais ainda e mais uma jorrada enorme de leite dentro de mim. Ele esporrou-se bastante, e continuou com a terceira gira sem tirar fora. Com o pau grosso. Agora saia e entrava quase toda, eu sentia-a deslizar nos meus anéis… torcia-me toda, aquele mangalho estava a levar-me às nuvens. Mais uns dez ou quinze minutos, caralho fundo novamente e mais leite entrou no meu cu. Voltou-se a esporrar, imenso leite depois
Vestiu as calcas e disse que eu o tinha ajudado muito e que sempre que quisesse podia ir lá que ele teria sempre muita esporra… a barriga já crescia com o leite, mas eu não estava satisfeita. Abri as nádegas para ele atacar outra vez, mas desta vez ele acabou mesmo, e pouco depois de se esporrar, tirou a piça de entro de mim com um “Plop” tipo rolha. Levantou-se deixando-me se quatro, cu empinado, aberto, deu-me uma palmada tão forte que eu saltei para a frente
-Puta de vaca, já fodi muitas conas, mas nunca dei uma foda tão boa como está, és mesmo vaca badalhoca. Levantei-me com dificuldade, com dores nas pernas e nos joelhos por estar tanto tempo no chão, arranjei as cuecas, puxei o vestido para baixo e bastou uma passada para a esporra começar a sair do meu buraco fundo e escorrer pelas pernas… sai dali a caminhar devagar, a sentir a esporra. Quase não consegui chegar ao carro com as pernas dormentes de ter estado a levar com aquele caralho tão grande e tão grosso durante tanto tempo. Estive um bocado sentada no carro, até conseguir conduzir para ir para casa. Quando cheguei, tirei a roupa toda, meti-me na banheira, e comecei logo a pensar que esta não seria a última vez que ele me fode…
E não foi!

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Ficha do conto

Foto Perfil elanasilva
paulinhacd

Nome do conto:
Fodendo um mendigo

Codigo do conto:
262395

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/05/2026

Quant.de Votos:
2

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