Meu nome é Jordana, tenho 33 anos e sou casada com Jean, de 38. Somos de Cutia-SP. Nosso relacionamento sempre foi só eu e ele, sem ninguém mais envolvido. Nunca rolou swing, nunca rolou nada fora do casamento. A gente transava bastante, mas era sempre entre quatro paredes, só nós dois.
Fazia tempo que a gente não via nossos amigos de SP. Tabata e Wagner, o casal mais novo. Ela com 25 anos, ele com 28. Eles estavam sempre viajando — ele a trabalho, ela com a família ou vice-versa — e o contato tinha esfriado um pouco. Até que um sábado de manhã Wagner mandou mensagem:
- E aí, casal! Vamos aproveitar o calor e passar a tarde na lancha? A lancha da minha mãe ta no lago na represa Billings, tem cerveja gelada, som, e a gente pode dar um mergulho. Topam?
Jean olhou pra mim e respondeu na hora:
- Tamo dentro!
Chegamos no píer por volta das 13h. O dia estava quente pra caralho. Wagner já estava lá, camisa aberta mostrando o peito definido, short de banho baixo na cintura. Tabata saiu da cabine da lancha sorrindo e... puta merda, eu quase não acreditei no que vi.
Ela tinha colocado silicone. Peitos enormes, redondos, empinados, mal cabiam no biquíni minúsculo branco e rosa que ela usava. Os mamilos marcavam o tecido fino, e quando ela se mexeu pra nos abraçar, aqueles dois melões balançaram pesados e firmes. A bunda também estava mais empinada, o biquíni fio-dental quase desaparecendo entre os glúteos redondos. Tabata sempre foi bonita.
- Jordana! Que saudade, amiga! - ela disse, me apertando forte. Senti aqueles peitos siliconados esmagando contra os meus. - Vocês sumiram!
Jean deu um abraço nela também, os olhos descendo disfarçando pro decote generoso. Wagner não percebeu e cumprimentou nós dois.
- Vamos subir, a lancha tá pronta. Hoje o dia é só pra curtir - Wagner falou, ligando o motor.
Saímos navegando pro meio do lago. O sol batia forte, a água brilhando. Colocamos uma playlist alta, abrimos cervejas geladas. Depois de uns 40 minutos, Wagner ancorou num canto mais reservado, longe de outras embarcações. Tabata tirou o shortinho e ficou só de biquíni. Aquela bunda empinada, pele bronzeada, o silicone fazendo os peitos ficarem ainda mais chamativos. Ela se deitou na proa da lancha e me chamou:
- Vem ca amiga, vamos tomar sol. – disse ela animada.
- Vou só colocar o biquini lá embaixo amiga. – eu disse falando que já voltava.
Desci pra cabine da lancha pra me trocar. O lugar era apertado, com um banheirinho no fundo. Tentei abrir a porta do banheiro, mas estava trancado.
- Merda, deve ser o Wagner- pensei.
Resolvi me trocar ali mesmo na cabine, rapidinho, antes que alguém descesse.
Tirei a blusa e o sutiã, ficando com os peitos de fora. Foi quando a porta do banheiro abriu de repente. Wagner saiu só de sunga preta, o volume marcando forte entre as pernas. Ele parou na hora quando me viu ali, peitos completamente expostos, as mãos ainda tentando prender o biquíni. Meus mamilos rosados estavam duros, bem à mostra. O olhar dele desceu direto pros meus seios, demorando uns segundos a mais do que deveria.
— Puta que pariu... — ele murmurou baixinho, os olhos arregalados.
Eu dei um pulo, tentando cobrir os peitos com os braços, mas o biquíni escorregou e caiu no chão. Meu rosto queimou de vergonha.
— Wagner! Caralho, que isso?! — sussurrei alto sentindo o coração batendo na garganta.
Ele levantou as mãos imediatamente, mas não conseguiu disfarçar o sorriso safado que surgiu no canto da boca.
— Desculpa, Jordana! Juro que não vi nada... quer dizer, eu vi, mas foi sem querer. A porta não estava trancada direito, achei que a cabine estava vazia. Porra, me desculpa mesmo.
Dava pra ver que ele ficou sem graça, mas ao mesmo tempo o pau dele deu uma mexida visível dentro da sunga. Eu corei ainda mais, sentindo um calor estranho subir pela barriga. Não era só vergonha. Tinha um tesãozinho traiçoeiro misturado ali, vendo o jeito que ele me olhava.
— Wagner, sai daqui, vai! — falei baixinho, rindo nervosa, tentando soar brava— Jean tá lá em cima, Tabata também... vai logo antes que alguém desça!
Ele deu um sorrisinho, passando a mão na nuca.
— Tá bom, tá bom... desculpa de novo.
Quando subi de volta pra proa, Tabata estava deitada de bruços, a bunda empinada brilhando de óleo. Jean estava ao lado, conversando com Wagner, que agora me olhava com um sorrisinho cúmplice toda vez que nossos olhos se encontravam. Tabata virou o rosto pra mim e sorriu:
— Demorou, hein amiga! Vem deitar aqui do meu lado. Tá calor pra caralho, vamos tomar sol juntas.
Eu me deitei ao lado dela, o biquíni vermelho marcando meus peitos. Sentia o olhar de Wagner queimando em mim de vez em quando, e o de Jean também, que parecia mais atento ao corpo da Tabata do que ao normal.
Tabata se aproximou um pouco mais, a voz baixa só pra mim:
— Tá tudo bem? Você tá vermelha... aconteceu alguma coisa lá embaixo?
Eu só ri sem graça, sem saber o que responder. Foi aí que Wagner abriu a caixa térmica maior e puxou uma garrafa de gin boa, gelo e tônica.
— Bora subir o nível, galera? Cerveja já era. Hoje a gente bebe de verdade!
Ele preparou os primeiros copos bem carregados: gin, bastante gelo, tônica e uma fatia de limão. O primeiro gole desceu gelado e forte. O segundo já desceu mais fácil. Em meia hora, a garrafa já estava pela metade e o álcool começou a subir pra cabeça de todo mundo. A risada ficou mais solta, os olhares mais demorados, os corpos mais relaxados.
Jean estava visivelmente mais solto, os olhos descendo sem disfarce pro decote da Tabata. Wagner também não escondia mais: toda vez que eu me mexia, ele olhava pros meus peitos
Tabata, já bem alegrinha com o gin, virou de barriga pra cima e esticou os braços acima da cabeça, fazendo aqueles peitos siliconados enormes empinarem ainda mais dentro do biquíni minúsculo
— Tá quente pra porra... — ela falou, com a voz já arrastada pelo álcool.
Sem avisar ninguém, Tabata levou as mãos atrás das costas, soltou o nó do biquíni e puxou a parte de cima devagar. Os dois peitos enormes, redondos e firmes pularam pra fora com um balanço pesado e sensual. Todo mundo parou o que estava fazendo. Jean ficou de boca aberta, os olhos grudados naqueles melões gigantes. Wagner soltou um assobio baixo e sorriu safado:
— Caralho, Tabata... você tá foda hoje, hein.
Eu também não consegui disfarçar o choque. Aqueles peitos eram absurdamente grandes e bonitos. Tabata riu alto, sem nenhuma vergonha, balançando os ombros de propósito pra fazer eles mexerem pesados de um lado pro outro.
— Que foi? Tá calor pra caralho e eu odeio marca de biquíni. Pode olhar à vontade, gente. Hoje é dia de curtir sem frescura. Não temos nada para esconder de ninguém aqui.
Jean engoliu seco e tentou disfarçar, mas o volume na bermuda dele já estava bem evidente. Wagner não disfarçava nada: olhava direto pros peitos da mulher e depois pra mim, como se comparasse.
Tabata virou o rosto pra mim e piscou, a voz baixa e rouca:
— Viu como é fácil, Jordana? Eles ficam loucos com um par de peitos bons. Quer experimentar também?
O gin já estava batendo forte. Meu corpo inteiro esquentou com a proposta, uma mistura de vergonha, tesão e curiosidade que descia direto pra minha boceta, que já começava a ficar molhada dentro do biquíni vermelho. Eu ri nervosa, sentindo o olhar dos dois homens queimando em mim...
Eu respirei fundo, sentindo o álcool e a excitação falando mais alto que a vergonha. Sem falar nada, levei as mãos atrás das costas, soltei o nó do biquíni vermelho e puxei a parte de cima devagar. Meus peitos pularam pra fora, livres, mamilos rosados duros como pedra por causa do vento e do tesão.
Os dois homens ficaram em choque absoluto. Jean arregalou os olhos, boca entreaberta, olhando pros meus seios como se fosse a primeira vez que via eles. Wagner parou completamente o que estava fazendo, o olhar grudado nos meus peitos, o pau marcando forte na sunga preta.
— Puta que pariu... — Wagner murmurou, a voz rouca de tesão. — Jordana... caralho, que peitos lindos.
Jean só conseguiu soltar um gemido baixo, claramente excitado e surpreso ao mesmo tempo. Os dois estavam com o pau duro, volume bem visível, olhando sem disfarçar pra mim e pra Tabata.
Tabata riu alto, satisfeita com a reação.
— Viu? Eles ficam loucos assim — disse ela, piscando pra mim.
Wagner engoliu seco, depois sorriu safado e falou alto:
— Galera, vou ancorar num lugar mais reservado. Aqui ainda tem muita lancha passando. Não quero plateia.
Ele ligou o motor novamente e levou a lancha pra um canto mais afastado da represa, atrás de umas ilhotas, onde quase não dava pra ver outras embarcações. O lugar era bem isolado. Enquanto ele pilotava, Tabata se levantou, peitos balançando pesados, e foi até o namorado. Sem nenhuma vergonha, ela se ajoelhou entre as pernas dele, puxou a sunga pra baixo e liberou o pau grosso e duro de Wagner. Começou a chupar gostoso, fazendo barulho molhado, a boca subindo e descendo enquanto ele tentava manter a lancha no curso.
Jean e eu ficamos olhando, surpresos pra caralho. Meu marido olhou pra mim, olhos brilhando de tesão, e eu sorri nervosa. O clima já tinha subido demais. Decidimos entrar de vez.
Eu me aproximei de Jean, ajoelhei no banco do lado, puxei a bermuda dele pra baixo e peguei o pau dele na boca. Comecei a chupar devagar no começo, depois mais gulosa, sentindo ele gemer e colocar a mão no meu cabelo.
Do nada, Tabata tirou a boca do pau do namorado, se levantou e veio até mim com um sorriso safado.
— Vamos trocar, amiga? Quero provar o seu marido também.
Eu gelei por um segundo, coração acelerado de medo e excitação misturados. Olhei pra Jean, que estava com o pau babado pela minha saliva, e depois pra Wagner, que me olhava com desejo puro. Respirei fundo... e aceitei.
— Tá bom... vamos trocar.
Tabata se ajoelhou na frente de Jean e começou a chupar ele com vontade, enfiando fundo na garganta enquanto gemia. Eu fui até Wagner, que ainda pilotava. Me ajoelhei entre as pernas dele e peguei aquele pau grosso na boca. Comecei a chupar gostoso, sentindo o gosto diferente, o cheiro dele, enquanto ele gemia baixo e apertava o volante.O som de duas bocas chupando ao mesmo tempo enchia a lancha.
Depois de uns minutos, Wagner ancorou a lancha de vez num canto bem escondido, sem ninguém por perto. O motor foi desligado.
Tabata não perdeu tempo. Ela empurrou Jean pro banco, tirou o fio-dental do biquíni, subiu em cima dele e sentou devagar no pau dele. Começou a rebolar gostoso, os peitos enormes balançando pesados na cara do meu marido enquanto ela gemia alto:
— Ai caralho... que pau bom, Jean...
Eu me posicionei de quatro no outro banco. Wagner veio por trás, puxou meu biquíni pra baixo e enfiou o pau dele na minha boceta molhada de uma vez. Eu soltei um gemido alto quando ele me arrombou fundo.
— Porra, Jordana... você tá encharcada — ele rosnou, segurando minha cintura e metendo forte.
A suruba começou de verdade. Tabata rebolando gostoso no pau de Jean, peitos pulando, gemendo sem vergonha. Eu tomando vara de Wagner por trás, a bunda batendo contra ele a cada estocada. Os dois homens gemiam, mãos apertando nossas carnes, trocando olhares de puro tesão.
Wagner metia fundo, batendo fundo na minha boceta. Jean segurava a bunda de Tabata e socava pra cima. O barulho de pele contra pele, gemidos e xingamentos safados tomavam conta da lancha.
Depois de uns minutos intensos, Wagner puxou o pau da minha boceta e mandou:
— Vem, as duas de joelhos. Quero gozar na boca de vocês.
Tabata saiu de cima de Jean rapidinho. Nós duas nos ajoelhamos lado a lado na frente dos dois homens. Jean e Wagner ficaram de pé, punhetando os paus babados bem na nossa cara.
Tabata abriu a boca primeiro com a língua pra fora. Eu fiz o mesmo. Wagner gozou primeiro, jatos grossos e quentes batendo na minha língua e na cara da Tabata. Jean veio logo depois, enchendo a boca da Tabata e espirrando um pouco nos meus peitos.
Nós duas engolimos o que deu, lambendo os paus deles pra limpar tudo, gemendo safadas enquanto a porra escorria pelos nossos queixos.
...
Fotos reais da nossa brincadeira na lancha (EU, JEAN, WAGNER E TABATA)




