Contei pra ela sobre uma festa em 2022, num sítio. Minha ex, uma loira alta de 1,83m, corpo escultural, dançava de biquíni enquanto todo mundo babava. Ela era GP antes e já curtia o fetiche de me fazer de corno. A gente tinha um amigo anão, o Will, conhecido dela de longa data.
Durante o churrasco eu vi os dois trocando olhar, ele tocando ela com aquela lascívia. Ela me chamou no quarto e soltou: queria dar pro Will. Eu concordei. Ela já tinha tudo acertado com ele.
Ela pediu pra trocar de quarto com outro casal, pra ficar no mais isolado. Não quis esperar a festa acabar. Me mandou mensagem quando ficou pronta.
Quando recebi o ok, levei Will discretamente até lá. Quando entrei, ela tava de lingerie preta no colchão do chão. Me apontou uma cadeira. Sentei e assisti.
Will começou devagar, mãozinha pequena percorrendo o corpo dela. Tirou a parte de cima, se perdeu nos peitos enormes, desceu, tirou a calcinha e enfiou a mão inteira na buceta dela. Ela tava encharcada. Chupou ela toda, depois subiu beijando. Na boca dele tinha um mix de saliva com o mel dela.
Quando tirou a cueca, a gente travou. O cara tinha uns 23, 24cm. Grosso. Duro. Minha ex virou ele pra mim e disse: "Amor, olha isso. O seu é uma minhoquinha perto do dele."
Ela me fez ajoelhar do lado dele pra comparar. Ele ria, chamava meu pau de grelo, de broxa, de cotoco. Ela adorava, se divertia com a humilhação.
Ela chupou ele o quanto conseguiu, lacrimejava tentando engolir. Pediu pra ser comida. Ele meteu com força, olhando pra mim: "Tá gostando de ver o anão comendo sua puta, corno? Vou deixar ela arrombada, seu broxa."
Ela montou nele, revirava os olhos, tremia, gritava que ia gozar. Nunca tinha visto ela assim comigo. No 69, ele batia o pau na minha cara e mandava eu lubrificar pra ele meter. No final, gozou no cu dela e esfregou tudo na minha cara.
Ainda repetiram a noite toda, até de manhã. No final do fim de semana ela pediu que ele fosse o comedor fixo.
O problema veio depois. Will começou a contar pra galera que ela era a marmita dele e eu o corno manso. Ganhei o apelido de "corno da Branca de Neve" e virei chacota no grupo. O que eles não sabiam é que aquilo me dava um tesão do caralho.
Minha esposa ouviu tudo em silêncio. Depois veio o interrogatório.
"Como era o pau dele? Era grosso? Duro?" Era. Muito. Diferente de tudo.
"Ele tratava bem ela?" Tratava como puta. Chamava ela de vadia, de puta. Ela adorava.
"Qual a diferença de altura dele pra você? Pra ela?" Ele devia ter uns 1,30m. Ela, 1,83m. Eu, 1,75m. Imagina a cena. Ela montada nele parecia uma giganta. O pau dele fazia a bunda dela parecer de tamanho normal.
Ela ficou obcecada com o tamanho dele. Perguntou se eu ainda tinha contato. Disse que queria ver uma foto. Fiquei chocado com o tesão dela.
No final, ela só repetia: "Nossa, um anão com um pau daquele tamanho... não faz sentido." Parecia mais impressionada com a anatomia dele do que com a história inteira.
Aí ela perguntou: "E o apelido? A chacota? Você gostava?" Tive que confessar que sim. Que a humilhação pública me excitava tanto quanto ver eles transando.
Acho que descobri um novo fetiche nela sem querer. Ou talvez ela tenha descoberto um novo em mim.

