Isabel a Vizinha "Sapeca" 1

Isabel a vizinha “Sapeca”…
O dia tinha sido longo e cansativo. Quando entrei no elevador do prédio, mal conseguia pensar em algo além de um banho quente e minha cama. Mas o universo, aparentemente, tinha outros planos para mim naquela noite.
As portas quase fecharam quando ele apareceu. João, meu vizinho do terceiro andar. Conhecíamos-nos de vista, trocávamos acenos educados no corredor, mas nunca tínhamos conversado realmente. Ele entrou, o elevador subiu, e algo mudou no ar.

Não sei quem moveu-se primeiro. Talvez tenhamos nos aproximado simultaneamente, como se puxados por um fio invisível. Nossos olhares encontraram-se e, de repente, não havia mais paredes, não havia mais distância. Havia apenas aquele espaço pequeno e a corrente elétrica que parecia saltar entre nós.
O primeiro beijo foi como respirar depois de muito tempo debaixo d'água. Seus lábios encontraram os meus com uma urgência que me surpreendeu. E então, línguas se entrelaçando, mãos procurando âncoras em corpos quase desconhecidos, o mundo exterior desapareceu completamente.
—"Vamos para minha casa," sussurrei contra sua boca, minhas palavras mais um convite do que uma pergunta.
Ele apenas assentiu, seus olhos escuros fixos nos meus enquanto o elevador finalmente parava no meu andar.
Dentro do meu apartamento, as luzes permaneceram apagadas. Apenas a claridade da cidade entrava pelas janelas, pintando nossas silhuetas de azul e prata. Encostei-me à parede da sala, meu coração batendo tão forte que temia que ele pudesse ouvir.
João aproximou-se lentamente, seus dedos encontrando a barra da minha saia. Com um movimento gentil, deslizou o tecido pelos meus quadris até cair no chão. O ar frio da sala contrastava com o calor que emanava do meu corpo. Quando suas mãos encontraram minhas calcinhas, uma onda de desejo percorreu-me tão intensa que quase perdi o equilíbrio.
—"Isa," ele murmurou, meu nome saindo como uma prece em seus lábios.
Não havia mais palavras necessárias. Quando nos unimos, foi como encontrar uma peça que não sabia estar faltando. Cada movimento, cada toque, cada suspiro sincronizava-se numa dança antiga e completamente nova ao mesmo tempo.
O mundo reduziu-se a sensações: o peso de seu corpo contra o meu, o calor de sua pele, o som de nossa respiração acelerada misturando-se na penumbra. Em algum momento, suas mãos encontraram meu rosto, seus dedos entrelaçando-se em meu cabelo enquanto nossos corpos encontravam um ritmo perfeito.
“Splash… splash…spash… era o som de João entrando e sainda da minha coninha.”
Quando o clímax chegou, foi como uma onda que começou nas profundezas do meu ser e explodiu em cada célula do meu corpo. Meus joelhos fraquejaram, suas mãos se entrelacaram nas minhas agarrando-se com força como única âncora em meio à tempestade de sensações. E então senti sua própria libertação, um tremor que percorreu seu corpo inteiro antes que ele desabasse contra mim, ofegante.
Deslizamos pelo chão, exaustos, entrelaçados. A madeira fría do soalho contra minha pele contrastava com o calor que ainda pulsava entre nós. João virou-se para o lado, seus olhos encontrando os meus na meia-luz. Sem uma palavra, seus lábios encontraram os meus novamente, desta vez em um beijo lento, profundo, que sabia a promessas não feitas e futuros não explorados.
—"Isa," ele repetiu, sua testa apoiada contra a minha.
Sorri, meus dedos traçando a linha de sua mandíbula.
—"João. Quero que me fodas de quatro"
Então virei-a de barriga para baixo e coloquei duas almofadas na sua barriga…a cona estava empinadinha…
—Shlap…shlap…shlap…sentia o seu caralho enfiar na minha cona gostosa…
—Ai foda-se… mete…mete todo esse caralho… gritei…
João obedecia e arrombava a cona de Isa…depois explodiu toda sua porra dentro…
—Hum… já sinto teu leite…gruni…
Ficamos ali no chão por tempo indeterminado, ouvindo nossos corações desacelerarem, nossos corpos ainda entrelaçados. Fora, a cidade continuava seu ritmo noturno, mas dentro daquela sala, havia apenas nós dois e o silêncio eloquente que se instalara entre nós.
Quando finalmente nos levantamos, trocamos um sorriso tímido, como adolescentes descobertos em travessura. João vestiu-se lentamente, seus olhos nunca deixando os meus.
—"Até amanhã?" ele perguntou na porta, sua mão ainda na minha cintura.
—"Até amanhã," concordei, sabendo que nada entre nós seria igual depois daquela noite.
Quando a porta fechou, encostei-me nela, um sorriso tolo estampado no rosto. O elevador que nos trouxera juntos agora levava João de volta ao seu apartamento, mas algo tinha mudado para sempre. Às vezes, as conexões mais profundas começam nos espaços mais pequenos, entre andares, entre respirações, entre dois corações que decidem, por um momento, bater no mesmo ritmo…
Descoberta inesperada
A tarde estava quente quando cheguei mais cedo da escola. A gripe que me mandou para casa mais cedo não me preparou para o que encontraria. A casa, normalmente silenciosa durante o dia, ecoava sons que nunca imaginei ouvir vindos da sala de estar.
Cesár era o novo namorado de minha mãe. Haviam se conhecido há apenas três meses no curso de medicina interna que ela frequentava às quartas-feiras. Ele era diferente dos outros homens que ela havia trazido para casa - mais quieto, com olhos que sorriam antes dos lábios. Mamãe, Madalena, parecia genuinamente feliz pela primeira vez em cinco anos.
Cinco anos. Cinco anos desde que tivera seu último relacionamento. Cinco anos em que mamãe se dedicou completamente a mim, ao trabalho, à sobrevivência. Ela merecia felicidade, eu sabia disso. Mas nada me preparou para o que vi quando entrei silenciosamente pela porta dos fundos.
A porta entreaberta da sala revelou uma cena que congelou meus pés no lugar. Mamãe estava de joelhos diante de Cesár, que estava sentado no sofá. Suas mãos massageavam sua coxa por cima da calça jeans, um movimento íntimo e carregado de significado. Cesár parecia tenso, seus dedos entrelaçados nos cabelos castanhos de mamãe.
—"Deixa eu te fazer feliz," sussurrou mamãe, sua voz tão suave quanto a que usava para me contar histórias na infância, mas agora carregada de uma intimidade adulta que me fez sentir como intrusa em meu próprio lar.
Cesár não se moveu, exceto pelo aperto suave de suas mãos nos ombros dela. Era um momento privado, sagrado quase, e eu sabia que deveria me afastar, mas algo me manteve paralisada. Não era repulsa, mas sim a realização de que minha mãe, Madalena, era mais do que apenas minha mãe. Ela era uma mulher com desejos, com fome de conexão, com direito ao prazer que havia negado a si mesma por tanto tempo.
Vi o momento em que ela se inclinou, seus lábios encontrando os dele em um beijo que falava de anos de solidão finalmente dissipada. Era um beijo que prometia cura, que falava de paciência recompensada. Cesár envolveu-a em seus braços, puxando-a suavemente para sentar ao seu lado no sofá, onde continuaram a se beijar com uma ternura que me fez sentir calor no rosto.
Retirei-me silenciosamente, fechando a porta dos fundos com cuidado antes de fazer barulho suficiente para anunciar minha chegada. Quando entrei na cozinha, mamãe estava lá, preparando chá, seus lábios do broche que fizera, seus olhos brilhando.
—"Chegou cedo, querida," disse ela, sua voz um pouco rouca.
—"Está se sentindo melhor?"
—"Um pouco," respondi, evitando seu olhar antes de mudar de ideia e encará-la diretamente. "Você parece... radiante hoje."
Um rubor subiu por seu pescoço, mas ela sorriu, um sorriso verdadeiro que chegou aos seus olhos.
—"Cesár veio nos visitar. Está na sala. Por que não vai dizer olá?"
Na sala, Cesár estava de pé, olhando para uma fotografia nossa na parede. Ele se virou quando entrei, e seu sorriso era caloroso, sem traços de constrangimento.
—"Olá, Sofia. Sua mãe me contou que você não estava se sentindo bem."
—"Estou melhor," disse eu, e pela primeira vez desde que os vi juntos, percebi que não era apenas atração física o que havia entre eles. Havia respeito nos olhos dele quando falava sobre ela, admiração genuína.
Naquela noite, enquanto ajudava mamãe a lavar a louça do jantar, ela me olhou com seus olhos sérios.
—"Eu sei que você chegou mais cedo hoje," disse ela suavemente.
—"E eu... lamento se você viu algo que a deixou desconfortável."
Pousei o prato que estava enxugando.
—"Mamãe, você merece ser feliz. Realmente."
Seus olhos se encheram de lágrimas, mas eram lágrimas de alívio.
—"Cesár é especial. Ele me faz sentir... viva novamente. Não apenas como mãe, mas como mulher."
Abracei-a, sentindo como seus ombros, que por anos carregaram o peso do mundo, agora pareciam mais leves.
—"Eu sei, mamãe. E estou feliz por você."
Mais tarde, na segurança do meu quarto, refleti sobre o que testemunhara. Não era sobre sexo, percebi agora. Era sobre duas pessoas encontrando consolo uma na outra, sobre a beleza complicada de adultos redescobrindo a intimidade depois de anos de solidão. Era sobre minha mãe reivindicando não apenas seu direito à felicidade, mas à paixão, ao desejo, à plenitude.
E embora parte de mim ainda visse minha mãe como a mulher que fazia sanduíches e ajudava com a lição de casa, outra parte agora a via como Madalena - mulher, amante, ser humano completo. E essa, talvez, fosse a lição mais importante que ela já me ensinara.

Um segredo entre quatro paredes…
Sofia chegou mais cedo da universidade naquela terça-feira, esperando encontrar a casa vazia. Em vez disso, encontrou César no sofá da sala, absorto em algum programa de televisão. O sol da tarde entrava pelas janelas, iluminando partículas de poeira que dançavam no ar.
— Posso mudar de canal? — perguntou, tentando soar descontraída.
— Claro, Sofia! Ponha onde quiser — ele respondeu, erguendo os olhos brevemente. — Estava só fazendo zapping...
Ela pegou o controle, seus dedos deslizando pelos botões com familiaridade. A sala estava quente, silenciosa exceto pelo zumbido baixo do ar-condicionado. Sem querer, pressionou rapidamente demais e parou em um canal que a fez congelar. Uma cena explícita de sexo anal preenchia a tela, tão abrupta quanto um choque.
— Será possível? — ela murmurou, mais para si mesma do que para ele, os olhos fixos na tela.
César pigarreou, desconfortável. — Sim, é possível... gozar mesmo com sexo anal — respondeu, sua voz mais baixa do que o normal.
O silêncio que se seguiu era espesso, carregado. Sofia sentiu o calor subir em seu rosto, mas não de vergonha. De algo mais perigoso.
— Gostava de experimentar — disse, as palavras saindo antes que pudesse detê-las.
Ele riu, um som nervoso. — Vai ter que arranjar namorado.
— Você pode servir perfeitamente — ela retrucou, virando-se para encará-lo. Seus olhos encontraram os dele, e no espaço entre um batimento cardíaco e outro, algo mudou. A dinâmica cuidadosamente construída ao longo dos anos — ele, o parceiro de sua mãe; ela, a filha já adulta — puta que pariu!
— Caramba, Sofia, sou como se fosse seu padrasto — ele protestou, mas sua voz perdeu a convicção.
— Ninguém vai saber — ela sussurrou, fechando a distância entre eles.
O que aconteceu depois se desenrolou como em um sonho, ou um pesadelo — Sofia nem sabia ao certo. Movimentos apressados, roupas ajustadas, não removidas. A promessa do proibido pairando no ar abafado da sala….
—Muah…chup…chup…Sofia já estava mamando gostoso no enorme caralho de Cesar…
—Isso cabrão mete no cú…gritava Sofia empinando a bunda…
—Sua puta…vou socar gostoso…vou te arrombar…”puta de merda”
Cesar socava gostoso e o cú de Sofia se ajeitava…
—Caralho! — que caralho enorme tens! — gritava ela…
—Vou me vir…
—        Sim enche-me o cú com tua porra gostosa…
—Urrrh…toma sua puta!
Quando terminou, o relógio da parede marcava apenas vinte minutos desde que Sofia entrara em casa, mas o mundo parecia ter se realinhado.
— Isto fica só entre nós — disse Sofia, endireitando sua blusa com mãos trêmulas.
César apenas assentiu, incapaz de olhá-la nos olhos.
César inseriu seu caralho arombando aquele cú virgen de novo…
Splash…splash…shromb…shoromb… era o som que fazian arrombando aquela puta…
—Vou gozar…sim vou vazar tudo…gruniu Cesar…
—Esporra-te todoooo…sim dá-me todo teu leitinho dentro do meu cú….
A esporra era tanta que lhe escorria pelas coxas ensopando a tela do sofá…

Mais tarde, ao jantar, a mãe de Sofia tagarelava sobre seu dia no trabalho. A luz suave do candeeiro da mesa lançava sombras acolhedoras sobre os pratos de cerâmica. Sofia tentou se concentrar na conversa, mas cada movimento na cadeira de madeira era um lembrete agudo. Ela disfarçava um pequeno suspiro de desconforto, sorrindo quando apropriado, passando o sal quando solicitada.
— Estás bem, querida? — sua mãe perguntou, notando sua inquietação. — Pareces desconfortável.
— Só um pouco de cansaço — Sofia mentiu, sentindo o olhar de César sobre ela. — Muito tempo sentada hoje.
Sua mãe aceitou a explicação com um aceno, retomando sua história. César permaneceu notavelmente quieto durante a refeição, seus garfadas meticulosas e seus olhos fixos no prato. Sofia observou as mãos dele — as mesmas mãos que horas antes — e desviou o olhar rapidamente, um turbilhão de emoções conflitantes agitando-se em seu peito.
Naquela noite, deitada em sua cama, Sofia encarou o teto no escuro. O peso do segredo já começava a se instalar, pesado e quente em seu estômago. Ela se perguntou o que aquilo significava, se era o início de algo ou um erro solitário que nunca se repetiria. Do corredor, ouviu os passos de César passando por sua porta, hesitando por um segundo antes de continuar em direção ao quarto que dividia com a mãe de Sofia.
Ela fechou os olhos, mas as imagens retornavam: a sala de estar, a luz da tarde, a linha que nunca mais poderia ser desfeita. Amanhã, eles se encontrariam no café da manhã, agiriam normalmente, manteriam as aparências. Mas nada seria normal novamente. O segredo “entre quatro paredes” agora vivia entre eles, um terceiro invisível à mesa, mudando tudo para sempre…
Pensando nisto tudo sozinha no meu quarto me toquei uma “siririca” gostoza e gozei muito molhando meus lençois…

Foto 1 do Conto erotico: Isabel a Vizinha


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Isabel a Vizinha "Sapeca" 1

Codigo do conto:
264269

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/06/2026

Quant.de Votos:
3

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