Atendendo as necessidades (Crossdressing fantasy)

Atendendo as necesidades

Me chamo Carol e tenho 26 anos. Tenho um irmão, Vasco, de 18, e, como irmã mais velha, estou sempre a protegê-lo. Nosso apartamento em São Paulo é um refúgio para os dois, especialmente desde que nossos pais se mudaram para o interior. Eu, com meu trabalho em marketing, e ele, mergulhado nos estudos para o vestibular, dividimos uma rotina tranquila. Até aquele sábado à tarde.
A luz suave do fim de tarde entrava pela janela da sala enquanto eu organizava algumas contas. O silêncio foi quebrado por uma voz hesitante.
— Carol?
— Diz, Vasco! — respondi, sem levantar os olhos da tela do laptop.
Houve uma pausa longa, carregada de um nervosismo que eu nunca tinha ouvido nele antes. Ele sempre foi um garoto reservado, mas isso era diferente.
— Eu… gostaria de saber qual é a sensação de usar meias de senhora sobre a minha pele.
Minhas mãos pararam sobre o teclado. Lentamente, fechei a tampa do notebook e me virei para encará-lo. Ele estava parado no limiar da porta, os ombros tensos, os olhos fixos no chão, como se esperasse uma repreensão.
— Isso é… esquisito — disse eu, cuidadosamente, tentando processar o pedido.
— Mas não diga nada aos pais! — ele implorou, o tom de voz subindo em desespero.
— Claro que não! — afirmei rapidamente, levantando-me. O instinto protetor falou mais alto. — Então… você quer vestir as minhas roupas?
Ele finalmente ergueu o rosto. Seus olhos castanhos, tão parecidos com os nossos, estavam cheios de uma vulnerabilidade que me partiu o coração. Era mais do que curiosidade; era um desejo, uma necessidade que ele carregava sozinho há quem sabe quanto tempo.
— Você me emprestaria, Carol?

Respirei fundo. Era um pedido inesperado, fora de qualquer manual de irmã mais velha. Mas eu o conhecia. Ele não era dado a brincadeiras ou provocações. Havia uma seriedade triste em seu pedido.
— É um pedido meio doido — admiti, um sorriso pequeno e terno tocando meus lábios. — Mas vou te satisfazer.
Vi o alívio instantâneo em seus ombros. Sem dizer mais nada, fui até meu quarto. O coração batia um pouco mais rápido, não por julgamento, mas por uma onda de afeição intensa. Ele confiava em mim com algo tão frágil. Eu não poderia estragar aquilo.
Abri a gaveta de lingerie e depois o armário, escolhendo com um cuidado que nem eu mesma costumava ter. Um par de meia-calça preta, fina e opaca. Uma cuequinha de renda preta, delicada. Do guarda-roupa, peguei uma saia plissada, com barras alternadas em preto e branco, que eu usava em dias especiais, e uma blusa cor-de-rosa de malha, simples, com a estampa discreta “Meet me” no peito.
Voltei para a sala e coloquei as peças cuidadosamente sobre o sofá.
— Espera — disse, quando ele se moveu para pegar as roupas. — Deixa-me ajudar-te a vestir. Se não, vais-me estragar as meias. Isso tem jeito de vestir, não é de qualquer maneira.
Ele concordou com um aceno tímido. O processo foi silencioso, quase ritualístico. Eu o guiei, mostrando como esticar a meia-calça sem enroscar, como prender o elástico da saia na cintura, como a blusa deveria cair sobre os ombros. Minhas mãos eram firmes, mas gentis. Não era sobre vestir um homem com roupas de mulher; era sobre ajudar meu irmão a explorar um fragmento de si mesmo em um ambiente seguro.
Quando terminei, ele ficou parado diante do espelho do corredor. A saia plissada balançava levemente com sua respiração. A blusa rosa suavizava seus traços. Ele tocou o tecido da saia, os dedos deslizando sobre o pregueado, e depois a renda da cueca sobre a coxa. Seu rosto no reflexo não era de euforia, mas de uma concentração profunda, como se estivesse decifrando um enigma interno.

Ele virou-se para mim, e pela primeira vez naquela tarde, seu olhar não era de ansiedade, mas de uma gratidão imensa e silenciosa.
— Você tá uma gatinha! — gracejei, meu voz saindo mais emocionada do que eu pretendia, tentando aliviar a intensidade do momento com um pouco do nosso humor habitual.
Ele revirou os olhos, mas um sorriso genuíno, pequeno e aliviado, finalmente apareceu.
— Não enche o saco, mana! — ele resmungou, mas o tom era afetuoso, quase normal.
Naquele instante, eu não estava apenas vestindo meu irmão com minhas roupas. Estava vestindo-o com aceitação. E, olhando para ele, tão vulnerável e tão corajoso, soube que nossa ligação tinha acabado de ganhar uma nova e poderosa camada de confiança. O apartamento continuava silencioso, mas agora preenchido por um entendimento profundo e um amor que não precisava de palavras…
O apartamento estava silencioso, exceto pelo tique-taque do relógio na parede da sala. A luz do final da tarde entrava suavemente pelas janelas, pintando o ambiente com tons dourados.
Carol se aproximou, observando com atenção como assentavam as suas roupas em seu irmão Vasco…não era que minhas meias pretas realçava suas pernas longas…

—"Nossa, elas assentam em você que nem uma luva," comentou ela, ajustando a gola da blusa. "Mas espera... o que é isso?" Seus olhos se arregalaram quando notou a protuberância evidente no meio da saia.
—"Não acredito, você tá tendo uma ereção!"
Vasco corou profundamente, seus dedos brincando nervosamente com a borda da blusa.
—"Acho que suas roupas me estão dando muita tesão, maninha. É estranho, mas a textura, o cheiro... parece que você está aqui comigo."

—"Só não vá sujar elas com sua porra!" disse Carol, meio brincando, meio séria.
—"Se você me ajudasse?" sugeriu Vasco, timidamente.
Carol franziu a testa. —"Que quer dizer com isso? Como ajudar?"
—"Ora, me batendo uma," ele murmurou, evitando seu olhar.
Carol recuou um passo.
—"Está me propondo para eu masturbar você? Vasco, sou sua irmã! Me respeite!"
—"Fica entre nós apenas," ele insistiu, sua voz um sussurro carregado de desejo e vergonha. —"Ninguém precisa saber. É só... uma vez."
O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado de tensão não dita. Carol observou seu irmão — seus olhos suplicantes, sua postura vulnerável. Algo dentro dela se comoveu, uma mistura de curiosidade proibida e afeto fraternal que se confundiam em sentimentos difíceis de decifrar.
—"Tá certo," ela finalmente concordou, sua voz mais baixa do que o normal.
Vasco soltou um suspiro de alívio enquanto Carol se sentava no sofá de veludo azul. Com movimentos hesitantes, ele baixou a calcinha preta e as meias até seus joelhos, expondo-se completamente diante dela.
—"Não tou acreditando que tou punhetando meu irmão!" Carol murmurou para si mesma, suas mãos tremendo ligeiramente.
—"Veja se despacha isso logo, vai demorar muito?"
—"Tou um pouco nervoso," admitiu Vasco, sua respiração já acelerada.
—"Se deite no sofá!" ordenou ela, tentando soar mais confiante do que se sentia.
Vasco obedeceu, deitando-se de barriga para cima. Carol observou seu corpo — familiar e estranho ao mesmo tempo. Conhecia cada cicatriz de infância, cada sinal, mas nunca o havia visto desta forma, vulnerável e desejoso.
—"Vou abrir uma exceção," ela anunciou de repente, uma decisão tomada no calor do momento.

—"Que vais fazer?" perguntou Vasco, seus olhos cheios de curiosidade e antecipação.
Sem responder, Carol inclinou-se para frente. O contato inicial foi estranho — íntimo demais, familiar demais — mas então algo mudou. A cada passagem de sua língua, Vasco se arrepriava, seus músculos tensionando-se sob a pele. Era uma sensação proibida, intensa, que fazia o sangue zumbir nos ouvidos de ambos.
—"Isso nunca mais despacha!" reclamou Carol após alguns minutos, endireitando-se. Em um movimento fluido, ela montou o pau dele, ajustando-se ao seu ritmo.
—"Nossa, afinal seu caralho é bem gostoso!" comentou ela, surpresa com sua própria franqueza.
—"Foda-se... que buceta legal você tem!" gemeu Vasco, suas mãos encontrando seus quadris.
—"Gostas? Então fode ela... fode gostoso, seu caralho..."
—"Mas posso te engravidar?" perguntou Vasco com genuína preocupação, mesmo no meio do frenesi.
—"Tomo a pílula seu idiota, pode gozar à vontade," ela respondeu, seus movimentos tornando-se mais urgentes.
—"Sabe uma coisa, mana? É bem legal sentir suas meias na minha pele," confessou ele, suas mãos deslizando pelas meias de seda que ela ainda vestia.
"Então goze logo," gemeu ela, sua respiração ofegante.
"Ai, Carol... vou me vir... tomaaaaa..."
O clímax os atingiu simultaneamente — uma explosão de sensações que os deixou tremendo. Carol quase perdeu os sentidos, a intensidade da experiência sobrepujando qualquer inibição anterior.
—"Ai caralho... quanta porra você tá jogando na minha buceta!" exclamou ela, ainda tremendo. —"Puta que pariu..."
Por longos minutos, eles permaneceram entrelaçados, Carol descansando sobre o corpo de Vasco, ambos tentando processar o que havia acontecido. A luz do dia começava a se transformar em crepúsculo, pintando a sala com tons roxos e laranjas.
Finalmente, Carol se levantou, ajustando suas roupas.
—"Nem uma palavra disto com os pais, viu!"
—"Sou um túmulo," respondeu Vasco, seus olhos ainda vidrados. Ele se vestiu rapidamente, evitando seu olhar.
Quando a porta do apartamento se fechou atrás de Vasco, Carol permaneceu parada no meio da sala, as lembranças do que acontecera ecoando em sua mente. O cheiro dele ainda impregnava o ar, misturado ao perfume de suas próprias roupas. Ela se sentou no sofá novamente, tocando o tecido onde eles haviam estado momentos antes.
Do lado de fora, Vasco caminhava rapidamente em direção ao metrô, seu encontro completamente esquecido. Cada passo era acompanhado pelo eco das palavras trocadas, do toque proibido, da confissão íntima. Ele parou em frente a uma vitrine, observando seu próprio reflexo tentando imaginar-se como ficaria com as roupas femeninas da sua irmã.
Ambos sabiam que algo havia mudado irreversivelmente. Um limite havia sido cruzado, uma linha apagada. E enquanto a noite caía sobre a cidade, irmão e irmã carregavam consigo o segredo pesado e doce que agora os unia de uma forma que nenhum dos dois poderia ter previsto.

A Máscara do desejo…
A chuva batia insistente nas vidraças do salão, criando um som rítmico que parecia acompanhar os passos de dança e as risadas abafadas da festa. O ar estava carregado do perfume de flores e champanhe, e as luzes baixas lançavam sombras sedutoras sobre os rostos sorridentes. Ninguém naquela festa sabia que eu, Carol, tinha levado meu irmão Vasco vestido de menina. A peruca loira, o vestido rosa de cetim que caía em dobras suaves até os joelhos, e a maquiagem cuidadosa — que destacava seus olhos amendoados e suavizava a linha de seu queixo — haviam enganado a todos. Só eu conhecia a verdade por trás daquela máscara de seda e renda… a vulnerabilidade nos olhos dele, a promessa que eu havia feito de protegê-lo.
Ele estava ali porque não quiz deixar meu irmão sozinho. E Vasco, sempre o irmão leal, aceitou o papel com um sorriso nervoso. Movia-se com uma graça surpreendente, a mão segurando a taça de suco com cuidado, os olhos baixos. Até que Raquel se aproximou.
Raquel, com seu vestido preto justo e olhar perspicaz, era conhecida por sua intuição afiada. Ela deslizou pelo salão como uma sombra, parando ao nosso lado com um sorriso que não chegava aos olhos.
— Há algo de estranho nessa sua prima, Vanessa... é Vanessa seu nome? — perguntou, a voz um fio melífluo, mas os olhos fixos em Vasco.
Vanessa era o nome que eu tinha inventado para encobrir seu disfarce. Eu senti o braço de Vasco enrijecer sob o meu toque.
— Que queres dizer com isso, Raquel? — inquiri, tentando manter a voz calma, mas uma apreensão fina percorria minhas costas.
— Acho que vocês dois estão a esconder algo! — afirmou Raquel, cruzando os braços. Seu olhar era como um raio-X, percorrendo cada detalhe do rosto de Vasco, a maquiagem, a postura.
O coração acelerou dentro do meu peito. Um escândalo aqui arruinaria Vasco, traria comentários que ele não merecia. Respirei fundo.
— É melhor irmos para um quarto onde possamos conversar... nem uma palavra sobre o assunto, sua fofoqueira — contestei, baixando a voz para um sussurro firme.
— Vocês mandam — ela respondeu, com um brilho de curiosidade triunfante nos olhos.
Subimos as escadas em silêncio, o som da festa diminuindo até se tornar um murmúrio distante. No piso de cima, havia um quarto de hóspedes decorado com tons pastel e uma cama larga. Fechei a porta, o clique da fechadura soando como um ponto final. A segurança do isolamento envolveu-nos. Era hora de abrir o jogo.

— Desculpa, Raquel, sabe, amiga... de facto, não existe nenhuma Vanessa — disse, as palavras saindo num suspiro.
— Então? — perguntou Raquel, espantada, os olhos arregalados.
— É meu irmão, Vasco... só poderia trazê-lo se viesse travestido de menina. Vocês me tinham dito que era uma festa só para mulher, e eu jamais deixaria meu irmão Vasco sozinho por isso engendrei este plano.
Raquel ficou em silêncio por um momento, estudando Vasco, que permanecia imóvel, as mãos entrelaçadas no colo. Depois, um sorriso lento e calculista surgiu nos seus lábios.
— É um gajo?
— Sim, meu irmão — confirmei, a voz mais firme agora.
Ela deu um passo à frente, o olhar desafiador.
— Quero ver o cacete dele. É a minha condição para manter o segredo.
O ar pareceu sair do quarto. Olhei para Vasco, cujo rosto estava pálido sob a maquiagem. A humilhação brilhava nos seus olhos. Mas ele, sempre protetor, sempre disposto a suportar o peso pelo meu bem, fez um pequeno aceno.
— Vasco — disse, a voz trémula —, baixe a sua calcinha e as meias. Mostre-lhe.
Com movimentos hesitantes, Vasco levantou a barra do vestido rosa, revelando as meias de seda e a calcinha de renda. Ele as baixou, e a verdade foi exposta. Raquel soltou uma risada baixa, surpresa.
— Nossa, caralho enorme. Deve ser ótimo na foda — comentou, com uma franqueza crua que fez meu rosto arder.
— Que mais você quer, sua maluca? — perguntei, a irritação começando a superar o medo.
Os olhos de Raquel brilharam com uma luz que eu nunca tinha visto nela — uma mistura de curiosidade, desejo e poder.
— Quero provar se esse caralho é tão bom quanto aparenta.

A proposta pairou no ar, pesada e carregada. Olhei para Vasco, para o seu rosto marcado por uma resignação dolorosa.
— Desculpa, Vasco, você não se importa? — perguntei, a consciência pesando como pedra.
Ele fitou-me, e naquele momento, vi não apenas o meu irmão, mas o homem que estava sempre disposto a atravessar o fogo por mim. Um sorriso triste tocou os seus lábios.
— Faço tudo por você, mana.
Raquel aproximou-se, e o quarto, outrora um santuário silencioso, encheu-se de uma tensão eléctrica. A chuva continuava a bater na janela, testemunha silenciosa de um segredo que, naquela noite, se transformou em algo muito mais profundo e complexo do que qualquer um de nós poderia ter imaginado. E enquanto os desejos se desvendavam sob a máscara da conveniência, eu percebi que algumas verdades, uma vez reveladas, mudam para sempre os contornos do amor e da lealdade.
Agora, só nós os trés no quarto escuro, iluminado apenas pela luz fraca do corredor que entrava pela fresta da porta. A tensão que vinha crescendo entre nós durante toda a noite finalmente encontrou sua válvula de escape.
—"Você está linda assim", eu sussurrei, meus dedos tremendo levemente enquanto tentava retirar-lhe as meia calça preta que ele usava por baixo do vestido.
Vasco não disse nada, mas sua respiração acelerou. Quando abaixei sua calça e cueca, foi como se o corpo dele soltasse um suspiro de alívio reprimido há anos. Aquele membro impressionante de 22cm parecia gritar "finalmente!" em silêncio, e meu coração acelerou em resposta…
Ajoelhei-me diante dele, minhas mãos explorando cada centímetro daquela pele quente e suave. Ele estremeceu quando meus lábios tocaram pela primeira vez a ponta já húmida, um gemido baixo escapando de sua garganta.
Raquel se apressou a engolir seu membro, começando a movimentar a boca com uma mistura de desejo e reverência. Sua língua brincava com ele, explorando cada veia, cada curva, enquanto as mãos acariciavam suas coxas. Vasco gemia baixinho, seus dedos se enterrando no cabelo castanho de Raquel, para se guiar, como se buscasse apoio em um mar de sensações novas.
Raquel faz uma garganta profunda diversas vezes, querendo sentir toda a extensão dentro da sua boca, querendo provar cada parte daquele homem que afianl era interessante.
—"Eu não vou aguentar mais", Vasco sussurrou roucamente, tirando seu membro da boca dela.
Raquel fica um pouco desapontada pela interrupção, contudo esse desapontamento se transformou em expectativa quando Vasco a conduziu a virar de quatro na cama. Suas mãos tremiam levemente enquanto tirava sua saia e calcinha, seus dedos acariciando a pele nua da minha amiga como quem descobre um tesouro há muito escondido.
—"Me fode logo!", gritou ela entre gemidos, sua voz uma mistura de súplica e comando. —"Fode minha bucetinha! Fode , me fode cabrão!"
Meu irmão Vasco não esperou uma segunda ordem. Quando Raquel sentiu a cabeça de seu membro pressionando entrada da sua gruta, um tremor percorreu todo o seu corpo. Era uma sensação electrizante…
Quando ele entrou completamente nela, Raquel deu uma rebolada instintiva, ajudando-o no movimento.
Ele começou a mover-se dentro dela, suas estocadas ritmadas arrancavam seus gemidos que aumentavam em intensidade a cada momento.
—"Vai!", gritava, suas unhas cravando-se nas costas de Vasco.
—"Fode mais! Fode esta bucetinha gostosa! Me fode cabrão! Mete sua vara na sua à bruta em mim!"
As palabras de Raquel só o estimulavam mais. Cada vez , Vasco metia mais rápido, mais profundo.
Ele acelerou ainda mais, suas coxas batendo contra as nádegas de Raquel com um som húmido e sensual. Plaf…plaf…plaf…
—"Eu vou gozar!", Vasco gemeu, sua voz estrangulada pelo prazer. —"Vou gozar!"
—"Eu também!",respondeu ela, levantando-se parcialmente ficando perto de seu rosto.
Foi então que vi aquela cena não escondendo um pouco de ciume…os lábios de Raquel encontraram os de Vasco em um beijo profundo, salgado, desesperado…as línguas se entrelaçaram enquanto os corpos continuavam seu ritmo frenético.
—"Goza dentro", sussurrou Raquel contra seus lábios. —"Goza dentro da sua amiga.
—Goza junto comigo, goza! Gozaaaaaaaa!"
O corpo dela explodiu em ondas de prazer tão intensas que pensei que desmaiaria. Era como se tivesse contraindo em torno dele enquanto sentia seu próprio orgasmo, quente e abundante, preenchendo-a por dentro. Caíram juntos na cama, exaustos, com o membro de Vasco puslsante ainda dentro, amolecendo aos poucos.
—Nossa, o que foi aquilo? —gritou Raquel…nunca tivera um orgasmo, um prazer, uma gozada como aquela. Era como se todas as experiências anteriores tivessem sido apenas ensaios para esse momento definitivo.
Virei-me de frente para ele, ainda deitados. Ficamos ali os trés nos encarando por longos segundos, recuperando o fôlego, nossos olhos buscando respostas para perguntas que nem sabíamos formular.
A chuva continuava batendo na vidraça, mas agora seu som parecia diferente — não mais melancólico, mas íntimo, como um segredo compartilhado entre amigos naquela noite…
Vasco estendeu a mão e acariciou também meu rosto, como que advinhando os pensamentos de sua irmã…seus dedos tremendo levemente…
Raquel olhou para Carol com um sorriso travesso, os olhos brilhando de diversão maliciosa.
— Agora é a tua vez — sussurrou, inclinandou-se Raquel para mais perto da minha irmã. — Deixa o teu irmão comer-te o cu.

Carol arregalou os olhos, uma mistura de choque e incredulidade pintando o seu rosto.
— Tás louca? — respondeu, a voz um pouco mais alta do que pretendia.
Raquel apenas riu, um som suave e cheio de ironia.
— Vamos, eu ajudo-te — disse, já a puxar Carol pela mão em direção ao sofá, onde Vasco estava deitado, relaxado e a observar a cena com um ar divertido.
Antes que Carol pudesse protestar mais, Raquel ajoelhou-se ao lado de Vasco e, sem hesitar, inclinou a cabeça. Os seus lábios envolveram o membro dele, e começou a chupar com uma intensidade que era pura devoção, um desejo ardente de o ver completamente excitado, duro como uma rocha. Os olhos de Vasco fecharam-se por um momento, um gemido baixo escapando-se dos seus lábios.
Enquanto Raquel se concentrava na sua tarefa, Carol, ainda hesitante, viu a oportunidade. O corpo de Vasco estava relaxado, vulnerável. Com um suspiro resoluto, ela aproximou-se e, lentamente, sentou-se sobre ele, alinhando-se. A sensação de o penetrar fez com que os seus músculos anais se contraíssem.
— Foda-se... — gemeu Carol, a voz trémula. — Este caralho tá duro!
E estava. Com Raquel a trabalhá-lo com a boca, Vasco estava completamente erecto. Assim que Carol se acomodou completamente, Vasco começou a mover os quadris, iniciando um ritmo lento mas profundo. A sensação era intensa, uma mistura de plenitude e uma picada de dor que se transformava rapidamente em prazer.
— Vasco... — choramingou Carol, as unhas a enterrarem-se nos ombros dele. — Tá a doer...
— Vamos — incentivou Raquel, levantando a cabeça por um momento, o queixo ainda húmido. Os seus olhos encontram os de Carol, firmes. — Aguenta-te à bronca, sua puta. Tens de aguentar.
E, para provar o seu ponto, Raquel colocou as mãos nos quadris de Carol, começando a guiar os seus movimentos, a sincronizá-los com os de Vasco. Era uma dança íntima e proibida, os três unidos num momento de puro desejo e cumplicidade. O ar encheu-se com os sons dos seus corpos a moverem-se juntos, dos gemidos abafados e dos sussurros de incentivo. A dor inicial de Carol dissipou-se, substituída por uma onda crescente de prazer que a fez arquear as costas e perder-se no ritmo que os três criaram juntos.
Então sinto minhas tripas serem inundadas por tés jactos da porra de Vasco…
—"Carol", ele sussurrou, e meu nome em sua boca nunca soara tão doce, tão carregado de significado.
—"Shhh", respondi, colocando um dedo sobre seus lábios.
—"Amanhã. Amanhã a gente pensa."
E então o beijei novamente, sabendo que nada entre nós seria igual depois daquela noite — e que talvez, finalmente, tudo estivesse como sempre deveria ter sido.
Eu não acreditei no que tinha acontecido…tinha levado meu irmão vestido de mulher numa festa só para meninas e acabara de o partilhar com minha melhor amiga…


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


267251 - Descubrindo prazeres proibidos - Categoria: Incesto - Votos: 3
266378 - A visita de Marta - Categoria: Incesto - Votos: 2
265833 - Universidade Senior - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 5
265159 - O Diário de Andrea - Categoria: Confissão - Votos: 7
264839 - O diario de Tininha três - Categoria: Confissão - Votos: 1
264750 - O Diario de Tininha dois - Categoria: Confissão - Votos: 5
264744 - O Diario de Tininha - Categoria: Confissão - Votos: 2
264269 - Isabel a Vizinha "Sapeca" 1 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
263451 - Por uma dose de sardinhas - Categoria: Heterosexual - Votos: 9
259610 - A culpa foi do Grande Gatsby 1 - Categoria: Confissão - Votos: 6
254685 - Reflexos da Noite (continuação 2) - Categoria: Bissexual - Votos: 1
254170 - Sin plata no hay pelotas (Sem dinheiro não tiro a roupa) - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
253837 - A sombra do desejo - Categoria: Incesto - Votos: 4
253734 - Confusões Noturnas - Categoria: Incesto - Votos: 2
253175 - Depois não se queixe II (continuação) - Categoria: Bissexual - Votos: 0
252330 - Reflexos da Noite 2 ( a continuaçao) - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
249579 - Depois não se queixe I - Categoria: Confissão - Votos: 4
246969 - Reflexos da Noite - Categoria: Lésbicas - Votos: 3
246705 - Aguas Magicas 2 (Fim) - Categoria: Lésbicas - Votos: 1
246643 - Aguas Magicas 1 - Categoria: Lésbicas - Votos: 2
246382 - Lesbicas Queer 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
246378 - Familia inglesa - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
246377 - Familia inglesa 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
245936 - Fodes uma Besuga (mulher bonita-Micaelense) levas duas - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
245892 - Trair e Coçar é Só Começar (remake) Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
244878 - Passeios a cavalo - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
244768 - A amiga São 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 10
244761 - A amiga São - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
244550 - A visita da amiga Lurdes - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
244205 - Viagem ao Chile - Categoria: Incesto - Votos: 10

Ficha do conto

Foto Perfil lebresfomeada
lebresfomeada

Nome do conto:
Atendendo as necessidades (Crossdressing fantasy)

Codigo do conto:
267270

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
15/07/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0