Dormi sem calcinha na casa da minha amiga e o pai dela me estuprou - parte 2

Já fazia uma semana e eu ainda não conseguia olhar no espelho sem sentir vergonha. Toda vez que ia ao banheiro, via o absorvente sujo de um restinho de sangue rosado e lembrava daquilo tudo. Doía menos agora, mas a sensação de estar “cheia” dele ainda permanecia. Às vezes, no meio da noite, eu acordava com a buceta latejando e molhada, os mamilos duros, o corpo traindo minha cabeça.
Minha mãe achou que eu estava gripada. Eu mal saía do quarto. Júlia me mandava mensagem quase todo dia: “Ei, tá tudo bem? Meu pai perguntou de você hoje… disse que você é uma menina muito educada kkk”. Meu estômago revirava cada vez que lia isso.
Na sexta-feira à noite, a Júlia insistiu pra eu voltar. Tinha outro trabalho da faculdade e a mãe dela ia viajar pro fim de semana. Eu disse que não podia. Ela implorou. Minha mãe, sem saber de nada, achou que era bom eu “sair um pouco de casa”.
Eu voltei.
Dessa vez eu levei minha própria roupa pra dormir: um pijama curto de shortinho e blusinha fina. Mas quando cheguei, o pai da Júlia já estava me olhando diferente. Um olhar possessivo, faminto, como se eu já fosse dele.
Dormi no mesmo quarto de hóspedes. Tranquei a porta.
Não adiantou.
Por volta das três da manhã, ouvi o barulho da fechadura. Ele tinha a chave. Meu coração quase saiu pela boca quando a porta abriu devagar. Ele entrou, só de cueca, o volume enorme já marcando o tecido. Fechou a porta atrás de si e girou a chave.
— Eu sabia que você ia voltar, neguinha — murmurou, a voz rouca.
Tentei me levantar. Ele foi mais rápido. Pulou em cima de mim, prendendo meus pulsos acima da cabeça com uma mão só. Com a outra, puxou o shortinho do pijama pra baixo junto com a calcinha que eu tinha colocado dessa vez.
— Não… por favor… — sussurrei, já sentindo as lágrimas.
Ele riu baixinho e enfiou dois dedos grossos direto na minha buceta. Eu estava molhada. Muito molhada. Meu corpo tinha me traído antes mesmo dele tocar.
— Olha só isso… já tá pingando pra mim. Sua bucetinha safada sentiu falta do meu pau, né?
Ele tirou os dedos e esfregou na minha boca, me fazendo sentir meu próprio cheiro doce e safado. Depois me virou de bruços, levantou minha bunda e deu um tapa forte. Eu soltei um gemido abafado no travesseiro.
Ele não perdeu tempo. Cuspiu na mão, passou na cabeça da rola grossa e empurrou tudo de uma vez. Dessa vez não teve sangue, só aquela dor gostosa de ser aberta de novo. Eu mordi o travesseiro enquanto ele metia fundo, as bolas batendo na minha buceta inchada.
— Isso… aperta meu pau assim, vai… puta apertadinha do caralho.
Ele me fodeu de quatro, puxando meu cabelo cacheado como se fosse rédea. Depois me virou, colocou minhas pernas nos ombros dele e meteu ainda mais fundo, olhando nos meus olhos enquanto eu chorava e gemia ao mesmo tempo.
— Goza pra mim — ordenou, esfregando meu clitóris inchado com o polegar.
Eu não queria. Juro que não queria. Mas meu corpo convulsionou. Gozei forte, apertando o pau dele, mijando um pouco de novo enquanto ele ria satisfeito.
Ele não parou. Me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo, mais devagar agora, gostoso, roçando aquele ponto dentro de mim que me fazia ver estrelas. Chupava meus peitos por cima da blusa fina, mordendo o mamilo até eu gemer alto.
— Da próxima vez eu vou comer esse cuzinho também — sussurrou no meu ouvido.
Eu tremi inteira.
Quando ele estava quase gozando, tirou o pau e subiu até meu rosto. Segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou tudo na minha garganta.
— Engole tudo, vai.
Gozo quente, grosso, jatos fortes batendo no fundo da minha garganta. Eu engasguei, baba e porra escorrendo pelos cantos da boca. Ele ficou ali, pulsando, até esvaziar tudo.
Depois me limpou com os dedos, enfiando-os na minha boca pra eu chupar. Me deu um beijo na testa, quase carinhoso, e sussurrou antes de sair:
— Você é minha agora, filhinha. Toda vez que voltar aqui, vai ser assim. E você vai voltar… porque no fundo você quer.
Ele saiu e trancou a porta por fora.
Eu fiquei lá, deitada na cama molhada de suor, porra e minha própria lubrificação, a buceta latejando, o gosto dele ainda na boca.
E o pior de tudo?
Eu já estava pensando em quando seria a próxima vez.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dormi sem calcinha na casa da minha amiga e o pai dela me estuprou - parte 2

Codigo do conto:
266305

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
06/07/2026

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