Dormi sem calcinha na casa da minha amiga e o pai dela me estuprou

Fiz 18 anos há pouco tempo e ainda estava vivendo aquela fase de sair de casa, conhecer gente nova, sentir liberdade. Naquela semana, fui fazer um trabalho da faculdade na casa da minha amiga Júlia. Minha mãe deixou eu dormir lá. Foi a pior decisão da minha vida.
Depois de terminarmos o trabalho, já era tarde. Pensei que dormiria no quarto dela, mas Júlia disse que o dela era pequeno e que eu ficaria mais confortável no quarto de hóspedes. Eu não tinha levado roupa para dormir. Ela não me emprestou nada. Tomei banho, coloquei o shortinho de algodão que estava usando por baixo da calça jeans — aquele que era um pouco largo demais — e mantive o sutiã. Deitei na cama de casal, exausta.
Acordei no meio da madrugada com uma sensação estranha. Algo quente roçava entre minhas pernas. No começo, achei que era sonho. Um sonho molhado, daqueles que a gente tem quando o corpo começa a acordar para o desejo. Abri um pouco as coxas, ainda sonolenta.
Foi quando senti a mão descendo meu short.
Meu corpo inteiro gelou. Tentei me mexer, mas o peso dele já estava sobre mim. A luz do abajur acendeu fraca, o suficiente para eu ver o rosto do pai da Júlia — um homem alto, forte, uns 48 anos, pele morena e olhar faminto.
— Por favor… sou eu, a amiga da Júlia… — sussurrei, apavorada.
Ele tampou minha boca com a mão grande. O cheiro dele era forte, de homem maduro.
— Shhh… fica quietinha.
Puxou meu short para baixo de uma vez, expondo minha bunda grande e redonda. Eu não estava de calcinha. Ele pareceu surpreso e satisfeito ao mesmo tempo. Abriu minhas pernas com força, mesmo eu tentando fechar. Seus dedos grossos passaram direto pela minha bucetinha morena, já levemente molhada do sonho que eu tinha tido.
Tentei gritar, mas ele apertava mais. Começou a esfregar meu clitóris com o polegar, circulando, apertando. Doía e, ao mesmo tempo, uma quentura estranha subia pela minha barriga. Ele tirou meu sutiã com violência, os botões saltando. Seus lábios grossos sugaram meu mamilo escuro, mordiscando, enquanto dois dedos forçavam entrada na minha entrada virgem.
Eu choramingava contra a palma da mão dele.
Ele desceu, lambendo minha barriga, virando meu corpo de lado como se eu fosse uma boneca. Passou a língua quente pela minha bunda, abrindo minhas nádegas e chegando até meu cuzinho. Eu tremia de nojo e de algo mais que eu não queria sentir. Minha buceta traía meu medo, pingando devagar.
— Caralho… que delícia — murmurou ele, antes de colar a boca inteira na minha bocetinha.
Chupava com fome. A língua entrava, saía, sugava meu clitóris inchado. Eu gemia baixinho, lágrimas escorrendo. Quanto mais eu tentava resistir, mais molhada ficava. Ele enfiou a língua fundo, fodendo meu buraco virgem com ela, enquanto seus dedos apertavam minha bunda.
Depois me virou de frente, segurou meu cabelo cacheado e tirou o pau para fora. Era enorme. Grosso, venoso, a cabeça roxa brilhando. Parecia uma ferramenta.
— Vai chupar, neguinha gostosa. Faz boquete direito.
Bateu o pau pesado no meu rosto, depois enfiou na minha boca. Eu engasgava, baba escorrendo, lágrimas caindo. Ele fodia minha garganta devagar, segurando minha cabeça, gemendo de prazer. Enquanto isso, enfiava os dedos na minha buceta molhada, abrindo caminho.
— Hoje você vai virar mulher — disse, com voz rouca.
Me deitou novamente, abriu minhas pernas ao máximo e posicionou aquela rola grossa na entrada. Eu implorava baixinho para ele parar. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e empurrou.
Doía pra caralho.
Eu me contorcia, tentava empurrar o peito dele. Ele segurou meus pulsos acima da cabeça e meteu com força. Senti algo rasgar dentro de mim. Gritei contra a mão dele. Ele não parou. Metia cada vez mais fundo, até as bolas batendo na minha bunda. Meu sangue misturado com minha lubrificação escorria pela minha coxa.
Ele me fodeu como um animal. Forte, profundo, sem piedade. Chupava meus peitos, mordia meu pescoço, sussurrava que eu era a putinha mais apertada que ele já tinha comido. Eu mijei de tanto prazer forçado, encharcando a cama. Ele riu e meteu ainda mais forte.
Quando estava quase gozando, tirou o pau, chupou minha buceta de novo e depois voltou a me arrombar. No final, segurou meu quadril com força e gozou lá dentro, jatos quentes enchendo meu útero virgem. Parte escorreu misturado com sangue e xixi.
Ele não terminou ali.
Me levou para o banheiro, ainda com o pau duro. Me colocou no colo debaixo do chuveiro e me fodeu novamente, de pé, minhas costas contra a parede. Dessa vez mais rápido, mais bruto. Gozou pela segunda vez dentro de mim.
Quando acabou, me ajudou a me lavar, enfiando os dedos na minha buceta dolorida para “limpar”. Me deu um absorvente e uma roupa.
— Não conta pra ninguém — disse, antes de me mandar de volta para o quarto.
Já faz uma semana. Ainda sinto dor lá dentro. Ainda sai um pouco de sangue. E o pior: às vezes, quando fecho os olhos, lembro da sensação daquele pau enorme me abrindo… e minha buceta molha de novo.
Eu me odeio por isso.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dormi sem calcinha na casa da minha amiga e o pai dela me estuprou

Codigo do conto:
262859

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
24/05/2026

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