Depois da Noite do Véu, eu não era mais a mesma. Meu corpo tinha sido despertado de uma forma que as orações nunca conseguiram. Durante o dia eu continuava sendo a noviça Daniele — recatada, de cabeça baixa, respondendo “Sim, Irmã” com voz suave. Mas à noite eu virava a Dani: a putinha gulosa do convento.
A Irmã Clara passou a me visitar quase todas as noites. Às vezes sozinha, às vezes trazendo alguma “irmã” nova. Uma semana depois da Noite do Véu, ela me acordou depois da meia-noite e me levou novamente para a sala subterrânea.
— Hoje você vai aprender a servir de verdade, Dani — disse ela, com um sorriso predatório.
Quando entramos, a sala estava diferente. Havia um grande crucifixo de madeira no centro, mas invertido. Velas pretas queimavam ao redor. A Irmã Lúcia estava sentada numa cadeira alta, como um trono, com o hábito aberto até a cintura, os seios pesados à mostra. Ao lado dela, a Irmã Beatriz segurava um objeto que fez meu coração acelerar: um strap-on grosso, bem realista, com veias marcadas e cerca de 22cm.
— Ajoelhe-se, noviça — ordenou a Madre Superiora.
Eu me ajoelhei no tapete vermelho. Todas as freiras formaram um semicírculo ao meu redor. A Irmã Clara veio por trás, tirou meu hábito e deixou meu corpo nu novamente. Meus mamilos já estavam duros de expectativa.
— Chupe — mandou Lúcia, apontando para o pau de borracha na mão de Beatriz.
Eu abri a boca como uma boa putinha e comecei a chupar. Lambia da base até a cabeça, babando bastante, tentando enfiar o máximo possível na garganta. Enquanto isso, mãos surgiam de todos os lados: Mariana apertava minha bunda, Sofia chupava meus seios, Clara enfiava dois dedos na minha buceta encharcada.
— Olha como ela mama bem… parece que nasceu pra isso — riu a Irmã Rute.
Depois de me fazer babar no strap-on até ele brilhar, a Irmã Beatriz colocou o cinto e se posicionou atrás de mim. Eu estava de quatro, olhando para a Irmã Lúcia.
— Peça — disse Lúcia.
— Por favor, Irmã Beatriz… me fode. Arromba minha buceta virgem com esse pau…
Beatriz não esperou. Segurou minha cintura e enfiou tudo de uma vez. Eu gritei de prazer e dor misturados. Era grosso, me esticava inteira. Ela começou a meter com força, batendo os quadris contra minha bunda grande, fazendo barulho molhado ecoar pela sala.
— Isso… assim… me fode, Irmã… mais forte! — implorava eu, empinando o rabo.
Enquanto Beatriz me comia, a Irmã Clara sentou na minha frente e abriu as pernas. Eu mergulhei o rosto na buceta dela, chupando com fome, enfiando a língua fundo enquanto levava pirocada. Lúcia se aproximou e enfiou os dedos na minha boca junto com a buceta da Clara, fazendo eu chupar os dois ao mesmo tempo.
Mariana e Sofia se divertiam entre si do lado, mas logo se juntaram. Mariana deitou debaixo de mim e começou a chupar meu clitóris enquanto Beatriz continuava socando. O prazer era insano. Eu gozei pela primeira vez gritando na buceta da Clara, meu corpo inteiro tremendo.
Mas elas não pararam.
Beatriz tirou o pau, e a Irmã Lúcia tomou o lugar dela. A Madre Superiora fodia ainda mais forte, segurando meus cabelos como rédea.
— Você é nossa putinha agora, Dani. Toda vez que rezar, vai lembrar desse pau dentro de você — rosnava ela, metendo fundo.
Eu gozei mais duas vezes. No final, me colocaram deitada no altar, pernas bem abertas. Todas se revezaram: uma chupava minha buceta, outra sentava na minha cara, outra mamava meus peitos. Eu perdi a conta de quantos orgasmos tive.
Quando terminaram, eu estava destruída, buceta inchada, vermelha, escorrendo saliva e gozo. A Irmã Lúcia passou a mão na minha buceta, recolheu um pouco da mistura e enfiou os dedos na minha boca.
— Engole. Esse é o verdadeiro sacramento daqui pra frente.
Eu lambi tudo, olhando nos olhos dela.
— Amém, Madre…