De tanta intimidade com minha filha, acabei comendo - parte 2
Parte 2 Os anos passaram, mas a safadeza entre mim e Júlia nunca esfriou. Ela se casou aos 24 anos com o Roberto, um cara decente, engenheiro, ótimo pai para os dois filhos que vieram logo em seguida — um menino de 5 anos e uma menina de 3. Na frente de todo mundo, éramos a família perfeita: eu, o sogro carinhoso; ela, a esposa dedicada. Mas bastava minha filha me olhar com aquele sorrisinho safado de canto de boca que meu pau já latejava dentro da calça. O Roberto viajava muito a trabalho. Quando ele saía, Júlia arrumava um jeito de me chamar. Às vezes era “pai, precisa me ajudar a montar o novo guarda-roupa”, outras vezes era simplesmente “os meninos estão com a minha mãe, vem pra cá”. Numa quinta-feira à tarde, o celular tocou. — Pai… o Roberto viajou pro Rio e só volta domingo. Os pequenos estão na casa da vovó. Tô sozinha em casa… com saudade do seu pau no meu cu. Cheguei em menos de 20 minutos. Júlia abriu a porta vestindo apenas um robe de seda preto, curto, sem nada por baixo. Os peitos estavam maiores depois das duas gravidezes, mais pesados e cheios. A barriguinha tinha uma leve marca da maternidade que eu achava absurdamente sexy. Mal fechei a porta e ela já se jogou nos meus braços, enfiando a língua na minha boca com fome. — Tô louca pra sentir você me arrombando… faz tempo que não como direito — murmurou entre beijos. Levei ela pro sofá da sala mesmo. Sentei e puxei o robe pra baixo, deixando aqueles peitos maravilhosos saltarem livres. Chupei um mamilo enquanto apertava o outro, sentindo o leite materno que ainda às vezes vazava quando ela ficava muito excitada. Júlia gemeu alto, segurando minha cabeça contra o peito. — Chupa mais forte, pai… isso… marca eles pra mim. Desci a mão entre suas pernas. A bucetinha dela estava encharcada, os lábios inchados e brilhando. Enfiei dois dedos de uma vez e ela rebolou no meu colo. — Quero na bunda hoje… bem fundo e bem forte — pediu, já se virando de quatro no sofá, empinando aquela bunda redonda e macia que eu tanto amava. Ajoelhei atrás dela, abri as nádegas e cuspi direto no cuzinho rosado. Ele já não era mais tão apertadinho como na primeira vez, anos atrás. Anos de treino comigo deixaram o rabinho dela obediente e guloso. Mesmo assim, lambi bastante, enfiando a língua fundo enquanto ela gemia e empurrava a bunda contra minha cara. — Para de enrolar e me fode, pai… me rasga! Passei lubrificante (ela sempre deixava um potinho na mesinha de centro pra essas ocasiões) e encostei a cabeça grossa da minha rola no anelzinho. Empurrei devagar no começo, sentindo o cuzinho dela se abrindo pra mim. Quando a metade já estava dentro, segurei firme na cintura e meti até o talo num só movimento. — Aaaaiiihh porraaa… assim, pai! Que delíciaaa! — gritou ela, apertando as almofadas do sofá. Comecei a socar com força. O barulho de pele contra pele enchia a sala. Peguei os cabelos dela, puxando a cabeça pra trás enquanto metia sem piedade. Júlia rebolava, contraía o cu e gemia feito uma puta: — Mais forte! Me usa! Sou sua putinha particular, pai… fode esse cu que é só seu! O Roberto nem encosta aqui… é todo seu! O cuzinho dela estava quente, macio e apertado. Cada vez que eu tirava quase tudo e enfiava de novo até as bolas, ela soltava um gemidinho agudo de prazer. Eu dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas. Virei ela de lado, levantei uma perna dela e continuei metendo no cu enquanto esfregava seu clitóris. Júlia gozou pela primeira vez assim, tremendo inteira, o cuzinho piscando forte ao redor da minha rola. Não dei descanso. Coloquei ela de bruços no sofá, montei por cima e voltei a arrombar aquele rabinho. Estava suado, ofegante, sentindo as bolas batendo contra a bucetinha molhada dela. — Vou gozar dentro, filha… — Goza, pai! Enche meu cu de porra! Quero ficar pingando o dia todo! Explodi. Jatos grossos e quentes encheram o intestino dela. Fiquei lá dentro até o último espasmo, gozando bem fundo. Quando tirei, um filete grosso de esperma escorreu do cuzinho arrombado, descendo até a bucetinha. Júlia virou-se, pegou meu pau ainda semi-duro e limpou com a boca, chupando gostoso, olhando nos meus olhos. — Senti tanta falta disso… — murmurou, lambendo uma gota que escorria da glande. Passamos o resto da tarde transando. Comi a bucetinha dela no quarto, depois ela sentou no meu pau e cavalgou, rebolando enquanto eu chupava aqueles peitos grandes. Gozei pela segunda vez dentro da xana dela, enchendo até transbordar. À noite, antes de eu ir embora, ela me abraçou na porta, ainda só com o robe aberto. — Quando o Roberto viajar de novo eu te aviso… e da próxima quero que você passe a noite. Quero dormir com seu pau dentro de mim. Beijei sua testa, apertei aquela bunda ainda marcada pelos meus tapas e respondi: — Sempre que você quiser, minha safada. Esse cu e essa buceta são do papai pra sempre. Ela sorriu, aquele mesmo sorrisinho de canto de boca de quando tinha 18 anos, e fechou a porta. Fui pra casa com o pau dolorido de tanto foder e o coração acelerado. Saber que minha filha, agora mãe de família, ainda corria pro meu colo pra levar rola no cu era a coisa mais pervertida e viciante do mundo. E a gente mal tinha começado o fim de semana.
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