Papai me iniciou - parte 2



Papai me deitou na cama com carinho, mas seus olhos ainda queimavam de desejo. Eu estava meio grogue, com o gosto salgado e espesso do “leite mágico” ainda na garganta, um fio escorrendo pelo canto da minha boca. Ele limpou com o polegar e enfiou o dedo na minha boca novamente, fazendo eu chupar.
— Isso, meu filhote… engole tudinho pro papai. Sua mãe nunca desperdiçava uma gota.
Eu obedeci, sugando o dedo dele como se fosse um bico. Meu pintinho estava durinho dentro da cuequinha pequena que ele havia me colocado, marcando o tecido fino. Papai notou e sorriu, passando a mão grande por cima da minha bundona, apertando uma nádega com força.
Naquela noite eu dormi coladinho nele, sentindo o pauzão semi-duro roçando na minha coxa. Acordei no meio da madrugada com uma sensação estranha… Papai estava atrás de mim, de conchinha, e tinha enfiado a mão por dentro da minha cueca. Ele massageava minha bundinha devagar, abrindo as bandas com os dedos grossos, enquanto a cabeça do pau dele latejava entre minhas pernas, roçando no meu cuzinho sem penetrar ainda.
— Shhh… dorme, filho. Papai só tá cuidando de você — ele sussurrou no meu ouvido, mordendo de leve minha orelha.
Eu gemi baixinho, empinando a bunda sem nem perceber. Meu corpo traía a inocência que eu ainda fingia ter.
No dia seguinte, papai não foi trabalhar. Disse que ia tirar o dia pra “ensinar o filhote a ser homem”. Depois do café, ele me colocou sentado no colo dele na varanda, só de cueca. Enquanto eu tomava suco, ele ficava passando a mão nas minhas coxas, subindo até apertar meu pacote.
— Você tem o corpo da sua mãe, Gael… essa bundona empinada, essa cintura fina… Foi feita pra sentar no pau do papai.
Eu corei, mas não neguei. O pau dele já estava duro embaixo de mim, pulsando. Papai me virou de frente, tirou minha cuequinha e começou a passar óleo de cozinha no meu cuzinho virgem, enfiando um dedo devagar.
— Relaxa, meu amor… vai doer só no começo. Depois você vai pedir todo dia.
Eu choraminguei quando ele enfiou o segundo dedo, abrindo meu buraquinho. Doía, mas ao mesmo tempo uma quentura estranha subia pela minha barriga. Meu pintinho babava pré-gozo na barriga dele.
Papai me carregou pro quarto, me colocou de quatro na cama e cuspiu no meu cu. Senti a cabeça grossa do pauzão dele pressionando, forçando a entrada.
— Pai… tá muito grande… — gemi, com a voz manhosa.
— Cala a boca e aguenta, putinha. Você nasceu pra isso.
Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro. Eu mordi o travesseiro, lágrimas escorrendo, mas a dor misturada com um prazer proibido me fazia empinar mais a bunda. Quando ele finalmente enterrou tudo, senti as bolas dele batendo na minha, e um gemido alto escapou da minha boca.
Papai começou a meter devagar no começo, depois foi aumentando o ritmo, socando forte, batendo aquela bundona que ele tanto cobiçava. O quarto encheu de barulho de tapa de pele, meus gemidos e os grunhidos dele.
— Isso… toma o pau do papai… você é melhor que sua mãe, porra… aperta esse cu gostoso!
Ele me fodeu por uns bons minutos nessa posição, depois me virou de lado, levantou minha perna e continuou metendo fundo, beijando meu pescoço e apertando meus mamilos. Quando ele estava quase gozando, me colocou de frente, olhando nos meus olhos.
— Olha pra mim enquanto eu encho você, Gael.
E gozou. Jatos quentes, grossos, enchendo meu cuzinho virgem pela primeira vez. Senti ele pulsando dentro de mim, me marcando como dele.
Quando tirou, o sêmen escorreu pela minha perna. Papai pegou um pouco com o dedo e enfiou na minha boca.
— Come o leitinho do papai, filhote. Daqui pra frente isso vai ser sua comida favorita.
Eu lambi tudo, já viciado.
Aquelas férias foram só o começo. Papai me fodeu quase todo dia — no chuveiro, na cozinha, na varanda de noite… Me ensinou a sentar no pau dele, a engolir até o talo, a pedir pra ele me usar como a putinha da casa.
Quer que eu conte o dia que ele me levou pra beber com os amigos e me fez chupar todos eles? Ou quando minha tia quase descobriu? Ou como ele começou a me filmar sendo arrombado?
Fala o que você quer ouvir agora, papai… ??

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Papai me iniciou - parte 2

Codigo do conto:
262595

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/05/2026

Quant.de Votos:
3

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