Eu tinha começado á trabalhar em um estabelecimento dentro do shopping perto de casa,então comecei a ganhar um dinheiro bom.Até que decidi fazer algumas compras naqueles sites de brinquedos sexuais,sempre foi um desejo meu então comprei vários. (Imaginem a aparência e idade que vocês desejarem meus amores). Vibrador,estimulador de clitóris,piroca de borracha etc.Mas houve um dia que me dei muito mal... Era uma sexta-feira meio-dia e eu tinha ido mais cedo para meu trabalho,e minhas compras online já estavam á caminho.Sabendo disso avisei á meu papai que caso chegasse algo eram produtos de limpeza e que não era para abrir.Saí de casa e cheguei ás 20hr em casa (só moram nós dois em casa) e todas as luzes estavam apagadas,o breu tomava conta dos cômodos,mas mesmo assim coloquei minha bolsa no sofá e subi o 2°andar atrás do meu pai.Assim que eu abro a porta do meu quarto meu pai estava sentado na cama com as minhas compras todas abertas e ele com cara de quem estava furioso. -Pai...-diz eu com a voz trêmula. -O que significa isso Geovana!?!? Eu permaneço em silêncio mas dava para escutar as batidas do meu coração aceleradas de medo e desconforto. -Sabe do que você tá precisando,garota!?! Uma surra bem dada. -Não papai,por favor! Ele se levanta tirando o cinto da calça e me ameaçando. -Se deita nessa cama agora sua vagabunda!!! Eu vou até ele e me deito assustada. Ele rapidamente abaixa o zíper da calça e abaixa a cueca dizendo:"agora você vai ver o que é gozar de verdade sua puta suja!" Eu assustada e em pânico sem outras alternativas também tiro minhas roupas Ele agressivamente coloca o pau pra fora e me manda ajoelhar de frente para ele. Assim eu faço,me ajoelho diante á ele então ele me bate com pau dele na minha cara agressivamente por um bom tempo.Depois papai pega o cinto e começa a bater forte na minha bunda me deixando extremamente vermelha e roxa,eu berrava igual uma cadela no cio. -Desculpa,papai eu nunca mais vou fazer isso denovo!! -Piranha do papai -ele disse enquanto metia em mim Ele metia em mim com força bruta, segurando meus cabelos como se fossem rédea de cavalo. Cada estocada era profunda, violenta, fazendo meu corpo inteiro tremer na cama. Meu quarto, que antes era só meu segredinho, agora ecoava com o barulho molhado da minha buceta sendo arrombada pelo pau grosso do meu próprio pai. — Piranha do papai… — ele repetia entre os dentes, a voz rouca de raiva e tesão misturados. — Guardando brinquedinho de vadia escondido de mim… Achou que eu não ia descobrir? Eu só conseguia gemer alto, o rosto afundado no colchão enquanto ele me fodia de quatro. Minha bunda ainda ardia dos golpes do cinto, roxa e marcada, e cada vez que ele batia a pelve contra mim doía gostoso. Meu corpo traía minha mente — eu estava encharcada, escorrendo pelo pau dele. — Desculpa, papai… ai, por favor… — choraminguei, mas minha voz saía manhosa, quase pedindo mais. Ele puxou meus cabelos com mais força, arqueando minhas costas, e enfiou ainda mais fundo. O barulho das bolas dele batendo na minha buceta molhada enchia o quarto escuro. — Desculpa nada, sua puta. Agora você vai aprender a usar direito esse corpo. Se quer pau, vai ter o do seu pai. Ele saiu de dentro de mim de repente, me deixando vazia e latejando. Virou meu corpo com brutalidade, abrindo minhas pernas bem abertas. Olhou para minha buceta inchada, brilhando de tesão, e cuspiu direto no clitóris. Depois pegou o vibrador que ele mesmo tinha tirado da caixa — o maior que eu havia comprado — e enfiou sem piedade, ligando no máximo. Eu gritei, o corpo se contorcendo enquanto as vibrações fortes me faziam revirar os olhos. — Olha pra você… toda molhada pra isso. — Ele masturbava o pau grosso na minha frente, olhando com fome. — Abre mais essa perna, Geovana. Obedeci, tremendo. Ele tirou o vibrador, jogou de lado e meteu de novo, agora mais lento mas fundo, girando a cintura para me abrir toda. Uma das mãos apertava meu pescoço, a outra beliscava meus mamilos com força. — Diz que é piranha do papai — ordenou, os olhos cravados nos meus. — Eu… eu sou a piranha do papai… — gemi, quase sem voz. Ele sorriu com maldade e acelerou as estocadas, me comendo cada vez mais forte. O quarto cheirava a sexo e suor. Eu sentia o orgasmo subindo rápido, as pernas tremendo incontrolavelmente. — Goza no pau do seu pai, vadia. Goza agora! Meu corpo obedeceu. Gozei forte, apertando ele lá dentro, gritando o nome dele enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto. Ele não parou. Continuou metendo no meu orgasmo até que, com um grunhido animal, puxou o pau e gozou pesado no meu rosto e nos meus peitos, jatos grossos e quentes marcando sua filha. Ofegante, ele olhou para mim toda bagunçada, esperma escorrendo, bunda marcada, buceta vermelha e aberta. — Isso foi só o começo, Geovana. Amanhã você vai me mostrar tudinho que aprendeu com esses brinquedos… e eu vou te ensinar o que uma puta de verdade faz pro pai dela. Ele deu um tapa forte na minha buceta ainda sensível e saiu do quarto, me deixando ali destruída, dolorida… e estranhamente querendo mais.
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