Foi mãe nova, com 18 anos engravidei, do pastor da minha igreja, talvez um dia e me sinta confortável de contar isso para alguém.
Por ter tido minha filha muito cedo, quase não curti minha vida, trabalhei muito e namorei com homens diversos. Até conhecer o Samuel.
Nos conhecemos há dois anos, ele todo na pequena sorveteria que trabalhou, é um homem gentil, educado e honesto. Tem um charme único e me levou a conhecer muitas coisas.
Ele sempre se deu bem com a Tainá, minha filha, ele nunca a tratou como filha ou pediu para ser chamado de padrasto, mas sempre a tratou super bem.
Nunca pensei que as coisas entre nós dariam errado. Não até dois meses atrás, até eu ver meu marido, socando a rola na minha filha.
O Samuel é um homem alto, forte e um tanto bruto, a Tainá é uma menina de quatorze anos, que agora que começou a ter peito e desenvolver bunda, ela é pequena comparada a ele.
Eu não lembro o que deu nele naquele dia, sei que estava bravo e queria relaxar, mas eu saí para trabalhar. Quando voltei para casa, ele estava saindo da casa do vizinho, com um sorriso enorme.
Quando perguntei, me disse que o vizinho lhe deu um conselho para relaxar e que gostaria de tentar. Fiquei feliz, afinal um homem que nada expressado precisa de paz às vezes. Eu não perguntei o que era, mas devia ter feito.
Quanto eu fazia a janta, vi ele colocar algo no suco, algo que o vizinho deveria ter dado para ele.
Eu tomei quase nada do suco, já a Tainá bebeu bastante, ele como sempre apenas bebeu água.
Não demorou muito para que eu me sentisse sonolenta, a Tainá praticamente dormiu na mesa. A levei para o quarto e depois deitei, o Samuel se deitou comigo.
Ficou uns 20 minutos ao meu lado, eu sentia que ele ia fazer algo ruim, mas meu corpo estava mole, fechei os olhos e fingi estar dormindo. Ele me chamou, me chacoalhou bastante e depois quando não tive reação saiu da cama.
Eu jurava que ele ia sair de casa, mas não eu ouvi indo para o quarto da Tainá e isso me deixou em desespero. Meu corpo estava mole, não conseguia me mexer.
Mas pude ouvir, ele a chamando, depois vários sons molhados, como se ele tivesse beijando a minha filha. Meu coração batia rápido, mas meu corpo não respondia.
— Meu Deus! - ele disse.- Tão apertadinha.
Depois disso ouvir as pele dele estalando contra a dela, o Samuel gemia baixo, e falava da buceta gostosa da minha e filha. Não consegui ouvir tudo, pois desmaiei de sono.
Quando levantei no outro dia, foi com o grito da Tainá, corri para o quarto dela e o Samuel estava nu, deitado ao lado da minha filha.
Eu quis matá-lo, quis cortar o pênis dele, mas como um bom manipulador ele reverteu a situação. Afinal dependemos dele, precisamos dele.
Eu pensei em denunciar, mas não fiz. E talvez por isso, tudo mudou.
Depois daquela noite, a Tainá passou a dormir de porta trancada, mas eu dormi ao lado do Samuel. Sempre que ele tinha oportunidade, falava da buceta dela, falava de como ela é gostosa e como estava louco para fazer minha filha gemer.
Talvez isso tenha entrado na cabeça dela, a Tainá sempre foi vaidosa, sempre gostou de ser elogiada e ser a número um. E o Samuel sabia disso, ele falava coisas para mexer com o ego dela, para fazer minha filha narcisista querer ele.
E conseguiu quase duas semanas depois daquela noite. Terminei de fazer o jantar e pela primeira vez em semanas sentamos todos juntos na mesa, a Tainá está usando seu pijama minúsculo, que não deixava nada para imaginação. Eu queria repreendê-la, não tive coragem.
Comi rapidinho e foi para o quarto, ela ficou para lavar a louça e o Samuel foi “tomar banho”.
Quando sai do quarto para verificar se a casa estava trancada, vi minha filha se esfregando do meu marido. Corri de volta para o quarto, mas ouvi a Tainá falando.
— Sou mesmo a melhor?
? Vai ser.
Não demorou para eu ouvir o som de pele estalando, e minha filha de 14 anos, gemendo como uma cadela no cio.
Eu tomei coragem e saí do quarto, dei de cara com o Samuel a comendo contra parede, minha filha me olhou e sorriu, voltando a gemer o nome dele. O pênis do Samuel não é pequeno, muito pelo contrário tem um 18 ou 19 cm, é grosso, ele estava entrando e saindo da minha filha, que babava pela boca e pela buceta de tanto tesão.
Voltei para o quarto e foi obrigada, por mais meia hora, ouvi o sexo deles. O desgraçado ainda deitou ao meu lado.
Os dias foram passando e a Tainá ficou mais ousada, ela gostou de transar com ele, não tinha mais medo, apenas queria agradar de todas as formas o Samuel.
Minha vizinha da frente, em uma noite me convidou para sair, achei estranho, mas era melhor do que ouvir minha filha, chupando o cacete do meu marido.
A vizinha me contou que o marido, faz a mesma coisa com as duas filhas do casal, contou que uma das filhas está grávida, pergunte como ela lida, ela me disse que não liga pega dinheiro do marido e às vezes gasta com ela mesma ou com garotos de programa.
Ela me disse que o próximo passo da minha filha, talvez seja querer dormir com o ele, ser a mulher dentro de casa e que eu fique de escanteio, mas que fundo isso é bom me dá liberdade de viver longe da loucura por algumas horas.
Foi dito e feito, a Tainá começou a querer agir como a mulher da casa, fazia comida, arrumava tudo, mas principalmente queria dormir com o Samuel, que não negou, afinal ter a putinha dele na cama, era mais fácil.
Agora no início de dezembro, descobrimos que ela está grávida. E em comemoração o Samuel comprou um apartamento para mim, para que eu saísse daquela casa loucura. Ainda vou lá de vez em quando falar com a vizinha. Mas acabo pegando os dois fudendo forte, do jeito que o Samuel sempre gostou.
Conto bem gostoso de ler e muito bem escrito e por incrível que pareça, bem atual. O que tem de casais assim não está no mapa, nã tem estatísticas mais acontece e muito, aos milhares, aos milhões e o melhor de tudo é saber acima de tudo aproveitar e viver, gozar a vida como deve ser bem gozada, só isso, nada de violência, ressentimentos, raivas ciúmes e coisas do tipo, aproveitar é viver a vida. votado e aprovado