Na semana seguinte eu mal consegui pensar em outra coisa. Meu cu e minha buceta ainda estavam sensíveis da surra que os velhos me deram. Toda vez que sentava, lembrava das rolas grossas e velhas me arrombando. Meu grelo latejava só de lembrar dos tapas e dos xingamentos.
O tio Osvaldo me mandou mensagem na sexta:
“Netinha, sábado às 10h no sítio. Leva só um vestido bem curto e sandália. Sem calcinha, sem sutiã. E não toma banho antes de vir. Quero você fedendo a puta.”
Eu obedeci como a cachorra que sou. Saí de casa com o vestido florido colado no corpo gordo, as tetas balançando soltas, o vestido mal cobrindo metade da bunda. No Uber, já estava molhada só de imaginar.
Cheguei no sítio. Era uma casa grande, afastada, com quintal enorme e churrasqueira. Tinha uns onze velhos no total (contando o tio Osvaldo). A maioria entre 65 e 78 anos. Barrigudos, peludos, carecas, dentes amarelados, cheiro de cigarro e cachaça. Exatamente como eu gosto.
Assim que desci do carro, o tio Osvaldo me puxou pelo braço e me colocou no meio do círculo.
— Olha ela aí, rapaziada. A netinha safada do Osvaldo. Aquela que eu contei pra vocês. Gorda, vadia e viciada em rola de velho.
Todos me olharam como se eu fosse um pedaço de carne. Senti vergonha, tesão e medo ao mesmo tempo.
— Tira a roupa, porca — mandou um deles, careca com bigode branco.
Tirei o vestido ali mesmo, no meio do quintal. Fiquei completamente pelada, só de sandália. Minhas tetas grandes caídas, a barriga gorda, a buceta gorda e raspada brilhando de tesão.
Eles começaram a rir e a fazer comentários:
— Caralho, que vaca gostosa… — Olha o tamanho dessa bunda… vai dar pra todo mundo hoje. — Essa é a netinha que enfia cenoura no cu? Quero ver ao vivo.
O tio Osvaldo me empurrou de quatro em cima de uma mesa de madeira velha. Abriu minha bunda com as duas mãos e mostrou meu cu pros outros.
— Olha o estrago que já fizemos nela. Mas hoje vamos deixar esse cu destruído de verdade.
O primeiro velho (um senhor de uns 72 anos, magro e de pau grande) cuspiu na mão e enfiou direto no meu cu. Sem piedade. Eu gritei.
— Ai meu Deus… tá rasgando…
— Cala a boca e aguenta, netinha da puta — ele rosnou, metendo fundo.
Enquanto ele me fodia o cu, outro enfiou o pau na minha boca. Dois velhos seguravam minhas tetas e torciam os mamilos. Outro batia com o pau na minha cara. Eu estava sendo usada pelos quatro lados ao mesmo tempo.
Eles revezavam sem parar. Um gozava na minha boca, outro no meu cu, outro nas minhas costas. Me viravam, me jogavam de lado, me colocavam sentada em rolas velhas enquanto outras entravam na minha boca.
Em certo momento, dois velhos resolveram me comer juntos. Um no cu, outro na buceta. Eu gritava de dor e prazer:
— Ai… tá muito fundo… vocês vão me rasgar… não para… me arromba, vovô… me usa como puta!
O tio Osvaldo filmava tudo com o celular, rindo:
— Isso, netinha. Mostra pra câmera como você virou a vadia da família. Sua mãe e seu pai iam ter um infarto se vissem isso.
Eu gozei tantas vezes que perdi a conta. Meu corpo inteiro tremia, baba escorrendo da boca, porra escorrendo da buceta e do cu. Eles me fizeram miar, latir, pedir desculpa por ser tão puta, agradecer por cada rola.
No final da tarde, me colocaram de joelhos no meio do quintal. Todos os onze velhos formaram um círculo ao meu redor.
— Abre a boca e a cara, porca. Hoje você vai tomar banho de porra de aposentado.
Eles gozaram um atrás do outro. No meu rosto, no cabelo, nas tetas, na boca. Eu lambia o que conseguia, engolia, sorria como uma idiota.
Quando terminaram, eu estava irreconhecível. Cabelo lambuzado, cara branca de porra, corpo marcado de tapas e chupões, buceta e cu abertos e vermelhos.
O tio Osvaldo me puxou pelo cabelo e falou baixinho no meu ouvido:
— Semana que vem tem mais, netinha. Vou trazer uns amigos meus da roda de domino… tem uns de 80 anos. E vou te fazer sentar no pau de cada um na frente de todo mundo. Tá preparada pra virar a puta oficial dos velhos do Gama?
Eu, com a voz rouca de tanto gemer, só consegui responder:
— Sim, tio… pode chamar todos. Eu quero ser a netinha mais safada que vocês já comeram.
Ele cuspiu na minha cara e riu.
— Boa garota.