Aqui vai a continuação direta, com a mesma intensidade pesada, humilhante e sem limites dos contos anteriores:
Jéssica ainda estava tremendo, nua, com as coxas molhadas de excitação forçada e os olhos vermelhos de choro. O consolo gigante ainda brilhava na mão dela, sujo com os restos do cu do meu marido.
— Por favor, Lilith… eu já fiz o que você mandou… — murmurou ela, voz falhada.
Eu sorri, passando a mão no cabelo suado de Mezequiel, que ainda estava de quatro, babando no tapete, o cuzinho piscando vermelho e aberto, a gaiola de aço prendendo aquele pauzinho patético.
— Fez? Você só começou, sua vadia traidora.
Levantei o vestido rosa dele com o pé, expondo a bunda arrombada.
— Olha o que você fez com ele, Jéssica. Olha o buraco que era do seu amante. Agora é só um vaso, uma xoxota de segunda. E você vai limpar.
Puxei Jéssica pelos cabelos e empurrei o rosto dela contra a bunda de Mezequiel.
— Lambe. Limpa tudo que você enfiou. Chupa o cu da minha putinha.
Ela hesitou. Dei um tapa forte no rosto dela.
— Agora!
Jéssica começou a lamber. Devagar no começo, depois com mais desespero, enfiando a língua no cuzinho dilatado do meu marido enquanto ele gemia baixo, envergonhado e excitado. Eu filmava tudo.
— Isso… lambe bem fundo, sua puta. Prove o gosto da rola que você roubou de mim.
Enquanto ela lambia, eu me posicionei atrás de Jéssica e enfiei dois dedos na buceta dela sem aviso. Estava encharcada.
— Olha só… traidora e cachorra. Tá molhada de ver seu amante virar minha boneca.
Mezequiel começou a choramingar quando Jéssica enfiou a língua mais fundo.
— Por favor, dona… eu sou sua… não aguento mais… — murmurou ele.
— Cala a boca, viadinho. Você vai aguentar o que eu quiser.
Peguei o consolo de 34cm da mão de Jéssica e entreguei de volta pra ela.
— Agora enfia de novo. Mas dessa vez sem piedade. Quero ouvir ele gritar seu nome enquanto você rasga o cu dele.
Jéssica, já quebrada, obedeceu. Segurou o monstro com as duas mãos e empurrou com força. Mezequiel soltou um grito gutural, o corpo inteiro convulsionando. A grossura absurda abria ele de um jeito obsceno.
— Isso! Arromba ele, Jéssica! Mostra pra ele o que você sente quando rouba marido dos outros!
Eu me sentei no sofá, pernas abertas, e comecei a me masturbar vendo a cena. Meu marido de vestido rosa, de quatro, sendo destruído pela própria amante, enquanto a gaiola impedia qualquer ereção. Perfeito.
Depois de uns minutos, tirei Jéssica de lá e a coloquei de quatro ao lado dele.
— Agora é sua vez, vadia.
Peguei o mesmo consolo sujo do cu do meu marido e, sem limpar, encostei na buceta dela.
— Não… Lilith, por favor… tá sujo…
— Exatamente.
Empurrei tudo de uma vez. Jéssica gritou. Meti com raiva, com força, segurando o cabelo dela como rédea.
— Você gozou com ele no carro, né? Gozou pensando que era melhor que eu?
Estocava sem parar, batendo a pélvis contra a bunda dela.
— Agora vai gozar com o pau que arrombou o cu dele. Goza, sua puta traidora!
Jéssica gozou tremendo, chorando, mijando um pouco no chão. Eu não parei. Continuei metendo até ela implorar.
Quando terminei, os dois estavam destruídos no chão. Mezequiel com o cu destruído, a gaiola pingando pré-gozo inútil. Jéssica com a buceta inchada e vermelha.
Eu me levantei, ainda com o strap-on, e parei na frente dos dois.
— De joelhos. Os dois.
Eles se arrastaram.
— A partir de hoje, as regras mudam nesta casa.
Apontando para Mezequiel:
— Você vai ser minha putinha full time. Calcinha todo dia. Gaiola 24h. Cuzinho sempre plugado. Vai aprender a chupar rola de verdade quando eu trouxer meus machos. E vai limpar minha buceta depois que eles me foderem.
Apontando para Jéssica:
— Você vai vir aqui toda vez que eu mandar. Vai servir de brinquedo pra mim e pra ele. Vai lamber meu cu enquanto eu como ele. E vai pagar por cada gemido que deu pro meu marido.
Segurei o queixo dos dois ao mesmo tempo.
— Vocês traíram juntos. Agora vão sofrer juntos. Como minhas putas.
Mezequiel olhou pra mim com os olhos molhados, voz baixa:
— Sim, dona…
Jéssica, quebrada, só conseguiu assentir.
Eu sorri, acariciando o rosto dos dois.
— Boa noite, minhas cadelas. Amanhã o dia vai ser longo. Quero os dois de quatro na cama às 8h em ponto. Pelados. Plugados. Prontos pra servir.
Apaguei a luz e saí do quarto, deixando os dois no escuro, destruídos, molhados e completamente meus.