Depois daquela chupada insana que Daniela me deu com a mãe dormindo do lado, eu mal conseguia acreditar no que estava acontecendo. Minha filha, aquela putinha loira de 15 anos, engoliu cada gota da minha porra como se fosse o melhor sorvete da vida dela. Ainda com o pau latejando, ela me deu um beijinho na cabeça melada, lambeu os lábios e saiu do quarto rebolando, só de babydoll curto.
Minha esposa acordou minutos depois, ainda sonolenta, e achou que o pau duro era por causa dela. Começou a me chupar com vontade, sem imaginar que a boca da filha tinha acabado de tirar tudo de mim. Eu segurei a cabeça dela e fodi sua boca devagar, imaginando que era a Daniela de novo. Gozei pela segunda vez, mais fraco, e ela engoliu satisfeita.
O resto do domingo passou normalmente, mas o clima em casa tinha mudado. Daniela ficava me olhando com aqueles olhinhos safados, passando a língua nos lábios quando a mãe não estava vendo. À noite, depois que minha esposa apagou de novo (ela dorme como pedra depois de beber), Daniela voltou.
Dessa vez ela não pediu permissão. Entrou no quarto na ponta dos pés, completamente pelada, os cabelões loiros caindo nos seios pequenos e firmes. Subiu na cama devagar e se encaixou entre minhas pernas. Segurou meu pau semi-duro e começou a lamber desde as bolas até a cabeça, bem devagar, olhando nos meus olhos.
— Shhh, papai… deixa eu cuidar de você de novo — sussurrou quase sem som.
Dessa vez ela estava mais corajosa. Enfiou meu pau na boca quente e começou a descer, tentando engolir mais fundo. Babava muito, o barulhinho molhado ecoando baixinho no quarto. Eu olhava pro lado e via minha esposa dormindo de lado, a poucos centímetros. O risco me deixava louco.
Segurei os cabelos dela com uma mão e comecei a foder sua boca com mais força, empurrando o quadril devagar. Daniela gemia baixinho com o pau na boca, vibrando em volta da minha rola. Com a outra mão eu estiquei e comecei a mexer na bucetinha dela por trás. Estava encharcada, escorrendo pelo dedo.
— Você é uma putinha do papai, né? — sussurrei no ouvido dela.
Ela fez que sim com a cabeça, sem tirar meu caralho da boca. Chupava com mais fome, lambendo a cabeça grossa, passando a língua na veia de baixo. Eu enfiei dois dedos na bucetinha virgem dela, sentindo o calor apertado. Daniela rebolava devagar nos meus dedos, tentando não fazer barulho.
Eu estava quase gozando de novo quando ela tirou o pau da boca, subiu em cima de mim e encostou a bucetinha molhada na minha rola, esfregando pra cima e pra baixo sem encaixar ainda. Os lábios carnudos da filha deslizavam pela cabeça do meu pau, me molhando inteiro.
— Papai… eu quero tanto sentir você dentro de mim — gemeu baixinho no meu ouvido. — Quero que você tire meu cabacinho…
Eu segurei a bundinha pequena dela com as duas mãos e esfreguei mais forte, quase enfiando. O risco da mãe acordar ali do lado deixava tudo ainda mais intenso. Daniela tremia de tesão, roçando o clitóris inchado na minha rola.
De repente ela desceu um pouco mais e a cabeça do pau pressionou contra a entradinha virgem. Estava apertadíssima. Ela mordeu o ombro pra não gemer alto quando a cabecinha começou a forçar passagem.
— Devagar, filhinha… vai doer no começo — sussurrei.
Ela fez que sim, olhos semicerrados de prazer e dor, descendo milímetro por milímetro. Eu sentia o hímem resistindo… e então, com um empurrãozinho meu no quadril dela, entrei.
Daniela soltou um gemidinho abafado e enterrou o rosto no meu pescoço. Metade do meu pau já estava dentro da bucetinha da minha filha. Quente, absurdamente apertada, pulsando em volta de mim.
Eu segurei ela firme pela cintura e comecei a meter devagar, bem fundo, sentindo ela se abrir pra mim. Daniela respirava pesado no meu ouvido:
— Ai papai… tá tão grande… tá me enchendo toda…
Minha esposa se mexeu do lado. Congelamos os dois, meu pau enterrado até o meio na buceta da filha. O coração batendo forte. Ela só virou pro outro lado e continuou dormindo.
Assim que ela se aquietou, eu segurei a bundinha de Daniela e comecei a comer ela de verdade, devagar mas fundo, bem ali do lado da mãe. Cada estocada fazia os seios pequenos dela balançarem. Daniela gozou primeiro, tremendo inteira, mordendo meu ombro pra não gritar, a bucetinha apertando meu pau como nunca senti.
Eu não aguentei. Segurei ela contra mim e gozei forte, enchendo a bucetinha virgem da minha filha com jatos grossos de porra quente. Fiquei lá dentro até amolecer, enquanto ela me beijava o pescoço e sussurrava:
— Obrigada, papai… agora eu sou sua putinha de verdade.
Quando saí de dentro dela, um fio de sangue misturado com porra escorreu pela coxa dela. Eu limpei com o dedo e enfiei na boca dela. Daniela chupou meu dedo com gosto.