Bêbada e sem calcinha o pai da minha amiga comeu meu cuzinho - parte 2
PLAFT!!! O tapa estalado ecoou pela garagem vazia, fazendo minha bundinha arder. Soltei um gritinho manhoso e me levantei devagar, as perninhas tremendo nas botinhas prateadas. Meu cuzinho piscava, latejando, vazando um fio quente da porra dele escorrendo pela parte de dentro da coxa. — Ai, tio… que tapa forte… — resmunguei com voz de putinha manhosa, puxando a calcinha fio dental prateada de volta pro lugar. O tecido fino mal conseguia tampar meu cu arrombado. Sr. Carlos guardou o cacete ainda meio duro dentro da calça, me olhando com aquele olhar de quem ainda não tinha terminado. Pegou meu celular, parou a gravação e deu um sorrisinho safado. — Vamos subir. Você não vai pra sua casa assim não, sua piranha. Tá toda gozada e cheirando a rola. Eu só ri, bêbada e tarada, e fui andando na frente dele rebolando mais do que o necessário. O vestidinho branco de lycra ainda estava todo enrolado na cintura, metade da minha bunda de fora, o fio dental brilhando molhado entre as nádegas. As botinhas faziam “POC POC POC” no caminho até o elevador. Dentro do elevador ele não perdeu tempo. Assim que a porta fechou, me prensou contra o espelho, levantou meu vestido de novo e enfiou dois dedos grossos no meu cuzinho melado de porra. — Ai ai ai tioooonnnn… — gemi, empinando o rabo pra ele, rebolando nos dedos enquanto olhava minha própria carinha de vadia no reflexo. Bochechas vermelhas, rímel borrado, boca entreaberta. — Olha como você tá… toda arrombada e ainda querendo mais — ele rosnou no meu ouvido, mexendo os dedos lá dentro. — Amanhã sua amiga vai te chamar pra ir na piscina e você vai sentar do meu lado com esse cu todo inchado. O elevador parou no andar dele. Ele me puxou pelo braço até o apartamento. Assim que a porta fechou, me jogou no sofá de quatro, de cara pro encosto. — Não tira o vestido não. Quero te comer assim mesmo, toda vestida de puta de festa. Ele abaixou minha calcinha até os joelhos novamente, cuspiu no meu cuzinho e enfiou a piroca grossa de uma vez, quase até o talo. — Aiiiiiiiiiiiiiiiii porraaaaa!!! — gritei, agarrando o sofá. Doeu gostoso. Meu cu ainda estava sensível da foda no carro, mas eu tava molhada demais pra reclamar. Carlos segurou minha cintura com as duas mãos e começou a meter forte, fundo, fazendo minhas botinhas balançarem no ar. O barulho molhado de saco batendo na minha bucetinha enchia a sala. — Isso… toma no cu, Daiane… toma essa rola que você tanto provocou… Sua amiguinha tá dormindo na casa dela e a piranhazinha dela tá aqui levando no rabinho… Eu só conseguia gemer feito uma vadia: — Ainnn tio… ai que gostoso… mete mais fundo… arromba meu cuzinho… eu sou sua putinha agora… ai ai ai ai tiooonnnn!! Ele metia com raiva, puxando meu cabelo loiro, dando tapas estalados na minha bunda carnuda. Meu vestidinho branco todo amassado, os peitinhos pulando pra fora do decote. Eu tava babando no sofá, revirando os olhos, esfregando minha bucetinha inchada enquanto ele destruía meu cu. Depois de uns minutos ele me virou, colocou minhas pernas por cima dos ombros dele e enfiou de novo, agora olhando na minha cara. Meu vestidinho todo embolado nos peitos, calcinha pendurada em uma botinha. — Olha pra mim enquanto eu te fodo, sua safada… Olha pra cara do pai da sua amiga te arrombando. Eu olhava com carinha de putinha submissa, mordendo o lábio, gemendo baixinho toda vez que ele socava fundo. Ele cuspia na minha boca, eu engolia. Depois enfiou três dedos na minha bucetinha e começou a me dedar enquanto metia no cu. Eu gozei igual uma louca, tremendo inteira, squirtando nos dedos dele e apertando o cacete dele com o cuzinho. — Porra… que putinha apertada… — grunhiu ele. Segundos depois ele puxou o pau, subiu no sofá e enfiou na minha boca, gozando fundo na garganta. Segurei nas coxas dele, engolindo tudo que dava, tossindo um pouco, com lágrimas de tesão escorrendo. Ele tirou o pau da minha boca e bateu com ele nas minhas bochechas, todo melado. — Boa garota… Agora vai dormir com minha porra no cu e na barriga. Amanhã a gente continua. Eu fiquei lá, deitada no sofá dele, vestidinho todo destruído, calcinha fora do lugar, cuzinho pulsando, cara de vadia bem comida… sorrindo satisfeita.
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