Depois daquela foda intensa no carro, paramos num motel à beira da estrada. Aurora mal conseguia andar direito, com minha porra escorrendo pelas coxas morenas enquanto caminhávamos até o quarto. Assim que a porta fechou, eu a prensei contra a parede, levantando sua saia e enfiando dois dedos na bucetinha ainda cheia do meu leite.
— Pai… eu ainda tô latejando — gemeu ela, empinando a bunda pra trás.
— Ótimo. Porque agora eu vou comer você direito, filha.
Tirei toda a roupa dela devagar, admirando aquele corpo que o sol do Caribe deixou dourado. Os seios grandes, firmes, com bicos escuros e durinhos. A cintura fina, os quadris largos e aquela bucetinha inchada, rosada, pingando. Eu me ajoelhei, abri as pernas dela e comecei a chupar com vontade, enfiando a língua fundo enquanto ela segurava minha cabeça, rebolando na minha cara.
— Ai, papai… assim… lambe o clitóris da sua filha… porra, que delícia!
Aurora gozou pela segunda vez na minha boca, tremendo inteira, soltando gemidos altos que ecoavam no quarto. Quando ela ainda estava molinha do orgasmo, eu a joguei na cama de quatro, segurei aqueles quadris grossos e meti tudo de uma vez. O barulho molhado do caralho invadindo a buceta virgem (agora já bem arrombada) era obsceno.
Eu socava forte, fundo, fazendo aquelas nádegas gostosas balançarem a cada estocada. Aurora gritava:
— Mais forte, pai! Me fode como se eu fosse sua putinha particular! Destrói essa buceta que você criou!
Eu puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda e metia sem parar. Virei ela de frente, coloquei as pernas dela nos meus ombros e voltei a comer, olhando nos olhos enquanto a fodia.
— Olha pra mim enquanto eu te encho de novo, Aurora. Você é minha, entendeu? Mesmo casada, essa buceta continua sendo do papai.
Ela mordeu o lábio, olhos revirando de prazer:
— Sim, papai… eu sou sua putinha pra sempre… pode me foder quando quiser… ahh, tô gozando de novo!
Senti a bucetinha dela apertando meu caralho como um punho. Não aguentei e descarreguei outro jato grosso, enchendo ela até transbordar. Quando tirei, a porra escorria em fios grossos da bucetinha inchada.
Passamos a noite toda fodendo. No banho, ela me chupou de joelhos, engolindo até o talo. Depois eu comi ela contra a parede, e por último a fiz sentar no meu pau e cavalgar até eu gozar pela terceira vez dentro dela.
Meses depois…
Aurora se casou com um cara decente, mas toda vez que o marido viajava a trabalho, ela me ligava. Às vezes ia direto pra casa, outras eu pegava ela no apartamento novo.
Uma das vezes mais safadas foi quando ela chegou casada há poucos meses, entrou no meu quarto, tirou o vestido e mostrou que estava sem calcinha. A bucetinha depilada brilhando de tesão.
— O marido comeu hoje de manhã, mas eu só consigo gozar de verdade quando é você, pai… Vem me limpar ele e me encher de novo.
Eu comi ela no nosso antigo quarto, bem devagar, saboreando cada gemido abafado no travesseiro. No final, gozei tanto que quando ela se levantou, a porra escorria até o chão.