Durante dez anos eu vivi um casamento infeliz com Vitória. Eu tinha 26 anos quando a conheci. Ela tinha 30 e era mãe de um menino de 8 anos chamado Gabriel. Ele era um garoto quieto, gentil e um pouco delicado. Apesar disso, nos dávamos muito bem. Aquela boa relação foi um dos motivos que nos fizeram casar apenas seis meses depois de nos conhecermos. No começo, tudo parecia perfeito. Eu estava apaixonado, o sexo era intenso e eu me via pronto para assumir o papel de padrasto. Mas com o tempo, o verdadeiro rosto de Vitória apareceu: uma personalidade extremamente possessiva e controladora. Ela vigiava meus passos, ligava o tempo todo quando eu saía com amigos, controlava minhas redes sociais e criava brigas constantes. O pior é que ela também sufocava Gabriel. Acompanhei o garoto crescer. O menino tímido se transformou em um adolescente sensível e inseguro. Nós dois sabíamos que ele era gay, embora ele nunca tivesse falado abertamente. Vitória quase não deixava o filho sair, o que gerava muitas discussões entre nós. O casamento foi se deteriorando ano após ano. O sexo, que antes era frequente e apaixonado, praticamente acabou. E então, quando Gabriel completou 18 anos, ele nos contou que se identificava como transgênero e que pretendia começar o tratamento hormonal. Vitória surtou. Eu, por outro lado, tentei ser compreensivo. Isso só acelerou o fim do casamento. Vitória foi embora levando Gabriel consigo e mudou de cidade para garantir que eu nunca mais os visse. Aos 36 anos, me vi finalmente livre. Comecei a malhar, emagreci, recuperei minha autoestima e passei a viver uma vida de solteiro: festas, viagens e muito sexo casual. Três anos depois, uma manhã de ressaca, minha campainha tocou insistentemente. Com dor de cabeça e ainda de roupão, abri a porta irritado. Na minha frente estava uma jovem bonita, de pernas longas, cabelo escuro na altura dos ombros e olhos castanho-escuros inconfundíveis. – Nossa… como você mudou – ela disse, sorrindo. – Desculpa… quem é você? Ela riu baixinho, com um misto de ironia e timidez. – Ainda não me reconheceu? Sou eu… Gabriel. Bom, na verdade agora me chamo Andressa. Fiquei paralisado. Aqueles olhos… eram os mesmos que eu via há anos. Mas o resto era completamente diferente. Andressa estava linda. Corpo feminino bem delineado, seios pequenos e firmes sob a blusa fina, shorts jeans curto mostrando coxas grossas e bem torneadas, lábios carnudos e uma postura naturalmente feminina. – Pode entrar – consegui dizer, ainda atordoado. Tomamos café na cozinha. Ela me contou sobre sua vida nos últimos três anos: o tratamento hormonal, a cirurgia de redesignação que planejava fazer em breve, o emprego em uma agência de publicidade e como finalmente se sentia em paz consigo mesma. Vitória quase não foi mencionada. O dia passou de forma estranha e agradável. Andressa parecia muito à vontade. À noite, abrimos uma garrafa de vinho e colocamos um filme. Ela se aproximou aos poucos. Primeiro um braço no meu ombro, depois carinhos no peito, até que confessou: – Sabe… eu sempre tive uma quedinha por você. Não como padrasto. Como homem. Aquilo me pegou de surpresa. O garoto inseguro havia se transformado em uma mulher direta e sedutora. – Eu espiei você tomando banho várias vezes – continuou ela, com a voz rouca. – Ficava olhando pro seu pau… era tão grande. Eu fantasiava com ele o tempo todo. Ela deslizou a mão pela minha bermuda e começou a me acariciar por cima do tecido. Meu pau endureceu imediatamente. Puxei Andressa para mim e a beijei com fome. Seus lábios eram macios e quentes. Em poucos minutos estávamos pelados no sofá. O pau dela era pequeno e duro, mas o que mais me chamou atenção foram seus seios e sua bunda redonda e empinada. Eu a deitei, abri suas pernas e comecei a chupar seu pauzinho enquanto lambia sua entrada. Andressa gemia baixinho, segurando minha cabeça. – Me fode… por favor – pediu ela. Passei lubrificante no pau e no cuzinho dela e comecei a penetrá-la devagar. Andressa gemeu alto, cravando as unhas nas minhas costas. Quando entrei completamente, comecei a meter com força, segurando seus quadris. O barulho molhado do meu pau entrando e saindo do seu cu enchia a sala. – Mais forte… me usa – ela pedia, rebolando contra mim. Eu a fodi com vontade, alternando entre estocadas profundas e rápidas. Puxei seu cabelo, dei tapas na bunda e a fiz gemer como uma vadia. Quando não aguentei mais, enfiei tudo e gozei forte dentro dela, enchendo seu cu de porra quente. Andressa gozou logo depois, lambuzando a própria barriga. Ficamos em silêncio por um tempo, suados e ofegantes. Depois nos vestimos sem dizer muita coisa. Dei boa noite e fui dormir. Quando acordei na manhã seguinte, Andressa já tinha ido embora. Não deixou bilhete, recado ou qualquer sinal de que esteve ali. Até hoje não sei se ela voltou para me ver novamente. Mas aquela noite ficou marcada na minha memória como uma das experiências mais intensas e proibidas da minha vida. Depois daquela noite intensa, eu pensei que nunca mais veria Andressa. Mas estava errado. Duas semanas depois, ela me mandou uma mensagem: “Não consegui parar de pensar em você. Posso te ver de novo?” A partir daí, tudo mudou. Começamos a nos encontrar regularmente. No começo eram encontros discretos: jantares, cinema, longas conversas até altas horas. Andressa era carinhosa, inteligente e extremamente sensual. Cada vez que transávamos, era mais forte e mais íntimo que a anterior. Ela adorava ser dominada, pedia para eu ser bruto, puxar seu cabelo e enchê-la de porra. E eu descobri que também adorava isso. Três meses depois, ela praticamente já morava comigo. Largou o apartamento pequeno que dividia com uma amiga e trouxe suas coisas. Vitória, a mãe dela, surtou quando descobriu. Ligou furiosa para Andressa, xingando nós dois, mas Andressa simplesmente bloqueou o número da mãe e disse: — Ela já controlou minha vida por tempo demais. Agora eu escolho com quem quero ficar. Eu, aos 39 anos, nunca imaginei que fosse me apaixonar de verdade novamente. Muito menos por Andressa. Mas ela me completava. Era carinhosa, submissa na cama e companheira fora dela. Fazíamos amor quase todas as noites. Às vezes eu a fodia com força no sofá, outras vezes ela sentava no meu pau devagar, rebolando enquanto me olhava nos olhos e gemia meu nome. Um ano e meio depois do nosso reencontro, eu tomei a decisão. Numa noite romântica, levei Andressa para um restaurante bonito à beira do rio. Depois do jantar, caminhamos até um mirante iluminado. Eu me ajoelhei, nervoso como um adolescente, e abri a caixinha com um anel de ouro branco com uma pedra pequena, mas delicada — exatamente do gosto dela. — Andressa… eu te amei primeiro como filho, depois te desejei como mulher. Hoje eu te amo como minha companheira. Quer casar comigo? Ela começou a chorar, cobrindo a boca com as mãos. Depois se jogou nos meus braços. — Sim! Mil vezes sim! Casamos seis meses depois, em uma cerimônia pequena e íntima, apenas com alguns amigos próximos e colegas de trabalho. Andressa estava linda num vestido branco justo, com um decote que valorizava seus seios naturais (resultado do hormônio e de uma pequena cirurgia que fizemos). Eu não conseguia tirar os olhos dela. Na noite de núpcias, voltamos para casa (decidimos não viajar, queríamos ficar no nosso cantinho). Assim que entramos no quarto, ela me empurrou na cama e subiu em cima de mim. — Hoje eu quero ser sua esposa de verdade… — sussurrou, tirando o vestido devagar. Ela estava sem calcinha. Seu pauzinho pequeno estava duro, e sua bunda redonda brilhava com um plugzinho rosa que ela havia colocado mais cedo. Eu tirei o plug e enfiei meu pau devagar, sentindo ela tremer inteira. — Me fode, marido… me fode como sua putinha particular. Eu segurei seus quadris e meti fundo, com estocadas fortes e ritmadas. Andressa gemia alto, sem vergonha, rebolando contra mim enquanto eu dava tapas na bunda dela. Virei ela de quatro e meti com tudo, puxando seu cabelo. — Goza dentro… enche sua esposa — ela pediu, quase sem voz. Eu gozei forte, jorrando muito dentro dela. Andressa gozou logo depois, lambuzando os lençóis. Ficamos abraçados, suados e felizes. Hoje, um ano após o casamento, vivemos muito bem. Andressa terminou sua transição completa (fez a cirurgia de redesignação genital há oito meses) e está mais mulher e mais feliz do que nunca. Fazemos amor quase todos os dias. Às vezes ela ainda gosta de usar o cuzinho, às vezes a bucetinha nova. Eu amo as duas. Vitória nunca mais nos procurou. E nós não nos importamos. Andressa é agora minha esposa, minha mulher, minha puta e minha melhor amiga. E eu não trocaria essa vida por nada.
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