Meu nome é Daniele, tenho 18 anos e perdi minha virgindade há poucas semanas. O que aconteceu depois do jogo contra a Noruega foi, de longe, a coisa mais pesada e insana que já vivi na vida.
Eram 19h de domingo quando o Brasil tomou o gol que nos eliminou da Copa. Eu estava na sala com os quatro amigos do meu irmão: Lucas, Pedro, Matheus e Rafael. Vestia só uma camisa verde da seleção, bem curtinha, sem sutiã e com uma calcinha fio-dental branca por baixo.
Quando o jogo acabou, o clima mudou na hora.
Lucas agarrou meu cabelo com força e me puxou para o sofá.
— Aonde você vai, sua putinha de 18 anos? — rosnou ele. — Hoje você vai pagar por essa eliminação.
— Lucas… por favor… eu sou nova nisso… perdi minha virgindade tem pouco tempo… não faz isso — implorei, já com medo.
Eles riram com ainda mais vontade.
— Perdeu a virgindade recentemente? Que perfeito. Hoje vamos te arrombar de verdade, sua vadia.
Rasgaram minha camisa ao meio. Meus peitos jovens pularam pra fora. Rafael deu um tapa forte no meu rosto e depois apertou meus seios com brutalidade, torcendo os mamilos.
— Olha esses peitinhos novos… tão durinhos. Hoje eles vão ficar marcados.
Me colocaram de quatro. Pedro cuspiu na minha boceta e enfiou o pau grosso de uma vez. Matheus cuspiu no meu cuzinho virgem e forçou a entrada. Dupla penetração brutal logo de cara. Eu gritei alto de dor.
— Aaaai! Não! Tá rasgando tudo! Por favor, tira! Eu sou nova… dói muito! — chorava desesperada.
— Cala a boca, putinha de 18 anos! Toma rola no cu e na buceta como merece! — gritou Pedro, metendo com força enquanto dava tapas violentos na minha bunda.
Lucas enfiou o pau na minha boca, fodendo minha garganta fundo.
— Engole esse caralho, sua cachorra! Chupa direito! Isso… assim, sua putinha recém-desvirginada!
Os tapas não paravam: no rosto, nos peitos, na bunda. Cada tapa ardia e me fazia apertar os paus dentro de mim. Mesmo implorando e chorando, meu corpo traiu. Gozei pela primeira vez na vida com dois paus dentro de mim, squirting forte no sofá enquanto tremia inteira.
— Olha essa putinha gozando no estupro! Perdeu a virgindade tem pouco tempo e já tá squirting como uma vadia profissional! — zombavam eles.
Depois disso eu me rendi completamente.
— Me fode… me arromba… eu sou a puta de vocês… — gemia, rebolando contra os paus.
Eles me viraram e fizeram dupla vaginal: dois paus enormes esticando minha bocetinha recém-desvirginada ao limite. A dor era intensa, mas o prazer me dominava. Eu gozava sem parar, squirting em jatos enquanto eles me estapeavam e me humilhavam:
— Isso, sua putinha de 18 anos! Toma duas rolas na buceta nova! Goza pra gente, sua vadia inútil!
Segunda-feira
Acordei dolorida, corpo cheio de porra seca e marcas roxas. Mas eles continuaram a manhã toda. Dupla penetração vaginal e anal, tapas fortes, cuspe na cara, xingamentos pesados:
— Você não vale nada além de buraco de porra. Perdeu a virgindade tem pouco tempo e já tá sendo destruída por quatro paus.
À tarde, no banheiro, me foderam debaixo do chuveiro. Eu de joelhos, engolindo um pau enquanto dois me arrombavam por trás. Squirting misturado com a água.
Até a noite de segunda, quase meia-noite, eles não pararam. A última rodada foi a mais bruta: três paus ao mesmo tempo (dois na buceta e um no cu). Eu gritava, chorava de prazer e dor, gozando sem controle.
— Me enche toda! Eu sou a putinha de vocês! — implorava rendida.
Eles gozaram várias vezes dentro de mim. Creampies duplos e triplos, porra escorrendo da minha boceta e cu sem parar. Meu corpo jovem estava destruído: buracos inchados e vermelhos, rosto e cabelo melados de sêmen, marcas de tapas por toda parte.
Lucas segurou meu queixo pela última vez e cuspiu na minha boca:
— Toda vez que o Brasil perder, você vai ser nosso buraco de descarga, sua putinha de 18 anos. Entendeu?
Eu, voz rouca e corpo tremendo, respondi baixinho:
— Sim… eu sou a vadia da seleção agora… podem me usar sempre que quiserem.
Hoje é quarta-feira, o Brasil foi eliminado a 3 dias e eu ainda sinto dores pelo meu corpo.
Ps:. Me chamaram para assistir Argentina e Egito rsrs