Voltei pro bar andando devagar, sentindo o cu latejar e o leite do mulato escorrendo devagar pela minha perna por dentro do short. Cada passo era uma delícia misturada com ardor. O cuzão estava bem aberto, quente, usado. Cheguei no colchonete atrás do balcão, tirei o short e a camiseta (que ainda tinha cheiro dele) e me deitei de bruços, com a bunda empinada. Ainda conseguia sentir o gosto da piroca preta na boca.
Não dormi direito. Fiquei relembrando cada estocada, cada tapa, o jeito que ele me chamou de viado, bichona, puta… e o quanto eu gostei. Meu pau ficou duro de novo só de pensar. Acabei me masturbando ali mesmo, enfiando dois dedos no cu melado e gozando quietinho.
No dia seguinte (terça-feira de carnaval) eu estava destruído, mas o bar abriu normalmente. Por volta das 16h, adivinhem quem apareceu? O mulato e o amigo gordinho branco, sentados na mesma mesa. Assim que me viram, os dois sorriram com cara de quem já sabia que eu tinha virado putinha deles.
O mulato fez sinal me chamando. Fui atender tremendo de tesão e vergonha.
— E aí, gostosão? Cuzinho tá ardendo hoje? — perguntou baixinho, com aquele sorriso safado.
— Tá… — respondi vermelho, quase sussurrando.
O gordinho riu e falou:
— Ontem ele te comeu bem, né? Hoje eu quero minha vez também. Tô louco pra sentir esse rabo.
Combinei com eles que, assim que terminasse o expediente (por volta das 23h), eu encontraria os dois no mesmo estacionamento. Dessa vez eu já fui preparado: tomei banho, fiz xuca caprichada, passei um pouco de óleo no cu e vesti um short jeans bem justo que marcava minha bunda.
Cheguei no Opala marrom e os dois já estavam esperando. Entraram logo no clima. O mulato sentou no banco do motorista, o gordinho atrás. Me mandaram tirar tudo de novo.
Dessa vez fui mais puto. Ajoelhei no banco da frente e comecei a chupar o mulato enquanto o gordinho metia os dedos no meu cu, abrindo ele.
— Olha como o viadinho já chega com o buraco molhado… ontem ele virou uma puta, hein — disse o gordinho, rindo.
Eles me viraram de quatro, com o peito no banco do passageiro e a bunda pra fora, porta entreaberta. O mulato meteu primeiro, socando forte, me segurando pelo cabelo. Depois o gordinho quis a vez. A rola dele era mais grossa, menor que a do mulato, mas bem gorda. Doeu pra caralho no começo, mas ele me segurou firme e arrombou tudo.
Eles me foderam alternando. Um comia enquanto o outro enfiava o pau na minha boca. Eu babava inteiro, gemendo como uma cadela no cio:
— Me fode… arromba meu cu… sou a puta de vocês hoje…
Em certo momento o mulato sentou no banco e me fez cavalgar ele de frente, enquanto o gordinho ficava em pé enfiando o pau na minha boca. Eu rebolava gostoso, exatamente como tinha aprendido na noite anterior, fazendo aqueles dois gemerem alto.
O gordinho gozou primeiro, enchendo minha boca de porra grossa e salgada. Engoli quase tudo, o resto escorreu no meu peito. O mulato me virou de novo, colocou minhas pernas no painel e me comeu com força até gozar pela segunda vez no meu cu, me enchendo ainda mais.
Quando terminaram, eu estava uma bagunça: cu aberto, porra escorrendo, boca inchada, joelhos ralados do chão do carro. Eles me deram mais dinheiro, riram da minha cara de putinha satisfeita e foram embora.
Aquela semana de carnaval eu virei o brinquedinho particular dos dois. Toda noite, depois do expediente, eu ia pro carro e levava piroca até amanhecer. Às vezes só um, às vezes os dois juntos. Aprendi a engolir até o talo, a rebolar sentado, a pedir pra ser xingado e a tomar leitinho quente direto no cu e na boca.
No último dia de carnaval, antes de irem embora, eles me foderam os dois ao mesmo tempo: o mulato no cu e o gordinho na boca, até me deixarem tremendo, gozando sem nem tocar no pau.
Voltei pro Rio depois do carnaval com a bunda destruída, mas viciado pra sempre em dar o cu pra desconhecidos.