Os dias seguintes foram uma loucura deliciosa. Naldo praticamente não foi à loja. Ficávamos o dia todo em casa, nuas, transando em todos os cantos: na cozinha enquanto ele preparava o almoço, na piscina, no sofá, no banheiro… Suely se tornou a mais safada das três. A menina que nunca tinha beijado na boca agora pedia pra ser comida nos dois buracos ao mesmo tempo.
Numa tarde, Naldo chamou dois amigos dele — o Júnior e o Roberto, dois caras bem-dotados e discretos que já tinham comido a gente antes. Suely ficou nervosa no começo, mas depois que Júnior enfiou o pau grosso na boquinha dela enquanto Roberto comia sua xotinha, ela se entregou completamente.
Eu e Mônica assistíamos sentadas no sofá, tocando nossas xotas, enquanto Naldo filmava tudo com o celular (só para uso particular, ele jurou).
Suely deitou de lado, Júnior metendo na xota, Roberto no cuzinho, e Naldo enfiando o pau na boca dela. A mulatinha tremia inteira, gozando sem parar, os olhinhos verdes cheios de lágrimas de prazer.
Quando os três gozaram dentro dela, Suely ficou deitadinha, xota e cuzinho pingando leitinho, com um sorriso bobo no rosto.
— Eu amo isso… — ela murmurou.
Quase no final da viagem da minha mãe, Naldo me chamou para conversar sério no quarto. Estávamos os dois pelados, deitados na cama.
— Laura… eu realizei um sonho graças a você. Mas agora eu tenho outro desejo.
Fiquei curiosa:
— Qual, amor?
Ele passou a mão na minha bunda e falou baixinho:
— Quero engravidar uma de vocês três. Ver a barriguinha crescendo… saber que é meu filho dentro de uma de vocês.
Fiquei chocada e, ao mesmo tempo, absurdamente excitada. Mordi o lábio e perguntei:
— E quem você quer que seja a primeira?
Naldo sorriu safado:
— A Suely. Ela é novinha, mulata, virgem até pouco tempo… Imagina ela com a barriga redonda, peitos inchados, ainda dando o cuzinho pra mim…
Fiquei molhada só de imaginar.
— Vamos ter que planejar direitinho então… — respondi, já pensando em como convencer Suely a parar de tomar anticoncepcional.
Mamãe voltou no domingo à noite. A casa estava impecável, como se nada tivesse acontecido. Mas eu, Mônica e Suely agora carregávamos um segredo enorme… e um desejo ainda maior.
O que Naldo não sabia é que eu já tinha parado de tomar remédio há duas semanas.
Talvez o primeiro barriguinho fosse o meu…