Depois de alguns minutos recuperando o fôlego, Carla virou o corpo para mim. Seus olhos ainda ardiam de desejo. A barriga redonda subia e descia com a respiração pesada, e um filete grosso do meu gozo escorria lentamente da sua buceta inchada, escorrendo pela coxa. — Ainda não acabou — murmurou ela, passando a mão entre as pernas e espalhando meu sêmen nos dedos. — Quero mais. Quero você me fodendo até eu não aguentar. Ela se ajoelhou na cama, apoiando os cotovelos e mantendo a barriga pesada pendurada confortavelmente. A posição fazia sua bunda empinar, os lábios da buceta entreabertos, vermelhos e pingando. Subi atrás dela e esfreguei a cabeça do pau ainda duro na entrada melada, misturando meu gozo com a lubrificação dela. — Me come como uma cadela — pediu, olhando por cima do ombro. Segurei seus quadris largos e meti tudo de uma vez. O som foi obsceno: um “ploc” molhado quando meu pau grosso invadiu aquela buceta grávida encharcada. Comecei a meter com força, fundo, sentindo minhas bolas baterem contra o clitóris inchado dela. A barriga balançava ritmadamente para frente e para trás a cada estocada. Carla gemia alto, sem vergonha: — Isso… mete fundo… rasga essa buceta grávida! Ah, porra… você é tão grosso… Segurei seus cabelos e puxei levemente, acelerando o ritmo. Seus peitos enormes balançavam soltos, pingando leite a cada movimento brusco. Estiquei a mão por baixo, segurei um seio pesado e apertei com força. Um jato quente de leite espirrou entre meus dedos. Carla soltou um gemido quase animal. Virei-a de costas novamente, agora com a barriga para cima. Levantei suas pernas, apoiando os tornozelos nos meus ombros. A posição deixava sua buceta completamente exposta e aberta. Olhei para baixo enquanto metia: via meu pau entrando e saindo, coberto de creme branco, os lábios dela esticados ao máximo ao redor da minha grossura. — Olha como sua buceta engole meu pau — rosnei, metendo mais forte. Carla segurava a própria barriga com as duas mãos, os dedos afundando na pele tensa. Seus mamilos jorravam leite fino a cada estocada profunda. Eu me inclinava e chupava um deles com força, bebendo o leite doce enquanto continuava fodendo sem parar. — Quero gozar de novo… — implorou ela, a voz falhando. — Me fode mais fundo! Mudei o ângulo, batendo direto no ponto que a fazia tremer. Metia com violência controlada, o pau entrando até o talo, saindo quase todo e entrando novamente. O barulho molhado era constante. Carla começou a gozar com força: a buceta apertou meu pau como um torno, esguichando um jorro quente ao redor da minha rola enquanto o corpo inteiro convulsionava. Ela gritou, unhas cravadas nos meus braços. Não parei. Continuei metendo através do orgasmo dela, prolongando-o até ela ficar tremendo, quase sem voz. Quando senti que ia gozar novamente, tirei o pau e subi sobre seu peito. — Abre a boca. Carla obedeceu, língua para fora. Gozei forte: os primeiros jatos grossos acertaram sua língua e garganta, o resto cobriu seus lábios, queixo e os seios enormes. Ela engoliu o que conseguiu, lambendo os restos com fome. Caí ao lado dela, exausto. Carla passou a mão na barriga, sorrindo satisfeita, o corpo brilhando de suor, leite e sêmen. — Agora sim… me sinto bem comida — sussurrou, ainda ofegante.
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