FUDENDO E TRANSFORMANDO A EMPREGADA EM PUTA - DIA 5

No quinto dia, Maria já havia perdido completamente qualquer resquício de dignidade. Chegou à casa antes do horário, com o plug anal maior que Roberto havia mandado ela comprar e usar durante a noite anterior. O plug esticava seu cuzinho o tempo todo, fazendo ela andar devagar, com as coxas roçando uma na outra. Ela vestiu o uniforme sem nada por baixo, o rosto já corado de vergonha antecipada.
Assim que entrou na cozinha, Roberto a chamou. Maria não esperou ordens: tirou o uniforme na frente dele, ficou completamente nua e se ajoelhou no chão, testa encostada no piso frio, bunda empinada e pernas bem abertas.
— Bom dia, patrão... Sua putinha chegou pra servir — murmurou ela, a voz baixa e tremendo de humilhação.
Roberto se levantou, circulou o corpo nu dela lentamente, observando o plug enfiado no cuzinho.
— Cinco dias. Apenas cinco dias e olha o que você virou. Uma garota de 23 anos, bonita, com sonhos, que veio trabalhar honestamente... agora tá aqui nua, de quatro, com o cu plugado como uma cadela barata. Você ainda se reconhece quando se olha no espelho, Maria? Ou só vê uma vadia sem valor?
Ela soluçou baixinho, o rosto pressionado contra o chão.
— Eu não me reconheço mais, patrão... eu era uma menina direita... agora sou só buracos pra o senhor usar. Me sinto tão inferior, tão suja, tão quebrada...
Roberto puxou o plug com força, fazendo ela gemer alto. O cuzinho ficou aberto, piscando, já acostumado. Ele enfiou o pote de margarina inteiro na mão dela.
— Lubrifique seu próprio cu enquanto me conta o quanto você caiu.
Maria, ajoelhada, enfiou os próprios dedos cheios de margarina no cuzinho, girando e abrindo-se na frente dele enquanto falava, a voz falhando de vergonha:
— Eu traí tudo que eu era... traí meu namorado, traí minha família... vim trabalhar aqui pra limpar e acabei virando a puta anal do patrão. Eu mereço ser humilhada... sou burra, sou fácil, sou viciada em levar porra no cu...
Roberto tirou o pau grosso pra fora, já duro, e mandou:
— Senta no meu pau com o cu. Devagar. Quero ver você se destruindo sozinha.
Maria obedeceu, posicionando o cuzinho sobre a glande e descendo devagar até engolir tudo. Começou a cavalgar com movimentos obedientes e profundos, rebolando, fazendo o pau entrar e sair enquanto lágrimas escorriam pelo rosto.
— Isso... olha como você cavalga bem agora. Há poucos dias você chorava e implorava pra tirar. Hoje você mesma enfia tudo. Fala pra mim: o que sua mãe pensaria se visse a filhinha dela agora, nua, cavalgando pau no cu como uma prostituta barata?
— Ela teria nojo de mim... — gemeu Maria, acelerando, as lágrimas caindo nos seios. — Ela me criou pra ser uma boa moça... e eu virei uma empregada vadia que abre o cu todo dia pro patrão... eu sou um fracasso... uma decepção...
Roberto segurou a cintura dela e começou a meter de baixo pra cima com brutalidade, alternando buracos sem parar. Enfiava tudo no cu, tirava e metia na bocetinha encharcada, depois voltava pro cu, usando a margarina que escorria por todo lado.
— Repete: eu não mereço respeito. Eu mereço ser usada e humilhada.
— Eu não mereço respeito... sou só um objeto sexual... uma putinha burra que merece ser arrombada e cheia de porra todo dia... — repetia ela sem parar, a voz rouca, o corpo tremendo.
Ele a jogou de bruços no sofá, levantou a bunda dela e meteu no cu com estocadas violentas e fundas, quase raivosas.
— Você sabe que isso não tem volta, né? Mesmo se eu te mandar embora, você vai continuar sendo uma vadia. Todo homem que olhar pra você vai sentir que tem algo quebrado. Você vai carregar pra sempre a marca de ser minha cachorra anal.
Maria gemia alto, empinando mais, completamente destruída psicologicamente:
— Sim, patrão... eu sei... eu sou sua pra sempre... uma empregadinha corrompida, inferior, sem dignidade... fode mais forte, por favor... me quebra mais...
Roberto alternou os buracos por longos minutos, esticando os dois ao máximo, dando tapas no rosto, nos seios e na bunda enquanto a humilhava verbalmente sem parar. Quando estava no limite, segurou os cabelos dela com força, puxando a cabeça para trás:
— Pede como a puta que você é.
— Por favor, patrão... enche o cuzinho da sua vadia inútil... me usa como um vaso de porra... eu não sirvo pra mais nada... me humilha, me enche, me destrói! — implorou ela, soluçando de tesão e vergonha.
Com um rugido, Roberto enterrou o pau até o talo no cuzinho e gozou violentamente, jatos grossos e quentes enchendo o intestino dela até transbordar. Maria gozou junto, esguichando na boceta, o corpo convulsionando de prazer enquanto a mente se afundava ainda mais na humilhação.
Quando ele tirou o pau, um rio de porra e margarina escorreu do cu arrombado. Ele mandou ela ficar de quatro e lamber o que pingou no chão.
— Limpa com a língua. E hoje você vai trabalhar o dia inteiro nua, com meu esperma vazando. Toda vez que eu chamar, vai vir correndo de quatro e pedir pra ser usada de novo.
Maria, com o rosto sujo, os buracos vermelhos e abertos, olhou para cima com olhos completamente submissos e quebrados:
— Sim, patrão... obrigada por me destruir... eu sou sua putinha humilhada pra sempre.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
FUDENDO E TRANSFORMANDO A EMPREGADA EM PUTA - DIA 5

Codigo do conto:
263712

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
04/06/2026

Quant.de Votos:
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