A Tentação da Irmã – Parte 9 O retiro espiritual de quatro dias no sítio da igreja era perfeito: cabanas simples no meio do mato, rio próximo, pouca iluminação à noite e muitos momentos de “oração individual”. Rosa e João conseguiram ficar em cabanas próximas. Na primeira noite, mal o culto ao ar livre terminou, ele foi até a cabana dela. Assim que a porta fechou, João a jogou na cama de solteiro. Arrancou a saia e a blusa, deixando ela só de calcinha. Abriu as pernas grossas dela e meteu a boca na buceta molhada, chupando com fome enquanto enfiava dois dedos no cuzinho. — Quatro dias só pra nós... vou te arrombar inteira — disse ele entre lambidas. Rosa gozou na boca dele em menos de dois minutos, gemendo alto (dessa vez podia). Depois, João a virou de quatro e enfiou o pau na buceta com força, fodendo forte, batendo fundo. Trocou de buraco sem avisar: saiu da buceta e enfiou no cuzinho, metendo fundo enquanto dava tapas na bunda grande. Ele alternava: buceta, cuzinho, buceta, cuzinho. Rosa gozava sem parar, o corpo suado, voz rouca de tanto gemer. Na segunda noite, no meio do mato, depois da oração noturna, João a levou para trás de uma árvore grande. Colocou ela de joelhos e fodeu sua boca com vontade, segurando a cabeça. Depois a virou contra a árvore e fodeu o cuzinho em pé, tapando a boca dela para abafar os gemidos enquanto enchia o intestino de porra. No terceiro dia, durante a “caminhada de reflexão” à tarde, eles se afastaram do grupo. No rio, dentro da água, Rosa sentou no pau dele de frente, cavalgando devagar enquanto a água batia na cintura. Depois ele a virou, apoiou as mãos dela numa pedra e fodeu o cuzinho com força, o barulho molhado se misturando ao som do rio. Na última noite, a ousadia foi máxima. Durante o culto de encerramento ao redor da fogueira, com todos cantando e orando, João e Rosa sentaram no canto mais escuro. Ela sentou no colo dele, de costas, saia cobrindo tudo. Sem calcinha. O pau dele já dentro da buceta. Enquanto o pastor falava, Rosa rebolava devagar no colo dele, o pau enterrado fundo. João apertava os seios dela por baixo da blusa, mordendo o ombro para não gemer. Quando o louvor ficou mais alto, ele meteu mais forte por baixo, fodendo a buceta e depois o cuzinho, alternando rapidamente. Rosa gozou tremendo inteira, apertando o pau dele. João gozou logo depois, enchendo a buceta dela enquanto todos ao redor cantavam “Aleluia”. No último dia, antes de voltar para a cidade, João a fodeu uma última vez na cabana: de quatro, mão no cabelo, alternando entre buceta e cuzinho até os dois gozarem exaustos. No carro, voltando para casa, Rosa olhou para ele com um misto de exaustão e desejo: — E agora? João sorriu: — Agora a gente finge que nada aconteceu… até o próximo culto. Rosa encostou a cabeça no banco, sentindo o corpo dolorido, os buracos latejando e a calcinha molhada de porra. A coroa evangélica mais respeitada da igreja havia se tornado completamente viciada no pecado.
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